☆Meio Ambiente e Direito Ambiental☆

Informação

☆Meio Ambiente e Direito Ambiental☆

Espaço destinado à publicação de crônicas, apostilas, artigos científicos, monografias e teses concernentes ao Meio Ambiente e ao Direito Ambiental. NÃO PUBLICAR POEMAS. Moderadora do grupo: Sílvia Mota

Site: http://peapaz.ning.com/group/direitoambiental
Local: Poetas e Escritores do Amor e da Paz
Membros: 55
Última atividade: 18 Fev

Objetivos do Grupo

Apresentar e discutir, criticamente e de forma integrada, os principais aspectos do Meio Ambiente e do Direito Ambiental e das práticas sociais, políticas e institucionais correspondentes.


Demonstrar a relevância do Meio Ambiente e do Direito Ambiental na sociedade contemporânea e, sobretudo no meio local, face à realidade.

Contribuir para o desenvolvimento de espírito crítico e reflexivo sobre os temas ambientais da atualidade.

Incitar o leitor ao desenvolvimento de atitude dinâmica e atuante na comunidade em que vive, comprometida com o Meio Ambiente, como agente multiplicador da leitura realizada.

 

Poemas sobre o tema devem ser publicados no Grupo Biopoesia.

 

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Comentário de Arthur Jaak Wilfrid Bosmans em 15 janeiro 2011 às 5:15

Tratando o esgoto pela raiz 


Simples, barato e ecologicamente correto, sistema utiliza plantas para recuperar efluentes domésticos e não poluir o meio ambiente


Em meio a uma verdadeira “floresta” nos fundos da casa, Salete e Alessandra mostram as plantas que tratam o esgoto da chácara (Foto: Aniele Nascimento/AGP)

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Por: João Rodrigo Maroni

Coletar e tratar o esgoto de áreas rurais ou de pequenos municípios mais afastados dos grandes centros é hoje um dos maiores entraves à universalização do saneamento básico no Brasil. Só no Paraná, segundo o IBGE, mais da metade das cidades (57,9%) não possui rede de coleta de efluentes. No entanto, existem técnicas simples, relativamente baratas e ecologicamente corretas que ajudam a minimizar o impacto ambiental e reduzir o risco de doenças provocadas pelos dejetos lançados in natura nos rios.

As estações de tratamento de esgoto (ETEs) por zona de raízes são um exemplo disso. Neste caso, plantas fazem a filtragem do efluente antes de lançá-lo na natureza. Em Colombo, na região metropolitana de Curitiba, a Chácara Harmonia adotou há um ano e meio esse sistema. Na frente da propriedade – que é toda autossustentável – não passa rede coletora. O esgoto, anteriormente jogado em um poço morto, agora vai para uma pequena ETE. “Qualquer um que tenha um terreno pequenininho pode fazer. E você não precisa construir a casa assim, pode adaptar o sistema que já existe”, explica Alessandra Seccon Grando, que mora na chácara com a mãe, Salete Seccon.

Fossas

No sistema adotado na residência, o efluente passa por duas fossas fechadas, que decantam a parte sólida e possibilitam sua decomposição. Em seguida, o esgoto vai para um tanque impermeabilizado que contém – de baixo para cima – camadas de pedra brita e areia. Em cima dessas camadas são inseridas macrófitas (plantas de áreas alagadas), que trabalham em simbiose com bactérias aeróbicas. Estas, por sua vez, decompõem as partículas orgânicas junto às raízes. Para isso, utilizam o oxigênio captado do ar pelas próprias plantas. Depois de tratada, a água que sobra cai no terreno e infiltra. “Dá para fazer um laguinho com peixes aqui”, planeja Salete.

“Basicamente, as fezes se transformam em plantas e em um lindo jardim, com bananáceas, juncos, papirus e aguapés”, resume o técnico em meio ambiente Thomás Moutinho, que construiu a ETE da chácara. Adepto da permacultura – ciência que valoriza práticas sustentáveis, inclusive em construções –, ele explica que a obra levou apenas dois dias para ser concluída e custou cerca de R$ 500. A ETE tem capacidade para tratar o esgoto produzido por 4 pessoas/dia. Em um sistema maior (para 12 casas), construído no interior de São Paulo, o custo foi de R$ 1 mil por casa, segundo Moutinho.

