Descrição do vídeo:

O povo cigano é formado por uma pluralidade de etnias. Os clãs mais conhecidos são: Calon, Roma, Kalderash, Moldowaia, Sibiaia, Horahano, Lovaria, Mathiwia e Sinti. Estima-se que existam hoje quase 10 milhões de ciganos no mundo. A maior parte vivendo no continente europeu. O Brasil reúne 1 milhão de ciganos, de diferentes clãs. Os Calon chegaram no século XVI, no início do processo de colonização portuguesa. Já os Roma, vieram no contexto da imigração europeia, nos séculos XIX e XX. O Arte & Cultura aborda a cultura cigana com as participações do presidente da União Cigana do Brasil, Mio Vacite, da bailarina Dvorah Darah e do agente cultural Roberto El Martini.

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Respostas a este tópico

Gratidão, doce poetisa Janete Sales!

Pelo lindo gesto!

Este vídeo é fruto do Projeto Diversidades, uma das heranças/dos frutos legados pelo Projeto Tsara do Beija-Flor.

O projeto Diversidades foi submetido e aprovado, sendo então um trabalho realizado em parceria com o Centro Cultural e a TV FASE, ambos da Faculdade de Medicina de Petrópolis e Faculdades reunidas Arthur de Sá Earp Neto (FMPFASE).

Foi um período de muito trabalho mas também de muita alegria que envolveu família, alunos, professores, funcionários, empresários, cidadãos de boa vontade.

Todos no intuito de viverem de maneira respeitosa e ética, aprendendo com o outro. Trocando.

Vivemos lindos momentos! Inenarráveis!

Que bom que nossos amigos da etnia Roma e aqueles que prestigiam esta rica cultura puderam ser aqui neste grupo Vida Cigana também apresentados e ouvidos!

Sr Mio Vacite mostra uma pequena parte de um trabalho de toda uma vida...Ele também é a memória...

Temos também outras pessoas muito queridas que terão a oportunidade de mostrar a sua contribuição à sua etnia.

Opre Roma!

De coração a coração: Feliz Natal!

Gratidão, querida!

Tudo que é voltado para o Povo Cigano me encanta.

Por eles tenho um respeito profundo!

Este vídeo é de uma riqueza imensurável...

É com muita honra que postei aqui,

graças a você querida Marcia que permitiu esta alegria para meu coração!

Beijos no coração e 

Opre Roma!

De coração a coração: Feliz Natal!

Bom dia, querida Administradora do Vida Cigana, Janete Sales!

Muito feliz se a fiz vibrar com entusiasmo por casa deste trabalho que é atrás das câmeras, pois são os Roma e os que os admiram que o abrilhantam aqui.

Gratidão por este lindo presente, o seu retorno às nossas atividades!

Fé, foco, força, felicidade!!!!

Arriba doce alma gitana!!!

Beijos no coração e Feliz Natal

Apreciei muito a palavra do Sr. Mio Vacite, Presidente da União Cigana do Brasil, ao demonstrar-nos que luta pelo resgate e moralização da cultura cigana. Muita lucidez, quando afirma que os ciganos precisam dos não ciganos para divulgarem a sua cultura, mas não para liderá-la. Fantástico depoimento, com o qual concordo plenamente! Existe um excesso de “ciganidade”, como o próprio presidente afirma. Podemos admirar a cultura cigana, mas NÃO SOMOS CIGANOS!!! Não vivenciamos holocaustos e preconceitos e não sofremos na própria pele a discriminação, a pobreza e a exclusão, no dia a dia. Aos ciganos, cabem as emoções das vivências positivas ou negativas, pelo fato de ostentarem e protegerem sua etnia. Somente aos ciganos, a honra de serem ciganos! Somos meros espectadores, conscientes ou não, do que podemos ou devemos fazer. Algumas pessoas pretendem fantasiar que são ciganos - como se fosse cabível fantasiar vida tão repleta de desafios - e, dessa forma, ignorar ou deturpar o real. A vida cigana NÃO É MAGIA. A vida cigana É REALIDADE! Divulgar uma cultura, não é somente mostrar-lhe os pontos bonitos e felizes. As vidas ciganas - humanas por excelência - não se perfazem somente em alegrias, danças e roupas coloridas. O povo cigano é humano, e, portanto, perpetra erros e acertos. Não é superior e nem inferior aos demais. É preciso um olhar crítico-reflexivo sobre o objeto em estudo. Ao pesquisador, em particular, cabe distanciar-se desse objeto, para não contaminá-lo com a eiva subjetiva que deteriora a realidade. A subjetividade cabe na Literatura, mas não é aceitável na demonstração dos fatos reais. Esse, o cuidado que tenho com o Grupo Vida Cigana - transformar em palavras a Poesia que invade a alma, sem jamais esquecer a História e a verdade que encerra o caminhar cigano. Cada coisa em seu lugar, sempre!

