DANÇA DA VIDA
Marcial Salaverry

Corpos
rodopiando,
amorosamente
enlaçando-se,
sensualidade
despertando,
sentidos
excitando,
desejando...

Marcial Salaverry

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Respostas a este tópico

Parabéns . Aprendendo ainda

É um bom exercicio poetal, para aprender a sintetizar textos...

Mas tambem ainda estou aprendendo...

Beijos aldrávicos,

Marcial

Esse é o perigo, quando não se seguem as regras: servir de referencial equivocado aos demais!

Querida Dione, aconselho-te a ler a Teoria Literária das Aldravias na primeira página deste grupo ou no Grupo Teoria Literária.

Beijosssssssssss

A Aldravia nasce de uma metonímia.

Não possui título.

No máximo seis palavras.

Teu poema não é uma aldravia.

Como informamos anteriormente, as diretrizes para o desenvolvimento de tais poemas

encontram-se na primeira página do grupo Aldravia ou no grupo Teoria Literária.

Vale a pena adequá-lo.

Beijosssssssssssssss

Para evitar futuros erros, deixei de publicar aldravias...

Querido Poeta Marcialtens poemas lindos ..... fico tristissima, DESGOSTOSA, lacrimejando mesmo, ao ler tal resposta. Nossaaa...desgosto mesmo....

Não entendo porque não gosta de aprender novidades...aprender é tããããooooo bom mas tão bom...é só tentar fazer como os Criadores criaram...6 versos não são 10 nem uma frase vertical ... nem gaguejo nem crise de soluços..... E quando se consegue! é Fogo de artificio no nosso espirito!!

não entendo...

Mas isto é como fazer um bolo! se eu quiser fazer um Pão-de-Ló e não respeitar as regras, dificeis, (É MUITO mais simples escrever ALDRAVIA!!) da sua confecção, terei um disco achatado no forno..... em vez dum sumptuoso Pão-de-Ló!

Poemas são alimentos da alma e da mente... Pedem IGUAL repeito pela sua confecção, tal como um Pão-de-Ló ou um Caldo Verde ou um assado na braza!

Não faz isso querido poeta do Amor!

Minha querida poetamiga...

Chora não...

Sou adepto da POESIA LIVRE...sempre seguindo a inspiração poetal que chega, e ela não gosta de ser contrariada...

Assim, com regras ortodoxas, fico de fora...

Mas não deixo de escrever...

Se não sou aceito nas aldravias, nas minimalistas, nos sonetos, nos poetrix, publico em 
POESIA LIVRE.

Assim, não deixo de escrever...

Beijos carinhosamente poeticos, agradecendo pela amizade,

Marcial

Querida Chantal, compactuo com tua tristeza.

Tudo isso é um redondo NÃO ao trabalho que tentamos desenvolver no PEAPAZ.

Mas...

Beijossssssssssss

Vou usar das palavras de alguem que admiro da mesma forma como te admiro a ti, MESTRA, Silvia Mota ...

O OBJETIVO DE PEAPAZ julgo eu se insere exactamente no que ali sublinhei:

NÃO se descuidar do necessário crescimento e desenvolvimento ... (da Língua e formas de Literárias subentende-se)

5) A Crítica Literária deve ser instrumento de aprimoramento, e todos devem atuar com urbanidade, lealdade, franqueza, objetividade e respeito. Devem-se considerar os diferentes níveis de progresso dos autores sem, contudo criar “redomas”, trincheiras e casamatas. As janelas de Johari (vale a pena ler sobre isso) devem estar bastante abertas. Também não se deve criar a “Casinha Feliz” onde todos se confraternizam, cantam parabéns, comemoram aniversários, elogiam-se mutuamente, e, no entanto ONDE se descuidam do necessário crescimento e desenvolvimento (e nas empresas de suas obrigações funcionais).          (Marco Bastos)

Julgo que dizer NÂO, é não ter a humildade de se submeter ao desenvolvimento do Saber e do Conhecimento

Parafraseando Paulo de Tarso:

Podemos saber de Leis e Regulamentos e falar mil Línguas mas se não se tiver espirito disposto à abertura seremos como címbalos rachados que soam vazios na montanha....

Peço Perdão se estou a magoar e a ferir mas fui honesta e simples... como o olhar duma criança!

Amo todos os escritores aqui ...mas Amo demais a beleza da perfeição, o ir mais longe e melhor...

e saber que somos principes que têm sempre algo a aprender!!!

beijos

-chantal

Querida Chantal,

Ninguém diz NÃO a nada queridas amigas...

Apenas procuro defender meu livre arbítrio poetal.

Desejo frizar que poeto apenas por prazer, pelo desejo de liberar a alma para dizer aquilo que ela tem vontade de dizer, e ela não aprecia certos "grilhões".

Não gosto de polemizar, e prefiro silenciar a seguir uma polemica...

Assim, minhas queridas, prefiro não prender a alma a certas regras poetais, e a deixo livre para criar...

Realmente temos sempre algo a aprender, mas apenas aprendemos quando desejamos faze-lo, e não quando algo é imposto...

Com beijos poeticos, peço licença para encerrar esta questão "aldrávica"...

Marcial

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