Antonio Mota
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Antonio Mota é agora um membro de Poetas e Escritores do Amor e da Paz
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Informações do Perfil

1 - Indicar teu nome verdadeiro, por completo, e o nome a ser usado no Portal PEAPAZ.
Antonio Mota - Manito O Nato
2 - Local da tua residência: cidade, estado e país. Por motivos de segurança, não indicar endereços completos.
Saquarema - RJ - BR
3 - Como chegaste ao Portal PEAPAZ?
Convite por E-mail
4 - Traça-nos tua trajetória no âmbito das artes/literatura/ciência.
Naturalmente cumulado de talentos aos quais não permiti um florescimento em plenitude na vida e no tempo, por atender ao chamado de prioridades alheias, que julgava serem justas. O potencial criativo e comunicativo me foi dado ainda no bico da cegonha. Deles, a paixão e o dom inato pelas artes plásticas ficaram pelo caminhar dos anos 70, sublimados pela força da luta. Hoje são alfarrábios e lembranças. A precariedade da vida inviabilizou também que a fluidez natural da escrita e da fala pudessem ser aperfeiçoadas em tempo favorável. No embalo das oportunidades e de puro talento aconteceram locuções e discursos, nasceram artigos, redações, cartas, roteiros teatrais, versos. Nada, ou muito pouco, restou ou fez memória. Entrando na terceira idade uma paradoxal mistura de desilusões, fé vivenciada, encontros e desencontros, fez com que olhasse pra dentro de mim com foco mais apurado e assim redescobrisse num dos cantos, entre outros, esse dom poético já quase invisível, coberto pela poeira do tempo. Ainda em atividade na conquista do pão de cada dia, aqui e ali permito, cada vez mais, que esse despretensioso e rudimentar poeta vá ressurgindo como uma fênix.
5 - Concordas que utilizarás o Grupo Sensuais e Eróticos SE publicares imagens de nu explícito?
não
6 - Link para site/blog próprio.
000
7 - Insira aqui os links para teus perfis nas Redes Sociais.
000
8 - Publica três poemas ou textos da tua autoria.
versos e Versos

La adiante, além cúmulos e montes,
Extraviado na linha turva da exceção,
Vêm-se, fixando o olhar no horizonte
Intuitivo e permeável da razão,
Com sentidos em debandada,
Os versos derreados, feridos,
Da razão própria baldarem perdidos.

Célere o esmeril da popular idade
Em limalha inservível os destina,
Cridos ébrios resolutos, à iniquidade
Da imane abjeção e chacina
No roto senso de gírias desgastadas,
E as palavras ao pó sem brilho atiradas
Rasuras fixas em páginas de ruinas.

Heroicas páginas inquiridas, reticencia
Entre o branco das poéticas emoções,
A inundação digital da ineloquência,
E as rasas e chulas interposições
Da verve das esquinas do moderno,
Que, sem culpa, sem honra ou galhardete
Nos anais montam guardas de enfeite.

La, porém, além-túmulos e fontes,
Ainda além da linha turva da exceção,
Em porfia, contumaz, no horizonte
Afortunado e permeável da razão,
Do brilho em versos a garantia ecoa
Em Florisbela e Vinicius, em Sophia,
Em Luís de Camões e Fernando Pessoa.

---

A Rede

Te desespera a espera de ti
Depois de agora pior não ser?
Te devora esta demora que ri
Dos males tidos que almejas não ver ali
Onde chegar desejas com ardor poder?

Sim; oportuna idade a tiveste e tens a
Ainda se em após iminente parecer-te vã.
Ages! Pagas as pagas que insurge lá
No “face” e apaga no ato toda ação má;
Ora novo, de novo agora te seguirá o fã

Renova a “rede” não a si; o que se lê.
Em si, ato imediato, um mero fato
É um barato se de fato clicam você
E o ato, que nem o era, viraliza e o mundo vê;
Não te demora após agora o louro abstrato.

---

O Ar e o Vento

O vento que iça a bujarrona,
Procura do ar a pureza perdida
E açoita insurgido a água poluída
Avocando o dever de varrer a tona

Seu lamento uivando na vela afoita
Sustenta por oficio a gaivota branca;
Em solitário revoar alva pena arranca
E lhe dá por alento antes que anoita

Pranteia ao mar com descuido tanto.
Nele afoga da castidade a esperança
Sem mais da pureza azul reter lembrança...
Vencido enluta a areia pura seu pranto

Forte, impetuoso e quente agita o mar
E empurra nas velas a gente errante
Estranha gente que ainda infante
Semeia a autofagia degradando o ar.

