DESPEDIDA

E foram tantas asas da saudade,
Qual pássaros voando a fugir,
As dores só na alma a sentir,
A falta dos carinhos de verdade.

A alma se fendeu, só a metade,
Ficou ao ver seus passos a partir,
Na curva do caminho a sumir,
Tentou gritar, mas muda, era tarde.

As flores que murcharam sem piedade,
Quedaram ante a fria solidão,
Mostrando àquela alma lealdade.

A vida passa, triste novidade,
Tocando a mesma corda, sem canção.
Uma viola sem sonoridade.

Estrela Radiante

"imagem do Google
31/01/2013

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Respostas a este tópico

Bom dia, amigo Críspulo, obrigada pela carinhosa visita e pelo destaque. Se os meus versos agradam sua alma, sinto que estou no caminho certo.Abraços carinhosos e flores.

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