Queridos poetas e autores

 

Quantos de nós, pequenos embriões poéticos, nos sentimos à deriva neste gosto de escrever, nesta arte de tocar no Outro com as nossas palavras e mais profundas reflexões e sentimentos?

 

À medida que eu vou me sentindo mais Eu, maior é a vontade de afirmação e fome de aprendizagem. Por tal dirijo um apelo a todos vocês, sobretudo aos autores que já publicaram, para que partilhem a vossa experiência.

Aposto que muito terão para dar e eu para aprender.

 

Sinto-me bem aqui no PEAPAZ e estou cada vez mais centrada no assumir das minhas palavras, como Ema que sou e não através de pseudónimos ou nicks (de acordo com o lugar).

 

O meu nome é Ema e tenho um sonho, que conselhos me podem dar?

 

Um abraço,

Ema Moura

 

 

 

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Respostas a este tópico

Obrigada Silvia pela intervenção e conselho.

Resolvi criar este forum porque aqui e ali, em diferentes páginas, outros autores falam um pouco da suas experiências ou experiências de outros, achei interessante criar um lugar onde se pudesse concentrar a partilha.

É verdade que tenho fome de aprender e sim retomei um caminho precocemente abandonado.

Quem me lê por aí, nos lugares onde divulgo, dão-me conselhos muito díspares, como por exemplo: guardar para mim o que crio, isto é, se pretendo apresentar a alguma editora. Acho que têm mais fé em mim do que eu, mas na verdade deixam-me também a pensar...

Por exemplo, o que publico na web fica perdido em termos editoriais?

Ou seja, se de alguma forma o que é  já público perde interesse para as editoras?

Eu tenho prazer, confesso, ao publicar na web, mas estou longe de estar preparada para algo mais sério. Dúvidas assaltam-me...

Beijos

Ema

 

Ema, segue teu coração e senso crítico. Esta é uma pergunta difícil de ser respondida. Eu vou mais longe e digo que NÃO DEVE ser respondida. Por que? Porque não existem fórmulas para o sucesso e nem para o insucesso! Ouço, escrevo, observo e/ou leio diariamente, desde que me reconheço por "gente". Envolvida com a Música, a Poesia, a Declamação, a Pintura e o Direito, sempre destaquei-me em tudo o que fiz, mas desde menina percebo minha imagem social com bastante respeito e responsabilidade. E que não penses numa senhora arcaica, preconceituosa e desconectada da vida. Nada! Sendo exigente com os demais, preciso sê-lo comigo, em primeiro lugar.

Não posso, não devo e nem possuo legitimidade literária para exarar um pensamento crítico profissional sobre tua obra. Seria arrogante intelectual se o fizesse, pois o arcabouço teórico suficiente para tecer críticas literárias a quaisquer autores é vasto e ultrapassa o conhecimento que ostento. Como leitora, até o momento, gosto muito dos teus escritos. Nos meus comentários sou sincera. Por isto, leio e comento até mesmo o que não gosto. Na minha vida profissional aprendi a aplaudir e a estimular, sem iludir. É preciso compreender quando cada um deu o máximo de si.

Quanto às publicações no mundo real (papel), tenho opinião engraçada. Não me preocupo em publicar meus trabalhos científicos e literários somente pela vaidade de vê-los publicados. Houve época em que precisei fazê-lo em razão das exigências do MEC. Na área do Direito, quando possuis um curriculum considerável, as próprias editoras oferecem-te a publicação. Claro, que serás "explorado", porque não existe forma alguma de controlar o número de obras vendidas. Portanto, o autor aceita as condições impostas (não pagará nada por isto) e conta com o sucesso da obra. Ao ficar famoso é diferente. Conhecemos casos de alguns autores que, para realizar outras edições das suas obras, recebem altas somas em dinheiro somente para não deixar a editora. Esses ficam ricos, sim, porque suas obras são vendidas todos os semestres em todas as universidades do país.