De acordo com a bióloga Tamara Van Kaick, professora adjunta do departamento de Química e Biologia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a eficiência das ETEs por zona de raízes depende da combinação de fatores como o tipo de planta, a granulometria (tamanho) da brita e da areia e do tipo e volume de esgoto, entre outros. Ainda assim, na média, os resultados são muito bons. “Algumas avaliações identificam uma excelente redução em todos os parâmetros. Alguns, como coliformes fecais, chegam a ter redução de 99%”, destaca.

Além de não ter problemas com o mau cheiro e incrementar o jardim, a ETE praticamente não dá manutenção. “O que a gente tem de fazer, às vezes, é tirar o excesso de raízes”, explica Alessandra. Salete, por sua vez, toma alguns cuidados prévios. “Água sanitária não pode, então usamos somente sabão. Eu me preocupo em não colocar nada que vá matar as plantas”, justifica.

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COMO FUNCIONA:

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A ETE por zona de raízes tem um sistema simples, mas eficiente.

* O efluente que sai da residência vai para uma fossa séptica comum, impermeabilizada. Ali, o esgoto bruto decanta por ação da gravidade. As partículas mais pesadas vão para o fundo; as leves sobem. Neste estágio, ocorre a decomposição anaeróbica (sem oxigênio) do material orgânico.

* Ainda nesta etapa, pode-se acrescentar opcionalmente um tanque com carvão para absorver produtos químicos como sabões e água sanitária, que agem como biocidas, matando as bactérias nas raízes das plantas e comprometendo a eficiência do sistema.

* Na sequência, o efluente entra pela parte mais baixa de um tanque construído normalmente em ferro e cimento e impermeabilizado. No fundo desse tanque, acrescentam-se camadas de pedra britada – mais grossa no fundo e mais fina em cima. Quanto menor o espaço entre as camadas, mais eficiente será o tratamento. Depois, coloca-se areia, onde as plantas macrófitas são inseridas.

* A região onde as raízes avançam torna-se uma área aeróbica. As plantas têm capacidade de injetar o oxigênio em suas raízes, onde vivem microrganismos – zona conhecida como biofilme –, que decompõem as partículas orgânicas, liberando-as para as plantas.

* Finalmente, pode-se construir um pequeno lago para oxigenação do efluente que sai pela parte superior do tanque. Este lago pode ser habitado por sapos e até por pequenos peixes.

Fonte: Thomás Moutinho

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Preocupação socioambiental


A ETE do patronato ocupa uma área de 80 m2, entre a mata e a plantação (Foto: Ivonaldo Alexandre/AGP)

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Além de oferecer apoio a cerca de 600 jovens em situação de risco, o Patronato Santo Antonio, em São José dos Pinhais, também virou um exemplo de responsabilidade ecológica. Como não há rede coletora de esgoto na região, a entidade investiu em uma ETE por zona de raízes. O sistema, que inclui uma cisterna de cimento de três metros de diâmetro para a decantação prévia do esgoto bruto e um canteiro de plantas de mais ou menos 80 m2 para filtragem do efluente oriundo da cisterna, foi inaugurado em maio deste ano e tem capacidade para servir a aproximadamente 700 pessoas.

“Tivemos como motivação para essa obra a preocupação com o meio ambiente, algo que o patronato sempre teve, e não simplesmente ficar esperando que isso seja imposto pela legislação. É o correto a ser feito”, justifica Euclides Nora, assessor do patronato. “E a gente sabe que essa água que sai não está poluindo nada mais para a frente, o que é muito positivo”, acrescenta Luiza Deon, administradora da entidade. O patronato ocupa uma vasta área, localizada dentro da bacia do Rio Miringuava.

Antes de adotar o sistema, tanto a água da chuva quanto o esgoto iam para fossas comuns, situadas junto às edificações. Agora, a água pluvial é direcionada diretamente para cavas que ficam no terreno ao fundo do patronato. Já o esgoto, vai para a ETE e, só depois de tratado, é que é lançado nas cavas. “Fizeram um exame na água e deu teor de pureza de 90%”, orgulha-se Euclides. “A nossa intenção agora é fazer uma cisterna para captação de água da chuva”, revela Luiza, que notou a diminuição do número de pernilongos depois da implantação da ETE. Além disso, a única manutenção que precisam fazer é esgotar, de cinco em cinco anos, a cisterna de cimento.