Parabéns à Marcia Cristina Varricchio, pelo trabalho consciente!

Beijosssssssssssss

Concordo plenamente querida Sílvia Mota, o seu comentário está certíssimo.

Meus aplausos, tentamos em poesias expor a dor de outros...

Mas nunca conseguiremos alcançar o quanto cada um sofre na pele.

Muitos dos meus poemas falam da dor do preconceito,

alguns do holocausto...mas é claro na humildade das minhas linhas

não alcanço o que eles já passaram jamais.

A querida Marcia Varricchio merece o nosso carinho e apreço, Sempre!

obrigada querida Sílvia Mota.

Beijos no coração

 

 

Querida Janete, quando tentamos expor o sofrimento de outrem, acabamos por expressar a própria dor em relação ao tema. Em Literatura, tudo é subjetivo. Mas, a voz do poeta é relevante, desde que produza Literatura-arte e não escreva apenas por escrever. A realidade é recriada pelo eu-poético e causa estranhamento no leitor. Quando Papusza (Bronislawa Wajs) poetiza o holocausto cigano e se coloca como sujeito naquele terrível processo, faz isso de forma intensa e bela. E, a guerra, nada tem de bela! A poeta alcança o coração do leitor, porque é sanguinolenta e doída a sua emoção. Com palavras simples, sacode o firmamento. Nesse caso, o eu-poético recriou os momentos vividos e eternizou-se através das palavras. É admirável a missão do poeta que faz do seu brado um brado social e Universal! Por outro lado, no mundo objetivo, somente viceja a realidade. Ao propagar determinada cultura, o dado histórico, que informa e forma opiniões, não admite fantasia. Sendo assim, recrimino algumas pessoas que se passam por ciganas sem o serem, somente por acharem "bonito ser cigano". São desinformadas. Fantasiam e, com isso, desvalorizam a verdadeira cultura cigana, porque a deturpam. Considero tal atitude irresponsável e uma afronta ao povo cigano. Apoio, plenamente, Sr. Mio Vacite. Beijosssssssssssss

Também apoio e assino embaixo de suas sábias palavras.

Uma sexta feira de paz

Beijos no coração

Queridas Sílvia e Janete, obrigada pelas palavras.

Também concordo com o sr Mio Vacite.

Janete, as suas linhas sempre estiveram e continuarão cercadas de valores, princípios, empatia, compaixão e respeito. Vc é ética.

Contudo, muita gente se aproveita das questões ciganas, mistura tudo, ganha dinheiro em cima disto...Deturpa a realidade. É ainda uma infeliz realidade.

Agradeço, mais uma vez a postagem do vídeo.

Feliz 2017! 

Em janeiro, finalmente, estarei de férias, ok, parceira? Gratidão.

Entendo o que diz, existe muita gente que se aproveita...

Temos que agir sempre com seriedade, principalmente quanto ao Povo Cigano.

Que já sofreu muito pelas lendas que foram feitas sobre eles, muitas inverdades, 

e isto prejudica e muito, sabemos!

Umas das coisas que mais me preocupa, é dar voz a um poema,

e nele não estiver o AMOR, quando faço poesia penso muito antes de publicar...

Assim também sou no dia a dia, uma pensante... quem me conhece sabe....

Feliz 2017 querida amiga Marcia Cristina, Muita Paz e amor! Beijos no coração

Bom dia, Janete Sales.

Gostaria de saber se haveria algum impedimento deste vídeo também ser postado no Grupo Difusão Ética da Ciência como Arte, já que corresponde a uma de nossas produções concernentes a este tema e, sob este enfoque, poderá trazer mais uma contribuição.

Caso não possa, não seja compatível com as normas, saberei entender.

Grande abraço!!!

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