Na área poética é diferente, sabemos. Não considero vergonha alguma pagar pela edição da própria obra, mas que seja uma boa obra, pelo menos no que diz respeito à língua pátria, porque o resto é subjetivo. O que mais se vê por aí (e neste ponto Jorge Cortás tem razão) são autores que não sabem escrever uma frase sem erro, falando em publicar livros. Considero irresponsabilidade.

Como diz Manuela, é só um ponto de vista, para atender ao teu público pedido... (risos)

Beijosssssssssssss

Mais uma vez, considero útil a abertura deste fórum, ou seja, a sua resposta fortalece essa convicção. 

Perguntar como se fosse criança...(risos) Ter dúvidas e perguntar, obter respostas que servem tanto a mim como a outros é um traço que mantenho.

Porque não pensar alto e pensar com?

O debate, a troca de experiências são óptimos instrumentos de aprendizagem e mecanismos que conduzem sempre a mais reflexão. Assim sendo valorizo muito a sua intervenção, tal como a da Silvia Mendonça.

Tal como referi sinto um enorme prazer em divulgar os meus textos na web e interagir com quem me lê, quer tenham gostado ou não (melhor é quando gostam). Todas as opiniões são válidas e é muito interessante ver como a sensibilidade do leitor interage com o que escrevemos, independentemente de seguir ou não a mesma linha de pensamento. Esta riqueza não nos é facultada através de um livro de capa dura.

 

O livro de capa dura, contudo, tem algo fascinante... Não sei como é para os demais, mas eu adoro tocar num livro, cheirá-lo.

Costumo comprar cadernos de capa dura, lindos e passo para lá os meus pensamentos. Sempre os mantive secretos, apenas na escola do 1º ciclo (dos 6 aos 10) a professora os tornava públicos.

No ano transacto senti mesmo uma urgência em partilhar, depois uma fome... criei um blog e fui participando, timidamente, aqui e ali (agora estou mais envolvida e participativa). 

Aprender, essa é sempre uma necessidade e a dúvida é uma constante. 

 

Gostei muito da sua participação e agradeço a partilha que muito me enriquece.

Fico na expectativa de mais participações. 

 

Obrigada Sílvia! 

Um super abraço!

Ema

Ema, o forum é relevante. Experiências devem ser trocadas, mas tão somente sob a certeza de que os autores inserem-se em contextos diferentes.

Abordas dois tópicos interessantes, os quais destaco abaixo:

"Todas as opiniões são válidas e é muito interessante ver como a sensibilidade do leitor interage com o que escrevemos, independentemente de seguir ou não a mesma linha de pensamento. Esta riqueza não nos é facultada através de um livro de capa dura.

O livro de capa dura, contudo, tem algo fascinante... Não sei como é para os demais, mas eu adoro tocar num livro, cheirá-lo."

 

Quanto ao primeiro grifo, sempre afirmo que poemas, textos e obras de arte não devem ser explicados pelo autor, que ao fazer isto, MATA/DESTRÓI sua criação. O verdadeiro leitor realiza suas interpretações e inquirições, procura respostas na própria obra. Quando não as encontra, solicita-as, através de resenhas. Por outro lado, o autor cresce (se quiser) ao ler os pensamentos críticos exarados. Autor e leitor necessitam de um encontro, em determinado ponto, seja para compactuar ou para discordar. Daquele lugar em diante, nada será igual ao início. Sem esse evento "mágico" inexiste leitura, por quaisquer meios. Interação, mesmo!

Quanto ao segundo grifo, os livros (tanto os de capa mole quanto os de capa dura), na contemporaneidade, parecem exercer fascínio indomável somente (ou quase somente) sobre os autores. Percebo uma febre/loucura pela publicação no mundo real, como se fôssemos menos autores se não as realizássemos. Com isto, instigamos a ganância dos editores, que sabem "ler" nossos anseios. E tudo fica mais difícil. A necessidade de publicar pelos métodos antigos desencadeia um processo dolorido, angustiante e desesperador; e a publicação passa a ser considerada "o diploma de autor". Cobrança individual e/ou social (?). Faço analogia com a mulher que não possui filhos, tantas vezes olhada como "menos mulher". Pensamento ultrapassado.

Fico por aqui, embora sinta vontade de escrever mais.

Beijosssssssssssssssssssssss

Sílvia Mota.