Orientação

A bióloga Tamara Van Kaick explica que, apesar de simples, as estações de tratamento por zona de raízes devem ser construídas sob supervisão. “A orientação técnica é fundamental, porque qualquer alteração no projeto pode trazer problemas e o transbordo do esgoto bruto causa mau cheiro”, argumenta. Segundo Kaick, infelizmente no Brasil ainda há poucos profissionais capacitados na área. Além disso, é preciso definir também algumas padronizações e estudos sobre os materiais e as técnicas empregados na construção das ETEs. Mesmo assim, as vantagens do sistema são grandes. “Ele assimila os nutrientes (fósforo e nitrogênio), que se lançados em excesso nos corpos hídricos tiram oxigênio da água, um dos maiores problemas que os sistemas convencionais não conseguem reduzir”, esclarece. Já Thomás Moutinho, aponta a descentralização do tratamento de efluentes como outra vantagem. “Os sistemas convencionais (centralizados) recolhem quantidades imensas de materiais orgânicos e os carregam a quilômetros para tratá-los. Há um alto custo de construção e de manutenção, além de um elevado gasto energético”, conclui.

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Confira um vídeo explicativo sobre como funciona uma ETE por zona de raízes no litoral do Paraná. A sugestão é do leitor Eduardo Jankosz.




Comentário de Arthur Jaak Wilfrid Bosmans em 15 janeiro 2011 às 4:55

Desastre Amaz么nico








Caros amigos,


O Presidente do IBAMA se demitiu ontem sob forte pressão para permitir a construção do desastroso Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, que iria devastar uma área imensa da Amazônia e expulsar milhares de pessoas. Proteja a Amazônia seus povos e suas espécies -- assine a petição para Presidente Dilma contra a barragem e pedindo eficiência energética:

Assine a petição!


O Presidente do IBAMA se demitiu ontem devido à pressão para autorizar a licença ambiental de um projeto que especialistas consideram um completo desastre ecológico: o Complexo Hidrelétrico de Belo Monte.

A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras em poucas semanas.

A mudança de Presidência do IBAMA poderá abrir caminho para a concessão da licença – ou, se nós nos manifestarmos urgentemente, poderá marcar uma virada nesta história. Vamos aproveitar a oportunidade para dar uma escolha para a Presidente Dilma no seu pouco tempo de Presidência: chegou a hora de colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar. Assine a petição de emergência para Dilma parar Belo Monte – ela será entregue em Brasília, quando conseguirmos 150.000 assinaturas:

https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

Abelardo Bayama Azevedo, que renunciou à Presidência do IBAMA, não é a primeira renúncia causada pela pressão para construir Belo Monte. Seu antecessor, Roberto Messias, também renunciou pelo mesmo motivo ano passado, e a própria Marina Silva também renunciou ao Ministério do Meio Ambiente por desafiar Belo Monte.

A Eletronorte, empresa que mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que o IBAMA libere a licença ambiental para começar as obras mesmo com o projeto apresentando graves irregularidades. Porém, em uma democracia, os interesses financeiros não podem passar por cima das proteções ambientais legais – ao menos não sem comprarem uma briga.

A hidrelétrica iria inundar 100.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.

Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética. Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.

A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro.O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora:

https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

Acreditamos em um Brasil do futuro, que trará progresso nas negociações climáticas e que irá unir países do norte e do sul, se tornando um mediador de bom senso e esperança na política global. Agora, esta esperança será depositada na Presidente Dilma. Vamos desafiá-la a rejeitar Belo Monte e buscar um caminho melhor. Nós a convidamos a honrar esta oportunidade, criando um futuro para todos nos, desde as tribos do Xingu às crianças dos centros urbanos, o qual todos nós podemos ter orgulho.

Com esperança

Ben, Graziela, Alice, Ricken, Rewan e toda a equipe da Avaaz

Fontes:

Belo Monte derruba presidente do Ibama:
http://colunas.epoca.globo.com/politico/2011/01/12/belo-monte-derru...

Belo Monte será hidrelétrica menos produtiva e mais cara, dizem técnicos:
http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/04/belo-monte-...

Vídeo sobre impacto de Belo Monte:
http://www.youtube.com/watch?v=4k0X1bHjf3E

Uma discussão para nos iluminar:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101224/not_imp657702,0.php

Questão de tempo:
http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2011/01/13/questao-de...

Dilma: desenvolvimento com preservação do meio ambiente é "missão sagrada":
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110101161250&a...

