Vivia na floresta uma linda bruxinha com sua mamãe bruxa e seu papai. Viviam lá em uma mata. Ela aprendeu a dançar para a lua e as estrelas. Conhecia as plantas, e o efeito delas. A menina bruxinha era feliz. Tinha amigos, como o Senhor Sapo, passarinhos, e até Dona Coruja, e um monte de borboletas. Quando sua mãe acendia o fogo e colocava o caldeirão sagrado, ela sabia que alguém estava precisando de uma poção mágica. Ajudava e aprendia. Assim era sua linda vida. Um dia teve que ir para a escola, e fez um amigo: o Natan. As outras crianças a olhavam desconfiada, e ela não entendia o porquê. Numa tarde quando saía da escola, ouviu uma criança falar que elas não brincavam com bruxas, e que elas à noite viravam um gato. Estava em casa, quando chegaram umas pessoas ruins, dizendo que elas não eram bem-vindas ao povoado, que a bruxinha não poderia mais ir à escola. A mamãe bruxa chorou, e ficou muito triste. As pessoas da vila já não mais pediam chás e remédios para ela, e nem olhavam quando as encontravam no caminho da mata. O Senhor Bruxo, aborrecido, pegou sua família, e partiu para outras terras. Quando estavam partindo, apareceu o menino Natan, e se despediu de bruxinha, dizendo que era seu amigo, mas que as pessoas da vila não o deixavam ir lá. Tinha fugido se para despedir. Uma doença pegou muitas pessoas da vila. Elas se lembraram das poções que as bruxas faziam, e as curavam, e foram lá na floresta as procurar. Quando lá chegaram, a cabana estava sem ninguém, e elas choraram. Arrependeram-se de maltratar a bruxinha, e rejeitar a família que só bem lhes fazia. Um dia a mãe de Natan adoeceu. O menino lembrou-se de sua amiga, e pensou forte nela. Pedia ajuda mentalmente, como sua amiga tinha lhe ensinado. Um belo dia, chega por um mensageiro uma ervas, e o modo de fazer o chá curativo.  E assim que todos o tomaram, a febre foi embora. A vila queria os bruxos de volta, mas eles nunca mais apareceram. Dizem que ainda moram, e recebem a visita de uma linda gatinha branca. Às vezes, ela o atrai até a estrada, e lá sempre ele encontra algo que precisa. Às vezes um brinquedo, ou algo que sua família.

Às vezes sente o perfume das flores da floresta perto da casa de sua amiga. Pensa forte nela, e pode vê-la em seus pensamentos na floresta.

 Devemos tratar bem a todos, porque sempre precisamos de ajuda, e nunca sabemos qual a mão que nos estenderá, para nos ajudar a levantar.

Dione Fonseca

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Respostas a este tópico

Com certeza sua bruxinha deixou a todos que leram, bem felizes...

Um lindo conto, encerrando uma bela lição de vida... "Devemos tratar bem a todos..." 

Beleza de encerramento...

Beijos aplauditivos,

Marcial

oi amigo poeta Só hoje vi seu comentário; me esqueci deste conto. Muito obrigada pela presebnça amiga

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