A ovelhinha, aconchegada à mãe, é acordada, na madrugada, pelo brilho das estrelas e pelo tênue choro de um bebê.

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Respostas a este tópico

Muita ternura muiiiiiiiita mesmo!

Lindíssimo...

beijosss de poesiaaaaaaa

Chantal Fournet

Cara Chantal:  obrigado pelo seu gentil incentivo. E tal é sempre animador, nesse nosso caminhar por vales e serranias, que palmilhamos por missão, mantendo aquele (como você já bem colocou em belo poema)   "equilíbrio, entre rochedos e resvalos!" Abraço do j. a.

Belo conto e muito bonito. Gostei que tentei escrever um, será que consegui?

Parabéns Poeta José Medeiros.

Paz e bem.

João Furtado

Caro João Pereira: Veja como a há uma força mágica que nos une a todos: quando escrevi o microconto em tela, percebi que lá faltava a saga da jornada inspirada  de Baltasar, Gaspar e Melquior (somente sugerida pelo "brilho das estrelas"). "Talvez, quem sabe, em outra ocasião eu ponha esse outro holofote na mesma cena",  pensei... Eis que você o faz, com felicidade, caro poeta, trazendo a lume este seu sensível "Três Lunáticos (Micro-conto natalício)". Abraço, desde esta borda do Atlântico. j. a.

Concordo com Chantal!

é ternura que goteja e acarinha...

Parabéns!

O amigo me desculpe a intromissão, mas parece que já li algo com o nome de J. Luz... seria confusão de minha parte?

Grata

Primeiramente, desculpe-me você por não lhe responder antes, pois estou em uma viagem a trabalho, aqui no Planalto Central do Brasil.

Fico agradecido, cara Laís, pelo carinho de suas palavras animadoras.

Quanto ao "J. Luz", geralmente publico como J. A. Medeiros da Luz, ou, mais raramente, com o nome completo. Em artigo técnico, muitas vezes fica J. A. M. Luz, por exigência do veículo, mas acho que essa categoria não vem ao caso aqui, na área literária.
Abraço e aceite meus votos de um Natal pleno daquela alegria de nos perceber parte da maravilhosa concatenação dos seres!
j. a.

Perfeito!

Um micro conto que alveja o núcleo da questão, com o mínimo de caracteres possível.

Permitindo uma boa interpretação.

Bravosss,Bravossss.

 

Cara Mônica Pamplona: sinto-me muito obrigado pela generosidade do comentário; se este microconto tem seu mérito, isso se deve – não à qualidade do escrevinhador - mas à ternura do tema, com a beleza empática daquela entrega de si mesmo ao semelhante, núcleo da bela mensagem do Doce Rabino. Bela e transformadora mensagem, sejamos aderentes à(s) religião(ões), ou não. Abraço e meu voto de um Natal pleno de paz e do suave aconchego em meio a entes queridos.

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