Em nota, 56 entidades chamam concessão de Belo Monte de 'sentença de morte do Xingu':
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/08/26/em-nota-56-entidade...

Marina Silva considera 'graves' as pressões sobre o Ibama:
http://www.estadao.com.br/noticias/economia,marina-silva-considera-...

Segurança energética, alternativas e visão do WWF-Brasil:
http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/posicao_barragens_wwf_brasi...


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Comentário de Arthur Jaak Wilfrid Bosmans em 28 dezembro 2010 às 14:55

Desmatamento na Amazônia leva à descoberta e extinção de espécies

Seg, 27 Dez, 05h10

LIMA (AFP) - Na Amazônia peruana, uma espécie de ave é descoberta por ano, e uma de mamífero a cada quatro, mas, paradoxalmente, cada nova
descoberta faz parte de uma tragédia, pois ocorre devido ao desmatamento
realizado por empresas de petróleo, mineradoras e madeireiras.


Por isso, em muitos casos, a descoberta de uma nova espécie caminha lado a lado com o começo de sua extinção.

"As descobertas de aves, mamíferos e outras espécies na maioria ocorrem devido não a uma pesquisa científica, que custa muito dinheiro, mas pela presença de empresas petroleiras, mineradoras e de corte de
árvores", disse à AFP Michael Valqui, da ONG conservacionista Fundo
Mundial para a Natureza (WWF-Peru).

"Este tipo de descoberta põe em risco a espécie que se descobre, já que pode entrar em risco de extinção porque este lugar é seu único hábitat, devido ao clima ou bacia", acrescentou.

Entre as novas espécies descobertas nos últimos cinco anos estão a rã 'Ranitomeya amazonica', com coloração de fogo na cabeça e patas azuis, o papagaio-de-testa-branca e o beija-flor-de-colar-púrpura.

O Peru é o quarto país do mundo em extensão florestal, com 700.000 km2 de florestas tropicais amazônicas, que contribuem para reduzir o aquecimento global e abrigam grande biodiversidade.

Em outubro, mais de 1.200 novas espécies foram apresentadas em uma cúpula das Nações Unidas sobre biodiversidade. Delas, cerca de 200 foram descobertas na Amazônia peruana.

A região tem 25.000 espécies de plantas - 10% do total mundial - e é o segundo lugar do mundo com mais diversidade de aves, abrigando 1.800 espécies. Também ocupa o quinto lugar do mundo no que diz respeito à
diversidade de mamíferos (515 espécies) e répteis (418 espécies).

Para Ernesto Ráez, diretor do Centro para a Sustentabilidade Ambiental da Universidade Cayetano Heredia, de Lima, "o número de espécies que desaparece para sempre no mundo todos os dias é muito
superior ao número de espécies que descobrimos todos os dias".

"Há espécies, em outras palavras, que desapareceram antes que as tenhamos conhecido", disse.

A Amazônia peruana deve fazer frente a um agressivo programa estatal de exploração petroleira e mineradora, que tem confrontado o governo e as comunidades indígenas do local.

"Uma empresa mineradora ou de hidrocarbonetos não é, em si mesma, destrutiva; a chave é se é limpa ou não", explicou Gérard Hérail, do Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento de Lima (IRD, na sigla em
francês).

Segundo os cientistas, a lagartixa de Lima, um animal de hábitos noturnos encontrado apenas em 'huacas' (santuários arqueológicos) da capital peruana, está prestes a se extinguir, enquanto outras espécies
já desapareceram, como o rato endêmico da 'lomas' ou encostas ('Calomys
sp', um ratinho orelhudo).

"Os arqueólogos, ao limpar as 'huacas' para sua restauração, destroem o hábitat da lagartixa de apenas dois a três centímetros, com cor avermelhada, que vive nos recantos e locais escuros do local", disse
Valqui, do WWF-Perú.

Em 2009, o governo propôs, perante um organismo internacional sobre mudanças climáticas a preservação de 540.000 km2 de florestas e reverter processos de corte e queima para reduzir o desmatamento.

Atualmente, há no Peru 70 áreas naturais protegidas, que ocupam 200.000 km2, 15% do território nacional.

No entanto, "faltam sinais claros para dizer até onde o país vai na defesa de sua biodiversidade", disse à AFP Iván Lanegra, defensor adjunto para o Meio Ambiente da Defensoria do Povo.

