MOR

 

Voltar no tempo, quando da reforma do ensino implantado pelo governo do Estado de Santa Catarina, lá pelo ano de mil e novecentos e setenta (1970), com a nova metodologia criada por um grupo de formandos da Faculdade de Educação de Santa Catarina, como um projeto de final de curso.

Projeto este colocado em pratica pela Secretaria de Educação de Santa Catarina, e que hoje colhemos os frutos do mal fadado projeto, que ultrapassou as barreiras de nosso estado minando todo o Brasil,

Tudo pelo fator economia do sistema repetitivo que vinha acontecendo quando o aluno não tinha capacidade de passar de ano, o governo de então queria economizar, com a dita repetição escolar.

Nunca naquele momento foram analisadas as conseqüências futuras daquele famigerado e novo plano de educação, sem um estudo mais profundo do mesmo em laboratório de ensino e principalmente com crianças pobres e sem recursos de uma boa alimentação e com pais de bom poder aquisitivo.

Hoje colhemos os frutos da pior aventura de um sistema de ensino de nosso país, pois as pessoas que participaram deste novo modelo, os  comparo com Marques de Pombal, quando expulsou os Jesuítas do Brasil no Brasil Colonial, onde ficamos fadados a ser uma colônia de analfabetos e hoje continuamos a fabricar alfabetizados analfabetos, como um fator dominante, dos menos favorecidos pela sorte, num país rico em que poucos detêm este poder.

Agora surgem jornalistas, de renomada revista, que vêm com criticas que não confere com a realidade do nosso ensino, quem sabe estes difusores desta idéias sejam frutos do novo modelo educacional implantado naquela época, para expor idéias inverídicas, como se fosse ideal cronometrar o tempo de aula, que desde que estudei isso vem sendo feito neste pobre Brasil da educação.

Estes Jornalistas deveriam de ler o Livro A Educação no Brasil de Pombal a Passarinho, para então entrarem na seara do ensino brasileiro e escrever bons artigos tentando convencer os governos a reverem os erros praticados e logo aplicar um novo modelo, e que daqui a quarenta anos começarmos a colher os bons frutos, de uma educação de um novo Brasil, ou até de um Brasil a modelo da ÁFRICA, que vive com todos os novos países e seu seio.

Se assim continuar sem uma tomada de posição séria pelo Ministério da Educação seremos no futuro um país de traficantes com meninos e meninas vendendo e consumindo drogas como meta de enriquecimento.

E ainda mais recomendo que seja revogada a ECA e que seja repassada a responsabilidade a família a primeira educação básica, que a criança chegue à escola sabendo respeitar os professores os seu colegas com ética e responsabilidade.

Quero deixar claro que a minha geração o país educou seus filhos com palmadas e nunca encontrei alguém com traumas de terem apanhadas as ditas palmadas.

Este novo protecionismo da ECA parece estar preparando uma geração, que no futuro possa desencadear um momento ruim para todos os brasileiros.

Que os governos respeitem os professores e a educação, como a exemplo do Japão, quando certa vez os parlamentares japoneses interpelaram o Rei questionando os gastos com bons salários aos professores daquele país,

E o Rei respondeu quem merece reverência minha são os professores japoneses é deles que vem surgindo um novo Japão com tecnologia de ponta dominando o mundo, nossos cientistas formam um povo criador de novas tecnologias, tudo aconteceu depois da segunda guerra, este fato orgulha a todos os japoneses.

Os professores japoneses não fazem reverencia diante do Rei do Japão, mas sim o Rei é que presta reverencia aos professores.

E aqui no Brasil os mandatários massacram os professores, com baixos salários e com trabalhos estafantes sem remuneração.

O Brasil poderia ser o mesmo que o Japão; não dependem de matéria prima, somos a maior reserva de silício do mundo e ficamos construindo usinas elétricas, com um sol e com ventos em todo nosso litoral, mas somos pobres em formar o ser humano diante de todas suas necessidades, não produzimos cientistas, nem registramos patentes de novos produtos, pois novas tecnologias surgem da cabeça homens bem preparado, com investimentos que deve partir do governo que arrecada imposto e nada devolve em benefícios da pobre sociedade brasileira.

 

São José/SC, 17 de dezembro de 2.011.

mosnyoiram@gmail.com

www.mario.poetasadvogados.com.br

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Respostas a este tópico

Somente a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), brasileiros e brasileiras com idade até 18 anos celebraram o jaez de sujeitos de direitos, deixando a condição de incapazes, disposta nas legislações que o precederam. O Código de Menores impunha sobre as crianças e adolescentes uma visão reducionista e fatalista. Quebrou-se, portanto, o paradigma ultrapassado. O ECA estabelece a proteção integral para as crianças e adolescentes como dever de todos, poderes públicos e sociedade civil. Também alocou, em definitivo, os direitos das crianças e adolescentes na agenda política nacional. Contudo, ao ser aplicado, o ECA não encontra bases familiares, sociais e políticas, que o suporte. Inúmeros artigos que compõem o ECA são ineficazes em terras brasileiras. Por outro lado, ao "socializar" o cuidado que se deve ter com os menores, conscientiza a população de que se o "filho do Outro" encontra-se no âmbito da minha responsabilidade, também o "meu filho" encontra-se no círculo de proteção de todo o corpo social.

O tema que abordaste é de extrema relevância. Como professora universitária recebo em sala de aula alunos que mal sabem escrever. Inacreditável? - Pois é verdade! Muitos não compreendem o que ouvem em sala de aula e muito menos as leituras que tentam realizar. Leituras?!!! Oras, a grande maioria nega-se a ler, mas considera-se apto a "passar de ano"! Chego a crer que este seja um hábito pernicioso adquirido na base.

Lamentável a situação.

Beijosssssssssssssssss

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