Metamorfose do Mal: tu, Anônimo!

Melancólico Anônimo!
Temes a inépcia da alma que escondes
na obscuridade do próprio cognome.

Na mata humana, danificado,
urdes vis maldades na ignorância de quem sou
e, bobo da corte, a outros tantos dejetas teus gracejos.

Não te necessito ver para intuir quem és.

Debalde fugirás - meu talento te cativa!

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz

Cabo Frio, 27 de agosto de 2009 – 1h11

Frederic Chopin - Marcha Fúnebre

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Respostas a este tópico

 Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ 

Perfeito, verdadeiro para  quem se esconde em malévolos gracejos,

pobre alma, refém de maus sentimentos, de sua ignorância.

Parabéns querida Silvia, bjs MIL

É isso!!!!!! É isso tal e qual! Vejo pela data que não é de hoje mas é sempre actual, pelo brilhantismo da da tua escrita - cujo Talento atrai - é como a mariposa e o fogo! É como o Priilampo (vaga-lume!) cujo brilho irrita a Serpente........!

Debalde fugirá mas de balde sairá, para nele vomitar o veneno, que debalde, (ou sem ele rsrs!) a quem teime teima injectar nos circuitos!!!

Isso traz-me a lembrança O Barbeiro de Sevilha de Rossini! Consegue pôr em musica o que é o Rumor da Difamação dos problemas desses anonymus que pululam nas redes sociais e à vezes junto de nós pertinho de nós sem nos darmos conta!!!

Querida Maria Iraci,

Infelizmente, ainda existem pessoas malévolas pelo mundo, em particular, no mundo virtual, que de alguma forma acoberta-os sob o véu do anonimato.

Grata, pela leitura, gentil comentário e belo destaque.

Beijossssssssss

Querida Chantal,

O poema é antigo, de uma época desagradável no mundo virtual.

Portanto, nasceu com endereço certo.

Agradeço-te a leitura cuidadosa e o comentário pertinente.

Beijossssssssss

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