Para Nicolás Quinte, biólogo guia do Parque Nacional do Manu, no Amazonas, deve-se promover "as atividades que não sejam claramente extrativistas, mas também produtivas e que sejam sustentáveis com o
passar do tempo. Uma delas pode ser o turismo que usa a floresta sem
destruí-la".

Comentário de CLAUDINHA POETA LONDRINA BRASIL em 26 dezembro 2010 às 11:06

EM NOSSO HUMANISMO CONSCIENTE

VIVE TODA REALIDADE DA VIDA TER

 

FUTURO !!!

 

QUE OS VENTOS DA EVOLUÇÃO HUMANISTAS

INVADA TODOS OS COR-AÇÕES PELA LIBERDADE

DAS ALMAS SONHAR COM ESSE  UNI-VERSO

DE IDÉIAS PO-ÉTICAS PELA DEFESA VERDADEIRA

DA PRESERVAÇÃO PELA VIDA NO PLA-NETA TERRA

 

POIS ESSA GERAÇÃO VIVA

QUE NASCE NESSE NOVO ANO

TEM DIREITO DE TER FUTURO

 

FUTURO QUE OS SEMEADORES

DA CONSCIÊNCIA POLÍTICA O FAZ

COM MUITO MAESTRIA POR MEIO

 

DA LITERATURA REVOLUCIONÁRIA

DA VIDA PELA VIDA COM VIDA !!!

 

DESEJO QUE AS VOZES

ERUDITAS POSSAM ALCANÇAR

TODOS OS NÍVEIS DE OLHARES

 

QUE POSSA ALCANÇAR

O TOPO DA MONTANHA

COM OS OLHOS DE FELICIDADE

 

POIS TEM NA PRAXIS

TODA VIRTÚ SORTE E FORTUNA

DE SEREM  GLADIADORES

 

DO TEMPO NO ESPAÇO

DAS ESCOLÁSTICAS

DA ESPERANÇA !!!

 

SOMOS BEM AVENTURADOS

POR TER ACESSIBILIDADE

AOS ENSINAMENTOS

CLAROS DA LIBERDADE

DA IGUALDADE EM FRATERNIDADE

POR MEIO DA AÇÃO CULTA DOS POETAS

DEL MUNDO

 

SO--MENTE MENTES SOBERANAS

PODEM NOS AJUDAR CRESCER

EM PENSAMENTO E ATITUDES

 

MEUS SINCEROS AGRADECIMENTO

PELA BELEZA E HARMONIA

CONSTRTIVISTA NESSA COMUNIDADE

TÃO CLARA COMO A LUZ DE DEUS !

 

SUCESSO EM 2011

QUE TODAS AS MANIFESTAÇÕES PO-ÉTICAS

TENHAM  EM SI MESMO O SORRISO

DAS GRAÇAS ALCANÇADAS

 

NOS PI--LARES DA SABEDORIA

VIVE TODA ESSÊNCIA DO AMOR !

 

BEIJOS DE VIDA

CLAUDINHA POETA

LONDRINA BRASIL

DEZEMBRO 2010

Comentário de Arthur Jaak Wilfrid Bosmans em 25 dezembro 2010 às 13:31

 Rezaremos pela nossa Terra, que está sendo destruída pelo mesmo espírito que preside nossas orgias natalinas.

