O poema aqui publicado

é da autoria de Amália Faustino (foto).

Ao lê-lo emocionei-me, pela beleza e carinho que encerra.

Agradeço-te sinceramente querida amiga, poeta e escritora.

Poetisa Sílvia Mota

Percorri montes e vales, fajãs e achadas,

Órbitas e labirintos, costas e fachadas

Escorregadias entradas com saídas rochosas,

Tentando reter a essência de artes zelosas

Indagando quaisquer estrofes sobre o Amor!

Saboreei, lendo versos escritos com primor

Arquitetados por Sílvia Mota e promotores da PAZ.

 

Sorte minha foi encontrar Sílvia Mota neste espaço

Inclinado para subir e descer, em compasso

Logicamente respeitado, legalmente conveniente,

Vou e venho dentro da disciplina aqui reinante

Insiro palavras e ideias que brotam nos dedos,

Antes que a minha memória os faça penedos.

 

Minha linda menina dos tempos idos

Onde conseguiste resgatar a interior beleza

Tanta sabedoria, arte, eloquência e proeza

Aliadas a um conjunto de dons fundidos?

Amália Faustino

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