Jamais te queixes

 

 

Jamais te queixes do negro tempo

Para auxiliares teu irmão

E incapacitado ante os ventos,

Sem ânimo para atos sãos... 

 

 

Jamais te aches tão derrotado

Às circunstâncias e nem disposto,

Fraco nos convívios e não amado,

Ou desacreditado, em desgosto...

 

 

Jamais te queixes do desamparo

Dos amigos que tens lá no Alto,

Ou reclames de opiniões...

 

 

Ainda não queixes ser incauto,

Ou pura vítima sem reparo,

Deixado por Deus e sem perdões.

Cida Maia Oliveira

Campo Grande/MS/Brasil

_______________________

 

 

 

 

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Respostas a este tópico

Boa tarde, amiga Cida. Uma beleza de versos o seu soneto.Abraços carinhosos.

Obrigada, meu abraço.

Profundo como o jazz! Gostei. Beijos! Nina Costa

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