Dá-me colo... Dá-me beijos... Dá-me atenção!

Coloca-me onde só colocas o que admiras,

que respeitas, o que te faz feliz.

Deita-me a teu lado,

do lado mais bonito do teu ser de filigrana,

no aconchego do teu corpo quente, quiçá febril,

na confluência dos teus seios e do teu olhar.

 

Canta-me outra vez uma canção de embalar,

uma melodia descomplicada, frágil, doce, pueril,

diz coisas sem nexo como "dudu... dada..."

desarma-me com um sorriso mágico e um olhar solarengo.

 

Haverei de dizer em primeiro lugar apenas dois terços da palavra

 depois a totalidade perfeita do toponímico que te define maior,

mais autêntica, mais verdadeira, única.

Ma... ma... ma... E depois mãe! Mulher, maravilha multifacetada!

 

É por aí que vou, que quero ir, que  manda a verdade que vá!

É das formas singulares do teu ser – corpo e alma –

que eu nasci homem, que eu cresci e aprendi a ser

grato.

 

Mulher! 

Quem te negou a vontade e a autenticidade

jamais pariu algo de novo!

Paulo César * Portugal

Em 07.Março.2017

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