Silvia super e estimulante intervenção neste troca de ideias e experiências.

Lendo a sua exposição quanto ao conteúdo destacado penso que a interacção virtual entre autores e leitores não passa pela explicação do texto por parte do primeiro, mas antes pelo sentir o impacto das suas palavras nos outros e vice-versa. Cada um, mediante um conjunto de características que o torna singular, filtra o que lê e reage produzindo um determinado entendimento que pode partilhar ou guardar para si. Na web temos essa oportunidade de partilha e de interacção. 

Quando leio um livro, por exemplo, eu simplesmente viajo! Não estou mais naquele lugar onde seguro o livro e os dedos voltam as páginas. Eu nem dou pelos gestos necessários ao voltar de uma página.

Quem está mais ligado ao audiovisual, e em casa tenho três bons exemplos, se surpreende com as minhas reacções e normalmente perguntam, de qualquer outra parte da casa, o que estou a ver, como se estivesse a ver televisão.

Os autores que me proporcionaram tão bons momentos (da sonora gargalhada à silenciosa lágrima), nem sabem que existo. Na web, o meu eu leitor pode, se entender, dar-se a conhecer e ofertar ao autor uma reacção crítica, emotiva do leitor comum.

Um alimenta o outro, como canalizam o alimento já é um outro tanto...

Quanto à publicação pelos métodos antigos cada um terá os seus motivos e as razões que invocou são de uma perspectiva muito realista e muito actual. Nesse sentido, eu sou uma leitora mais tradicional.

Gosto de passar os meus livros para os meus filhos e mostrar uma revista da Mônica com 22 anos, os contos das Mil e Uma Noites com 50 anos, evocando cuidado e respeito pelo todo, ou seja, da árvore ao livro (materiais, pessoas e pensamentos).

 

Beijosssss,

Ema Moura

 

Sílvia Mota disse:

Ema, o forum é relevante. Experiências devem ser trocadas, mas tão somente sob a certeza de que os autores inserem-se em contextos diferentes.

Abordas dois tópicos interessantes, os quais destaco abaixo:

Ema, no que diz respeito ao primeiro grifo, eu pretendi expor que, na leitura o que vale é a interação, o que deve ocorrer tanto no mundo virtual quanto no mundo real. Leitura  = Interação entre autor e leitor. O que desejas ressaltar é, talvez, a oportunidade que se tem, no mundo virtual, de "contato mais fácil" com o autor e vice-versa, o que proporciona aos dois uma tertúlia intelectual em tempo real (msn, skype, entre outros) ou através de e-mails. Nesse caso, precisamos estabelecer os espaços considerados e os autores envolvidos. Numa Rede Social, o processo é possível, com certa facilidade. Mas, em determinados locais, não teremos acesso facilitado ao autor e ficaremos sem respostas ou as mesmas virão através dos acessores daquele. Portanto, teremos "falsos" contatos com o autor.

O fascínio das obras reais ou virtuais é o que me provoca através do que está exposto, da forma como instiga-me a imaginação. No caso dos poemas - produção literária subjetiva, busco advinhar o "eu-lírico" do poeta e "brigo" com ele, permitindo-lhe que revide. Muito bom, isso! Quando não consigo compreendê-lo, de forma alguma, enveredo por outros caminhos. Depois... e não importa quanto tempo, retorno. Se ainda persistirem as dúvidas saio à busca de outros textos sobre o mesmo tema. Estudo-os e mais tarde retorno à primeira leitura. Desta forma, consigo formular um pensamento crítico. Meu processo de aprendizado é exaustivo (em todas as áreas), mas considero-o encantador. Não saberia ser diferente, pois adoro desafios!

Quanto ao segundo grifo, não dispenso a unidade física dos meus livros. Possuo no meu apartamento cerca de 3.000 obras jurídicas e mais de 2.000 artigos científicos armazenados, por tema, em pastas coloridas. Minha biblioteca jurídica iniciou-se em 1996, quando entrei para o o Curso de Mestrado em Direito e foi necessário delimitá-la em 2005, em razão da falta de espaço. Problemas da vida em cidade grande... Adoro livros, também, e porque sou pesquisadora, possuo obras bem antigas. A mais velhinha é de mil seiscentos e pouco (não me lembro, neste momento, a data certa) e necessita de muitos cuidados. Aquele linguajar antigo, elegante e sofisticado, fascina-me! Meus filhos, não se preocupam com obras antigas, aliás, preocupam-se pelos possíveis fungos (risos).

