Hildebrando Menezes em Duetos

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Hildebrando Menezes em Duetos

Espaço reservado para a publicação dos duetos de Hildebrando Menezes com seus(uas) parceiros(as) da PEAPAZ ou de outras latitudes poéticas. Grupo autorizado especialmente por Sílvia Mota.

Administrador do Grupo: Hildebrando Menezes.

Site: http://peapaz.ning.com
Local: Poetas e Escritores do Amor e da Paz
Membros: 53
Última atividade: 31 Maio, 2016

Homenagem Especial

"Hildebrando, o que tenho observado nos seus duetos é a sua imensa capacidade de interpretação e de interação poética - a poesia dentro da poesia. Em quase todos os duetos é impossível distinguir os versos individuais de cada poeta - não há estilos discrepantes, não há busca do mais belo e não há impulso de superação competitiva - há o se vestir de claridade para engrandecer o que há de luz. Ao lado disso, seus duetos são sempre formatados por designers de alta sensibilidade e resultam harmoniosos enlevados e enlevadores. Parabéns por esse e por tantos outros que já vi.

abraços.

Marco."

 

Nada realiza mais um Aprendiz de Poeta que ver um Mestre das Letras vir apor seu comentário que espelha inteligência, compreensão e generosidade. Isso para mim vale mais que mil títulos e torna nosso esforço de interação e de amizade poética... ETERNOS! Informo também que sentir-me-ei honrado a que neste espaço novas e valiosas amizades como a que me une ao grande Poeta Marco Bastos se consolidem.

Hildebrando Souza Menezes Filho

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SAUDADE – Um duo

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TOADA DA SOLIDÃO

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Comentário de LOURDES RAMOS em 31 março 2012 às 23:04

                                                                                            Web Imagem

 

ESTÁ ESCRITO!

 

Nossa história não termina aqui
Após iniciar-se há que continuar
Pois será eterna, enquanto durar
Fantasias mágicas do ato de amar

E se quiseres saber, já me decidi
Vou comemorar apenas que vivi
O que está escrito vai perdurar
Não tenho mais por que chorar

Impresso nas estrelas prosseguirá
E é disso que irei sempre relembrar
Não havendo quem possa impedir
A tristeza há de uma vez se exaurir

Em nossas retinas, gravado ficará
Quero que o campo seja semeado
É como testemunhar o jardim florir
Louvo por tanta pétala perfumada

E permanece oculto em nosso DNA
Em cada célula ou em cada átomo
Construção invisível que perdurará
O que foi bom... Poderá ser ótimo!

O eco do passado aos ouvidos virá
Sinfonia e melodia a dissipar a dor
O Universo conspira a nosso favor
Astros, estrelas, cometas... Todos a fim

Tudo se move e comove em esplendor
Eu profetizo que não vives sem mim
Pois sinto agora o teu toque de amor
Sorria! Nossa história nunca terá fim...

Dueto: Lourdes Ramos e Hildebrando Menezes

Comentário de LOURDES RAMOS em 31 março 2012 às 22:57

 

E PÕE DIFÍCIL NISSO!

Quem pensar que é fácil dominar
Ou esquecer aquele grande amor
Está enganado ou está a enganar
Não se doou com todo o seu ardor

 

Ainda não se deparou com essa dor
Sabe que existe só por ouvir falar...
É teórico se não alcançar aquela flor
E nem sabe ao certo o que é se doar

 

É algo que suplanta a compreensão
Um sentimento que não se apreende
Não Sabe o que é viver uma paixão
Talvez ao vê-la, nem se surpreenda

 

Revoga a capacidade do uso da razão
E até nós sufoca, emburrece e prende
Está mais chegado a ser um bobalhão
É um alento que não tem explicação

 

Quer nos aprisionar sem ter piedade
Ao nos acusar pelo que não fizemos
O que dá a entender tanta iniqüidade
Fruto da visão tacanha que aferimos

 

Por nos afastar da nossa identidade
Insinua que é melhor nunca ter amado
Suprimindo o que houve de verdade
Folha seca, terra inóspita... CALADO!

 

E é tão sublime provar tantas sensações
Pois quem não amar não será santificado
Reafirmo que valem a pena as emoções
Ao viver a magia de ter-se apaixonado!

