MOR

 

Depois de tantas visitas com seu pai na casa do criador de galos de briga Silveirinha ficou muito entusiasmado com aquele esporte, ao ver aqueles belos galos naquelas gaiolas e serem bem preparados pelo amigo de seu pai.

Certa noite quando toda a família estava reunida durante a ceia ele falou para seu que o amigo do mesmo queria vender para Silveirinha  a criação e treinamento dos galos de briga, nessa altura já pensava em ser veterinário e cuidar de animais, mas seu pai ponderou com algumas explicações a idéia de seu filho:

- Olhe bem o que vai fazer esta atividade não é uma profissão, pois esta atividade já foi declarada crime desde mil e novecentos e trinta e ainda pode aparecer outro louco declarando novamente crime pois neste país cada governante gosta de ser pai de uma nova lei ao  declarar a proibição da mesma que já foi declarada crime, e ainda por maltratar animais o que vai fazer da vida, a partir do momento deste acontecimento, somente fazer assado de panela de animais tão importantes e nada mais. Logo o custo destes animais serão maiores do que comprarem eles nos abatedouros.

Todas estas explicações levaram ele pensar melhor naquele assunto, em se envolver naquela nova atividade pretendida.

Seu pai ainda falou:

- Meu filho pense melhor ante de tomar qualquer decisão e principalmente com o teu futuro, pois qualquer passo errado pode levá-lo ao um verdadeiro desastre emocional no futuro de sua vida. Pense melhor, pois o estudo é o melhor caminho na vida das pessoas é algo que ninguém pode roubar e este o acompanhará até o fim de a sua vida.

Silveirinha a partir daquele momento ficou pensando nos conselhos de seu pai achando que ele tinha razão.

Ele era muito inteligente e tinha muitas idéias, só que ainda sua mente não estava madura para tomar certas decisões, aquela conversa daquela noite o deixou mais cauteloso em seus analises.

Depois de analisar várias profissões que poderia seguir a nível superior, já que em sua cidade Florianópolis, ainda não tinha uma universidade, mas alguns cursos isolados, como: Farmácia, Odontologia, Analise laboratorial e Direito.

Depois de muita meditação Silveirinha escolheu o Curso de Direito que no seu tempo funcionava na, Rua Esteves Júnior perto da beira mar norte na cidade e foi ali que cursou sua nova profissão.

Que passou a exercer logo que terminou a graduação e prestar exame na OAB, já naquele tempo.

Mais tarde fez concurso público para assistente jurídico no Governo Federal aonde chegou a sua aposentadoria.

 

São José/SC 13 de novembro de 2.011.

mosnyoiram@gmail.com

www.mario.poetasadvogados.com.br

 

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Respostas a este tópico

Silveirinha rejeitou a vida à margem da lei. Estudou e trabalhou, enquanto tantos outros optaram/optam pela vida distanciada dos princípios ético-jurídicos. O tema do teu conto é relevante e, infelizmente, atual. Beijossssssssssss

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