O gozo silencioso

Terça-feira à noite. Restaurante na Avenida Sernambetiba, Barra da Tijuca. Três belas mulheres, inteligentes, cultas e independentes financeiramente, conversam alegremente.

- Ah! Gosto de bastante rebolado! gargalha Luzia.

- Eu também... e muito barulho... aiiii, que delícia! Extravasa Ana Lúcia.

Silêncio.

- E tu, não gostas de um rebola e grita e rola?

Silêncio.

- Ahhhhh... não escondas o jogo... fala logo.

Uma voz sensual responde: - Só de vez em quando.

- Como assim?

- Sou mais silenciosa...

- Essa não!
 
Gabriela sorri. Levanta-se. Com charme, ajeita o vestido vermelho colado ao corpo e dirige-se à toillet, para retocar a nudeza do rosto sem maquiagem.

As amigas estranham. Nada sabem de gozo tântrico.


Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Rio de Janeiro, 17 de outubro de 2011 – 21h15

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Respostas a este tópico

Mais palavras neste conto...? não!

amei as imagens...

Com charme, ajeita o vestido vermelho colado ao corpo e dirige-se à toillet, para retocar a nudeza do rosto sem maquiagem..

DELICIOSAMENTE SENSUAL ...

Com charme, ajeita o vestido vermelho colado ao corpo e dirige-se à toillet, para retocar a nudeza do rosto sem maquiagem.


Sutil e inusitado!

Na brevidade das letras, um fim prolongado...

beijos

Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ

Sensacional, nas entrelinhas o êxtase calado,

parabéns querida Silvia, grande beijo, MIL.

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