Ululante ruge o vento sibilante,

Varre tudo em busca de rua

Em busca de canto que o acolha.

 

Em teus braços envolvida,

Meu corpo freme, estremece arrepiado

Sob o cálido sopro de teu respirar

Sussurrando meu nome, sempre reinventado

Por ti! Em mim!

És sopro magnético, percorres minha espinha

Em meus roucos de amor, luzes e música pões!

 

Enovelados em nós, ventoso torvelinho,

Amantes!

Sorvemos momentos rápidos, perdidos no tempo!

Peles húmidas de nós! - do amor feito em nós!

Mordido sorvido bebido em tragos largos!

 

Amarrotados do frémito renascidos

Escutamos o Vento…

Sibilante, já é murmúrio.

Encontrado seu canto melodioso

Onde por fim relaxou...

Como nós..

Amantes de sempre. Amantes do tempo.

 

Chantal Fournet

26 Junho 2016

Portugal

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Respostas a este tópico

Menina!!!

Teus calientes versos, são demais!

Bravíssimo, minha querida.

Bjsss

Querida Poetisa Mônica do S Nunes Pamplona

tua presença em meus escritos traz-me felicidade!

este poema....sabes até eu gostei dele kkkkkk

nasceu numa noite de vendaval ...

aliás foram imensas noites de Junho,

em que tudo parecia ir pelos ares!!! kkkkkkk

ainda estou em falta contigo e peço desculpa! rsrs

beijossssss

chantal

Muito linda sua composição poética! Tem  sensualidade, sem cair no grotesco! Bjs.

Querida Filomena Azevedo Leite

Poetisa ter sua presença aqui é muita honra!

senti este meu serão com muito brilho!

Obrigada por suas palavras

que me causaram grande prazer pelo reconhecimento!!

beijos

Chantal Fournet

Escrevero amor e o desejo é saltar de dentro de si, é experimentar o pólen da paixão e do ser amado.
Adorei. Parabéns.
Abraços

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