Carta de amor
Não vivo sem tua vida na minha


Percebo, que necessito te amar de maneira diferente, pois não és comum, não és igual e nem ao menos parecido com outro homem... Além de forte e gigante, és frágil e pequeno diante do nosso amor.
 
Descobri o quanto é angustiante e doído imaginar minha vida sem o carinho da tua boca e a ternura desse coração. É difícil saber que posso acordar e nunca mais sentir tua língua a me dizer delícias, tua boca na minha boca, teu cheiro no meu cheiro e o gosto do teu prazer a escorrer pela minha garganta.
 
Não quero viver sem esse abraço grosseiro e carinhoso, ao mesmo tempo; esse aperto que me deixa toda roxa e machucada de prazer.
 
Não consigo imaginar teu sorriso
fora do alcance dos meus olhos,
nem tua alma brincando
em outras nuvens que não sejam
as do céu que conquistamos juntos.
 
Desvendei, num sem querer apertado e doído, que tua vida se enfia pelos meus poros, a excitar-me... e, de todas as maneiras possíveis e impossíveis, provoca-me turgescências de paz infinita... Descobri hoje, amor, que não posso viver sem tua vida na minha!
 
Beijos... os mais quentes...

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Rio de Janeiro, 1987 - início: 14h10 - término: 14h15

Fausto Papetti. Un homme et une femme

Exibições: 80

Respostas a este tópico

Sentimentos transbordando de paixão e saudade...Te abraço

'Descobri hoje, amor, que não posso viver sem tua vida na minha!
 

Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ

Quanto amor e saudades nestas linhas,

uma carta adorável, parabéns querida Silvia, bjs MIL.

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