Os jovens, de modo geral, não apreciam leituras longas. Neste momento, a Internet é útil, ao proporcionar-lhes acesso rápido aos artigos, ou pequenos trechos das obras dos seus professores.

Por isso, disse anteriormente, que a paixão indomável pelas obras do mundo real parece ser cultuada quase que exclusivamente pelos autores, de modo geral.

Em síntese, mundo real ou virtual, quero livros; quero ter saúde e visão para continuar a ler muito, sempre! Não estamos em desacordo. Apenas escrevemos de formas diferentes um mesmo pensamento.

Beijossssssssssssssss

 

Ema Moura disse:

Silvia super e estimulante intervenção neste troca de ideias e experiências.

Querida Ema.

Do ponto de partida em que estás,se olhares para trás,observarás que já desenvolvestes bastante nos escritos.Mas isso acontece porque tens a garra e força de vontade.Não se cria um artista,principalmente escritor (a).Este já nasce com um grito calado dentro de si,louco para se expressar através das letras.Mas como ninguém nasce sabendo,a prática aperfeiçoa e aprimora tudo aquilo que se sente prazer em fazer.Estás no caminho certo,não resta dúvida,agora é só uma questão de tempo.Quanto aos conselhos;tenha paciência para o desabrochar dessa flor que cultivas em teu peito,que se chama poesia,pois ela logo em breve se transformará em um lindo jardim.

Qualquer dúvida é só procurar pelas Silvias   rsrsrsr    

Eu ainda não sou muito indicada.

Bjss

Prezada Ema.

Li sua mensagem e os comentários, todos sábios. De sua poesia também li algumas delas e gosto do que você escreve. No entanto a minha experiência nesse assunto é pequena. No papel, publiquei em 7 ou 8 antologias e já lá se vão umas sessenta páginas publicadas. Dessas antologias, algumas paguei para participar e outras participações foram gratuitas, por prêmio ou por convite.Tenho planos de ainda esse ano editar um livro solo. No entanto, observo que as condições e motivações para um autor publicar são várias e sei que o mundo anda abarrotado de livros, de todos os tipos. Tenho um filho advogado e também professor que dedicou-se à publicação dos seus trabalhos na área do Direito, literatura técnica. É profissional, professor, mestre, conferencista e está concluindo seu doutorado (sanduiche - Alemanha e Portugal). As facilidades que encontra para publicar são muito grandes - 5 livros, dois na segunda edição). Tenho colegas e amigos que se debatem para publicar seus trabalhos, principalmente ao se tratar de livros de poesia. Um tio de minha ex foi da ABL - Adonias Filho, vários livros publicados. Uma tia era poeta, 4 livros publicados. Para um amigo, escrevi o prefácio do seu nono livro. Para outra, a crítica na orelha interna do sexto livro. Na capa posterior, um comentário meu sobre a obra de uma sonetista. Se cito tais vivências ou autores é pela simples razão de ter com eles conversado bastante para tentar entender como acontecem as publicações. Em todos observei uma profunda dedicação ao seu trabalho literário. Muitas horas dedicadas ao aprimoramento da escrita, conhecimento profundo da língua, semântica, semiótica, filosofia da linguagem, técnicas do discurso. Pesquisas exaustivas para a perfeita compreensão e domínio do tema abordado. Em todos eles compreendi a satisfação que sentem incondicionalmente ao laborarem o seu ofício. As recompensas e alegrias estão no ato de fazer, mais do que na aceitação de sua obra. Lembro-me de frases feitas que são lidas por aí: "a felicidade está no caminhar e não no alcançar o fim do caminho"; "e é no primeiro passo que inicía-se a caminhada dos mil quilômetros". Todo trabalho intelectual se insere no contexto social e passa por crivos de toda ordem -éticos, estéticos, políticos, cânones artísticos, técnicos. E há estímulos, patrulhamento ideológico e travamentos. Criam-se os Index Librorum, os poetas malditos, os gurus e os falsários. Foi anteontem que comentei a postagem "Vincent" do Montenegro Poeta e nesse comentário disse que era prá mim difícil compreender que o senso comum da época de Van Gogh conseguisse, em seu tempo, sufocar uma obra de tamanha expressividade. E para concluir também não tenho conselho e só posso lhe dizer o que também já me disseram: "vai fazendo, se isso lhe dá prazer" e que o mundo não vai chorar se seu livro não for publicado. Mas também lhe falo sobre a Regra Nº 5, única diferença que encontraram no Regimento interno de um batalhão inglês imbatível e insuperável : em tudo que foi analisado só havia essa diferença em tudo o que foi estudado - Regra Nº 5 : não se leve demasiadamente a sério! (parece que "demasiadamente" é a palavra mágica.).