 Natal me deixa triste. Porque, por mais que o procure, não o encontro. Natal é uma celebração. As celebrações acontecem para trazer do esquecimento uma coisa querida que aconteceu no passado. A celebração deve ser semelhante à
coisa
celebrada. Não posso celebrar a vida de Gandhi com um churrasco. Ele era
vegetariano, amava os animais. Uma celebração de Gandhi teria de ser feita com
verduras, água, leite e um falar baixo. Mais a leitura de alguns textos que ele
deixou escritos. Assim Gandhi se tornaria um dos hóspedes da celebração. Agora,
um visitante de outro planeta que nada soubesse das nossas tradições, se ele
comparecesse às festas de Natal, sem que nenhuma explicação lhe fosse dada, ele
concluiria que o objeto da celebração deveria ser um glutão, amante das carnes,
bebidas, do estômago cheio, das conversas em voz alta, do desperdício. Nossas
celebrações de Natal são como as cascas de cigarra agarradas às árvores. Cascas
vazias, das quais a vida se foi. Se perguntar às crianças o que é que está sendo
celebrado, eles não saberão o que dizer. Dirão que o Natal é dia do Papai Noel,
um velho barrigudo de barbas brancas amante do desperdício, que enche os ricos
de presentes e deixa os pobres sem nada. (…) Pois é certo que as celebrações do
Natal são orgias de ricos, celebrações do desperdício e lixo. Celebrações do
lixo? Aquelas pilhas de papel de presente colorido em que vieram embrulhados os
presentes, não são elas essenciais às celebrações? Rasgados, amassados,
embolados num canto. Irão para o lixo. Quantas árvores tiveram de ser cortadas
para que aqueles papéis fossem feitos. Para quê? Para nada. A indiferença com
que tratamos o papel de presentes é uma manifestação da indiferança com
que
tratamos a nossa Terra. Estou convidando meus amigos para uma celebração de
Natal. Ela deverá imitar a ceia que José e Maria tiveram naquela noite: velas
acesas, um pedaço de pão velho, vinho, um pedaço de queijo, algumas frutas
secas. À volta de um prato de sopa de fubá – comida de pobre –, tentaremos
reconstruir na imaginação aquela cena mansa na estrebaria, um nenezinho deitado
numa manjedoura, uma estrela estranha nos céus, os campos iluminados pelos
vaga-lumes. E ouviremos as velhas canções de Natal, e leremos poemas, e
rezaremos em silêncio. Rezaremos pela nossa Terra, que está sendo destruída pelo
mesmo espírito que preside nossas orgias natalinas.

Rubem Alves

Comentário de Arthur Jaak Wilfrid Bosmans em 22 dezembro 2010 às 18:00

Dez atitudes para poupar o meio ambiente no imóvel novo

 

Enquanto os líderes de países discutem em reuniões, como na conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o clima (COP-16), o destino do mundo com relação ao aquecimento global, cada pessoa pode fazer a
sua parte para poupar o meio ambiente. A começar dentro de casa,
principalmente, nesta época otimista em que muitos puderam adquirir seu imóvel
- segundo a Caixa Econômica Federal, o volume de crédito em 2011 deve crescer
em torno de 30%.%.

Assim, antes de mobiliar, revestir, reformar ou construir a casa própria, saiba que existem diversos produtos e serviços que são ambientalmente amigáveis se comparados a outros disponíveis no mercado. E,
melhor, ao contrário do que se imagina, podem ser comercializados pelo mesmo
valor ou apresentar um custo-benefício interessante, já que proporcionam
economia de serviços básicos como água, luz e gás.

Veja dez dicas para montar uma residência ambientalmente correta:

1 - Madeira
Prefira a madeira como acabamento, piso e estrutura, pois ela apresenta menor impacto ambiental se comparada ao ferro e ao alumínio e é um recurso
renovável e de alta resistência. No entanto, fique atento à sua procedência.
Cheque se ela possui o selo FSC (Forest Stewardship Council, em inglês, que
garante um manejo sustentável) ou peça para ver o Documento de Origem Florestal
(DOF) ou a Guia Florestal (GF) - ambos uma espécie de RG da peça. Em caso de
dúvida, opte pelo MDF ou outros aglomerados de madeira. Apesar de exigirem monocultura
de pinus e eucalipto, espécies usadas na fabricação dos conglomerados, cerca de
40% de toda sua produção no país possui certificação FSC.

2 - Móveis usados
Antes de procurar mobiliário novo, garimpe em antiquários e em vendas de garagem conhecidas por "família vende tudo". De modo geral,
reutilizar exige menos da natureza, pois a peça já foi produzida. Isso também é
válido para quem quer renovar o mobiliário já existente. Muitos antiquários
aceitam trocas de peças, às vezes, sem cobrar nada. Apenas é necessário levar a
mobília para a loja.

3 - Área externa
Se a residência é uma casa, é recomendável que o chão da área externa seja recoberto por pedriscos, gramado ou por materiais que permitam a penetração de
água na terra. Evite revestimentos, como o cimento, que impermeabilizam o
terreno. Favorecer a infiltração de água no solo ajuda na absorção da chuva
evitando enchentes, principalmente, em grandes cidades.