 

Dueto: Lourdes Ramos e Hildebrando Menezes
Web Imagem

Comentário de LUCIA GUEDES (Lufague) em 31 março 2012 às 16:43

                    Imagem Goolge

FIOS DA VIDA

Sou uma verdadeira tecelã...
Crio a partir de fios de lã
Percebo a vida sob medida
Bordo com agulhas de aço
Como entrelace no espaço
Aprecio a costura dos traços

Cultuando instantes e sentimentos
Vou compondo minha teia
Busco a inspiração na veia
Em fios na coordenação
Trabalhados pela emoção
Ou talvez movida na inaptidão

De minha habilidade e equidade.
Vou tecendo com cuidado à vida
Apesar de sofridas despedidas
Estou em permanente ornamentação
Ao entrecortar do fazer e refazer
Vou à busca da perfeição

Assim sou tecelã em ação
A entreter-me em fios...
Fios dourados e brilhantes
Por vezes até dissonantes
Em fios que se enrolam...
Por atos, fatos e contatos

Formando nós cegos doídos
Que só a custo se desatam
Tranço a vida também em cipós
Emaranhados pêndulos e lotes
Que se tornam chicotes
De açoites aos boicotes

Tal os fios de estopa
Nessa serventia cavalgo
Lavo todos os sentimentos
Sou quem constrói a sua história
Lapidando os meus movimentos
Desses que tecem as intrigas
>
Objeto de tantas fadigas
Das covardes disputas
Extirpo fios desencapados
Para não ser eletrocutada
E assim me limpo das culpas
Vou tramando meus fios em teias

De mera fortuna e infortúnios
Feito à teia de Penélope
Ao recomeçar indefinidamente
Talho os atalhos da mente
Até me deparar ao acaso
Em filete de lâmina a cortar...

A trama de minha teia.

Duo: Lufague e Hilde

Comentário de Hildebrando Souza Menezes Filho em 30 março 2012 às 17:12

Ah! LUFAGUE... Este é um dos meus prediletos... Por ser bíblica a vaidade das vaidades tudo é vaidade... Mas também sem ela o mundo não girava, não é vero?

Fizeste aqui comigo uma grande e verdadeira reflexão perdida no tempo, mas re-encontrada a tempo para impulsionar outras, mormente agora que vivemos uma fase de abordagens de comportamento, tão necessárias à sobrevivência. Gratíssimo parceira por re-encontrar mais essa pérola.

Comentário de LUCIA GUEDES (Lufague) em 30 março 2012 às 16:12

                               Imagem Google

VAIDADE!

Sou eu envaidecido de mim!

Do princípio, meio e fim

 

Orgulhoso, na insensibilidade do ser

Levo a vida só a cultuar o ter

 

No frenético desejo de admiração

Vendo a cada hora a alma ao cão

 

Entregue a alheios julgamentos

Prostituo a virtude todos os momentos

 

Sou eu vestido de exterioridade, hipocrisia

Manipulo pessoas num mundo de fantasias

 

Na fragrância do disfarce da aparência

Nunca procuro ir ao fulcro e à essência

 

Feito elo de comparação inflado de soberba

Medroso e receoso de desaprovação

 

Mascaro e vilipendio a verdade em profusão

Sou eu em busca do perfume das opiniões

 

A inflar meu ego uso todo tipo de enganações

Temeroso das indefectíveis rejeições...

 

Uso intrigas maquiavélicas nas minhas ações

Na administração das próprias frustrações

 

Refém do ato que se demonstra, revela-se

Das entranhas a sordidez da inautenticidade

 

Moldado por imutável valor do ser... Vaidade!

 

Duo: Lufague e Hilde

Comentário de Hildebrando Souza Menezes Filho em 28 março 2012 às 0:46

Ah! Que delícia! Quem tem amigos como Lufague, Lurdinha, Enice e tals com certeza Deus me protege da inveja de alguns rinocerontes e trebufus malignos que vivem no sub-mundo da literatura pensando mierdas e manipulando a mente sadia dos poetas. Obrigado amigas por resgatarem versos dos quais nem imaginava mais terem um dia composto e que agora os vejo aqui exposto pela generosidade de Silvia Mota. Muito obrigado mesmo A TODOS VOCÊS!

Comentário de LUCIA GUEDES (Lufague) em 28 março 2012 às 0:29

 

IRREMEDIAVEL ! ...

Chega como o fechar do livro que se lia.

O tédio do ciberespaço que lhe embriaga o espírito

O apagar da claridade que transforma silêncio em escuridão

 O pensamento busca palavras que se escondiam

 

Momentos lúgubres de ressaca da extasiada vida

 Desliga-se o interruptor porque a luta é consigo mesmo
Instala-se no travo da boca, nos reflexos dos sentidos

 No sussurro dentro da agonia, um nítido cansaço da alma

 

 Dos olhos escorrem desorientada...Solidão!
Cadê toda aquela magia que o impulsionava?