abraços. boa sorte.

Marco.

Oi Ema, conselho não te darei pois sou apenas uma aprendiz de feiticeira..O que posso te dizer é que seja sempre você mesma "Ema" em tudo que escrever...Tenha seu próprio estilo, leia esses poetas maravilhosos que estão em paz, no Peapaz..Acredite, não tem erro...Boa sorte ...Abraços

Mônica

Eu, que sou uma tagarela, nem sei o que dizer (fiquei emocionada).

Eu também sinto que já não posso conter esta febre que me dá...

Obrigada pela sua intervenção e acredite que todos temos tanto para aprender como para ensinar. Por isso aprendo com você, sim! :)



Mônica do S Nunes Pamplona disse:

Querida Ema.

Do ponto de partida em que estás,se olhares para trás,observarás que já desenvolvestes bastante nos escritos.Mas isso acontece porque tens a garra e força de vontade.Não se cria um artista,principalmente escritor (a).Este já nasce com um grito calado dentro de si,louco para se expressar através das letras.Mas como ninguém nasce sabendo,a prática aperfeiçoa e aprimora tudo aquilo que se sente prazer em fazer.Estás no caminho certo,não resta dúvida,agora é só uma questão de tempo.Quanto aos conselhos;tenha paciência para o desabrochar dessa flor que cultivas em teu peito,que se chama poesia,pois ela logo em breve se transformará em um lindo jardim.

Qualquer dúvida é só procurar pelas Silvias   rsrsrsr    

Eu ainda não sou muito indicada.

Bjss

Não estamos em desacordo em absoluto! Acho até que estamos a fazer justiça à ferramenta "Fórum" (risos). 

Obrigada por mais uma intervenção muito completa, rica na experiência e nas questões que aborda. Pensar junto é deveras estimulante!

Grata!

Um abraço,

Ema

Sílvia Mota disse:

Ema, no que diz respeito ao primeiro grifo, eu pretendi expor que, na leitura o que vale é a interação, o que deve ocorrer tanto no mundo virtual quanto no mundo real. Leitura  = Interação entre autor e leitor. [...]  

Não estamos em desacordo. Apenas escrevemos de formas diferentes um mesmo pensamento.

Beijossssssssssssssss

 

Ema Moura disse:

Silvia super e estimulante intervenção neste troca de ideias e experiências.

Olá Márcia

 

Acho, tal como escreveu, que é importante termos o nosso próprio estilo, só assim somos fieis ao que somos e ao que somos enquanto escrevemos.

E sim, estou a adorar as minhas viagens pelas páginas da PEAPAZ, justiça seja feita aos seus maravilhosos autores. É um privilégio pertencer a esta comunidade.
Grata pela sua participação no Fórum.

Ema


Marcia Portella disse:

Oi Ema, conselho não te darei pois sou apenas uma aprendiz de feiticeira..O que posso te dizer é que seja sempre você mesma "Ema" em tudo que escrever...Tenha seu próprio estilo, leia esses poetas maravilhosos que estão em paz, no Peapaz..Acredite, não tem erro...Boa sorte ...Abraços

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