4 - Plantas
Cultive plantas. Manter plantas dentro de casa, na varanda ou no quintal ajuda no conforto térmico da cidade. Além disso, elas consomem o dióxido de carbono
(CO2), um dos gases causadores do efeito estufa, realizando o famoso
"sequestro de carbono". Porém, dê preferência para plantas
provenientes de sua região, evitando as chamadas "exóticas" - elas
podem se tornar uma praga para o ecossistema local. Na dúvida, pergunte para a
Secretaria de Meio Ambiente do município quais são as plantas endêmicas e,
também, as indicadas para serem colocadas no quintal ou na calçada. Plantar a vegetação
correta evita, por exemplo, que as raízes destruam o asfalto ou danifiquem a
fiação elétrica.

5 - Reutilize a água
Existem diversos sistemas que permitem, principalmente, captar a água da chuva e reutilizar a água da residência - como a do banho. Geralmente, a água da
chuva é captada no telhado e desviada para ser armazenada em grandes
recipientes. Essa água pode ser usada para lavar a calçada, carros, etc. Com
relação a água do banho, segundo a Sabesp, o registro meio aberto de uma ducha
por 15 minutos consome 135 litros de água. Essa água pode ser desviada para um
reservatório após passar por filtros e tratamentos. Em seguida, ser utilizada
nos vasos sanitários, por exemplo.

6 - Energia elétrica
Ao adquirir eletro-eletrônicos verifique qual o consumo de energia deles. Todos os aparelhos comercializados no Brasil possuem uma tabela com letras, por ordem
alfabética, de "A", que significa mais eficiência energética, até
"E", pior desempenho. Além disso, alguns produtos possuem o Selo Procel
de Economia de Energia, concedido pelo Programa Nacional de Conservação de
Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME). O Selo Procel indica
os produtos que apresentam melhores níveis de eficiência energética dentro de
sua categoria, ainda mais indicado que o "A".

7 - Tecidos
Opte por revestimentos de mobílias - como sofás, poltronas, cadeiras, pufes - de fibra natural como de bambu , de bananeira, seda, algodão, juta e linho.
Quando descartados, todos se decompõem mais rapidamente do que, por exemplo, o
poliéster - um tipo de plástico. Melhor ainda seria optar por tecidos que não
foram tingidos, em sua cor original.

8 - Entulho
Qualquer reforma ou construção gera entulho. Em vez de despejar o material em vias públicas - que é expressamente proibido - ou jogá-lo em lixões e aterros,
saiba que é possível reaproveitá-lo. Algumas empresas que comercializam pedras
aceitam como doação pias ou pedaços de granito ou mármore. Com relação ao
destino de outros materiais, algumas cidades possuem pontos de coleta que destinam
o entulho para a reciclagem. Vale entrar em contato com a prefeitura, em busca
desses locais, antes de despejá-lo sem cuidado. São Paulo, por exemplo, têm os
EcoPontos onde qualquer pessoa pode levar os resíduos da construção que,
depois, serão reciclados. Osasco, na Grande São Paulo, possui uma usina de
reciclagem que recebe entulho de pequenas reformas e construções.

9 - Iluminação
Vai trocar as luminárias ou instalá-las no imóvel novo? Dê preferência para lustres e abajures que usam lâmpadas fluorescentes ou Leds. Segundo estudo
realizado pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), as lâmpadas
fluorescentes chegam a ser 79% mais econômicas que as incandescentes - também
geram 70% menos calor, reduzindo a necessidade de ar-condicionado ou ventilador.
Com relação ao emprego de Led, fabricantes afirmam que a economia com relação à
incandescente pode ser de 80%. Porém, cuidado com o descarte, principalmente,
das fluorescentes. Elas possuem mercúrio em sua composição, o que pode
contaminar o meio ambiente. Alguns fabricantes e lojas recebem as lâmpadas
destinando para a reciclagem. Por fim, pinte o teto e as paredes internas com
cores claras que ajudam a refletir a luz. E, assim, diminuem a necessidade de
iluminação artificial.

10 - Utensílios
Opte por utensílios domésticos que agridam menos o meio ambiente. Como por exemplo, use potes de vidro no lugar do tapeware de plástico, prefira vassouras
feitas com madeira certificada, escolha vasos de cerâmica do lugar dos feitos
com plástico, entre outros. Sempre, antes de adquirir qualquer produto, reflita
sobre qual matéria-prima foi empregada em sua fabricação. Conserve os objetos e
lembre-se que você faz parte do meio ambiente.