 Abrem-se portas e janelas para deixar entrar o frio

 Na pele o vento açoita e te bate um calafrio


Descobre que é possível desatar os nós do cais

Para navegar seu navio interior no mar bravio

Não há mais como fugir e recordar os naufrágios
Que fenecem com a inspiração da madrugada...

Duo: Lufague e Hilde

Comentário de LOURDES RAMOS em 27 março 2012 às 19:09

LEIA EM MEUS LÁBIOS!

Permanecerá em mim tua lembrança
Nem me inquieto se não te vejo mais
O que importa é sentir tua presença
Comigo nos portais, janelas e umbrais

Pois sabes que estarei sempre contigo
Na alegria, tristeza... Todos os sentidos
Sois para mim muito mais que a amiga
Àquela mulher de tanto amor incontido

Ficou tudo gravado em minha mente
Seu jeito, seu carinho e as fragrâncias
E se é tão forte o que a gente sente
Por que tentar ocultar as evidências?

Como é bom ouvir isso de ti, querida
Parece até que leste meu pensamento
Porque o que sentimos é correspondido
Você presente em todos os momentos

Por mim, noticiava tudo no mega-fone
Sem me importarem as conseqüências
Se não houver loucura, não será amor

Sei também como suportas tanta dor
Enfrentado com sabedoria e consciência
Transformando em carinho encantador

Meus lábios sedentos balbuciando
Teu nome como a dizer uma prece
E assim irei à vida inteira te amando

Leio na tua boca o gemido das palavras
Canto lírico de tua alma pura e serena
Como é tão bom... Amar e ser amado!

Aproveito e te mando um gostoso beijo

Ah! Eu o recebo e retribuo...

Amigos também dizem: te amo!

E esse amor eu grito alto e proclamo.

Dueto: Lourdes Ramos e Hildebrando Menezes

Comentário de LOURDES RAMOS em 27 março 2012 às 19:06

 

 

 

DE OLHOS NOS OLHOS

Entreabro meus olhos e estás em mim
Pois já fazes parte da minha essência
Sinto uma fragrância doce de jasmim
Sou a sua rosa em plena florescência

Na verdade me transformo em jardim
Por onde abrigo com total consciência
Das flores ao esparramar seus polens
Feliz ao ver essas suas aquiescências

És um fogo ardente que me consome
Sinto acontecer como um holocausto
Experimentei sede, calor, frio e fome
Vendi minha alma como fizera Fausto

Evocas célebre personagem de ópera
Para enriquecer nosso sutil imaginário
Envolvendo doces sentidos em espera
Em sentimento solto, belo e libertário

Aflorando todo sentimento represado
Ao nos entregarmos à volúpia louca
Não importando futuro nem passado

Deflorando belas pétalas perfumadas
Sensuais colocações numa voz rouca
Que chega a me dar até água na boca

Em seguida vem um entorpecer lasso
Ao abrimos os olhos, novas sensações
Beijas-me o colo e dou-te meu regaço.

E nesse frenesi de intensos abraços
Alegre, satisfeito com tuas intenções
Aconchegados e o coração em festa

Recapitulamos cada uma das vibrações

Dueto: Lourdes Ramos e Hildebrando Menezes

 

Comentário de LOURDES RAMOS em 27 março 2012 às 19:02

MARCAS DE ANTES

Ainda me recordo bem do seu encanto
Sinto que em tudo é por demais familiar
Lembro com ternura você pelos cantos
E todos extasiados presos a te admirar

Seu sorriso, sua voz, seu sentimento
Sua sedução e seu jeito de me olhar
Foram indeléveis aqueles momentos
Cobertos pelo fascínio a nos cativar

Quando fala, adivinho o que vai dizer
Sabendo até prever seu pensamento
São instantes comoventes de se ter
Porque estão gravados em nosso ser

Talvez em uma era perdida no tempo
Creio que chegamos a nos conhecer
Mesmo a vida em seus contratempos
É maravilhoso o jeito de me envolver

As estrelas revelaram quanto o desejo
E os nossos destinos teriam se cruzado
Sabe da intensidade desse meu cortejo
Do tanto e quanto me sinto apaixonado

Pude saber disso, depois daquele beijo
Tive a certeza que você foi meu amado
Os nossos lábios conectados ainda vejo
E sinto o sabor do paraíso conquistado

Outra vez nossas mentes em harmonia
São as lembranças claras, vivas e vividas
E que estão gravadas em nossa memória
A dissipar as experiências não contidas

Almas que se amaram em plena sintonia
No passado, no futuro ou em outras vidas...
Temos histórias que vivemos no dia-a-dia
Testemunhando em versos sem despedidas.

Dueto: Lourdes Ramos e Hildebrando Menezes

 

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