Outras vidas

De Té

Porque meus olhos se tornam cismados

e a minha face fica estática e entristecida

São acontecimentos que são lembrados

meus afetos perdidos e jamais deles esquecida

Se cismo em híbridos pensamentos

Que me atordoam em meu rosto empalidecem

Serão cânticos de longe chamamentos

De outras vidas que não se conhecem

Outros mundos vivi em ritmo voluptuoso

Quem fui me pergunto, chama-me a curiosidade

Vesti cetins bailei em alvoroço libidinoso

Cismar um passado que me inquieta .

Estátua fria em mármore estilhaçada.

Mulher guerreira de espada empunhada.

De Té Etelvina Costa

Para grupo  magia dos sonetos

!2-04-2017

Exibições: 13

Mauro M. Santos

Graça Campos

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