 

Isis Nóbile Diniz

Comentário de Arthur Jaak Wilfrid Bosmans em 14 dezembro 2010 às 7:56

HOJE!!! URGENTE!!!

 

Caros amigos,

A Câmara dos Deputados irá votar HOJE em uma medida que poderá destruir o nosso Código Florestal! Se a proposta atual for aprovada, ela irá gerar milhões de hectares de desmatamento em todo país e anistiar desmatadores. Nós só temos algumas horas para ligar para os Deputados e bloquear a proposta de urgência!

Os ruralistas acham que podem empurrar esta proposta enquanto ninguém está olhando -- porque eles sabem por experiência que a pressão popular pode derrubar acordos secretos. Vamos gerar um chamado urgente inundando todos os líderes dos partidos que são contra o Código Florestal com telefonemas pedindo para eles removerem o pedido de urgência.

Ligue para os números abaixo agora e diga: “Por favor remova o seu partido do Requerimento de Urgência do Código Florestal”.

Dep. Cândido Vacarezza - Liderança do Governo - (61) 3215-9001
Dep. Paulo Pereira da Silva (PDT) - (61) 3215-9700
Dep. Fernando Coruja (PPS) - (61) 3215-9600
Dep. João Almeida (PSDB) - (61) 3215-9345
Dep. Paulo Bornhausen (DEM) - (61) 3215-9262
Dep. João Pizzolatti (PP) - (61) 3215-9421

Depois de ligar, clique abaixo para deixar uma mensagem para os outros membros da Avaaz:

http://www.avaaz.org/po/codigo_urgente/?vl

Se o pedido de urgência for aprovado hoje, significa que as alterações no Código Florestal podem ser votados a qualquer momento, sem nenhuma discussão, negociação ou revisão. O “novo” Código Florestal seria uma catástrofe ambiental, removendo proteções para topos de morros e leitos de rios, o que faria desastres como as inundações trágicas do Nordeste e deslizamentos no Rio ainda mais frequentes; anistiando desmatadores; e expondo uma área do tamanho de Minas Gerais ao desmatamento.

Se nós não nos manifestarmos os ruralistas irão ganhar, destruindo nosso precioso patrimônio público pelo lucro privado. Vamos lhes dar um aviso que estamos observando e não iremos permitir a destruição institucionalizada dos nossos recursos naturais. Vamos deixar claro que queremos as nossas florestas fortes e de pé! Ligue para os líderes dos partidos agora e depois clique abaixo para enviar uma mensagem:

http://www.avaaz.org/po/codigo_urgente/?vl

Em uma época em que a preservação ambiental é senso comum, muitos políticos brasileiros ainda vivem na mentalidade do século XVI de dominação e exploração máxima da natureza para enrriquecimento de poucos. Para proteger o nosso futuro, vamos trazer estes políticos para o presente. Vamos fazer a luta pelo Código Florestal a nossa missão pessaol e vamos defendê-lo até o fim.

Com esperança,

Ben, Graziela, Luis, Alice, Maria, Milena e toda a equipe Avaaz

Mais informações:

Governo faz acordo com ruralistas e Código Florestal vai a votação na próxima terça:
http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=3232

Código pode inviabilizar meta de redução de emissões:
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=8&id_noticia=351438

Manobra de ruralistas tenta incluir Código Florestal na pauta da Câmara:
http://www.aquiacontece.com.br/index.php?pag=meio_ambiente&cod=...

Pedido de urgência na votação do Código Florestal ecoa em Cancún:
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/pedido+de+urgencia+na+votac...

CONFIRA A LISTA DOS DEPUTADOS QUE ASSINARAM O REQUERIMENTO EM FAVOR DA VOTAÇÃO DO CÓDIGO FLORESTA:
http://www.frenteambientalista.org/not_detalhe.asp?cod=2909


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Comentário de Sílvia Mota em 29 novembro 2010 às 23:21
Obrigada, Marco! Escreva, também. Gosto de dialogar com o amigo, pois aprendo muito. Beijossssssss
Comentário de Marco Bastos em 29 novembro 2010 às 23:14
´
Obrigado pelo convite, Sílvia. Embora eu aprecie os fundamentos do Direito Consuetudinário mais que aqueles do Direito Positivo que fazem do Estado o Gestor do Direito e da Justiça, surda, muda e cega, aqui estarei para aprender a lógica do Grande Leviatã. rs.
abraços.
Marco.

´
 

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