Adeus em solitude

Para planarem na palma da mão aberta

ofereço-te meus sonhos injustificados

e adormeço num horizonte sem sentido.

Vago por estradas errantes

a aspirar rosas vermelhas inodoras.

E, depois... onde, meu fado?...

É de solitude a minha madrugada...

Depois do adeus sou nada.

Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2011 - 20h37
Mote: Paulo César – PEAPAZ – Poema sem fim

Exibições: 31

Respostas a este tópico

 Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ

Lindos versos um belíssimo indriso,

parabéns querida Silvia,bjs MIL.

Feliz porque gostaste, querida Maria Iraci!

Agradeço-te a visita e o belíssimo destaque.

Beijosssssssssssss

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