O ar, gáudio ímpar do pulsar perene
No sorriso procriador da natureza
Agora fusco, venal, rarefeito de realeza
Infla a bujarrona com fumo de querosene.

---

Paz

Ouvir-te o pairar não posso
Nem mesmo com o olhar te alcanço;
Reconheço-te o aroma de ostra fresca e inerme.
Degustar-te o fino sabor? Nem me lanço!
Sinto-te, não minto, sem captar-te a epiderme.

Temperas-me o percurso ensolarado
Aos aposentos sombrios adornas as ribadas
Anestesias-me, das batalhas, as sangradas
Teu pisar manso, salvado ao marolear das ondas,
Atenua da trupe os cascos e os clarins das rondas.

Não te enxergo a face, não te ouço,
Não te espiro nem degusto-te o gosto
Mas me extasia a ausência do teu murmurinho,
Encanta-me o balançar mansinho,
Da traineira, em teus braços, mirando-te o rosto.

Quando estás, pesca, indolente, a gaivota,
Espreguiçando-se, o entardecer beija o crepúsculo,
Da densa noite só o estrelado se nota.
Em teu alvo manto, onde não vige derrota,
Se o poder não o amarrota, o penar faz-se minúsculo.

Porém, se presente não te encorpas,
Arquivas em reminiscências o decor: Paz ausente....
Daí, tua falta te põe em alta e saltas às retinas...
Nas tropas em marcha, ouço teu aulido plangente...
Ao desabrido das atitudes vais-te... declinas...

Vai-te e faz-se o ranger dos gonzos, dos ferros!
Envenenam-te, do ódio, da inveja e da vingança, as toxinas,
Aos quadrantes ouço-te os soluços e os berros.
Então, devoro-te o amargor da ausência,
Vislumbro-te no sol que já não iluminas.

Reconheço-te perdida, ferida... pura carência!
Recomeço a sonhar... novo raiar do peito arranco!
E então, refugiado no albor da tua essência
Sonho-te colorindo-me o breu com pétalas pequeninas
De a luz, de azul e de branco... De branco do mais branco!

Paz

Ouvir-te o pairar não posso
Nem mesmo com o olhar te alcanço;
Reconheço-te o aroma de ostra fresca e inerme.
Degustar-te o fino sabor? Nem me lanço!
Sinto-te, não minto, sem captar-te a epiderme.

Temperas-me o percurso ensolarado
Aos aposentos sombrios adornas as ribadas
Anestesias-me, das batalhas, as sangradas
Teu pisar manso, salvado ao marolear das ondas,
Atenua da trupe os cascos e os clarins das rondas.

Não te enxergo a face, não te ouço,
Não te espiro nem degusto-te o gosto
Mas me extasia a ausência do teu murmurinho,
Encanta-me o balançar mansinho,
Da traineira, em teus braços, mirando-te o rosto.

Quando estás, pesca, indolente, a gaivota,
Espreguiçando-se, o entardecer beija o crepúsculo,
Da densa noite só o estrelado se nota.
Em teu alvo manto, onde não vige derrota,
Se o poder não o amarrota, o penar faz-se minúsculo.

Porém, se presente não te encorpas,
Arquivas em reminiscências o decor: Paz ausente....
Daí, tua falta te põe em alta e saltas às retinas...
Nas tropas em marcha, ouço teu aulido plangente...
Ao desabrido das atitudes vais-te... declinas...

Vai-te e faz-se o ranger dos gonzos, dos ferros!
Envenenam-te, do ódio, da inveja e da vingança, as toxinas,
Aos quadrantes ouço-te os soluços e os berros.
Então, devoro-te o amargor da ausência,
Vislumbro-te no sol que já não iluminas.

Reconheço-te perdida, ferida... pura carência!
Recomeço a sonhar... novo raiar do peito arranco!
E então, refugiado no albor da tua essência
Sonho-te colorindo-me o breu com pétalas pequeninas
De a luz, de azul e de branco... De branco do mais branco!

Caixa de Recados (7 comentários)

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Às 9:17 em 14 julho 2017, ROSEMARIE PARRA disse...

Às 17:38 em 21 junho 2017, Marcia Portella disse...

Antonio,bem-vindo ao recanto do amor e da paz.

Às 8:40 em 21 junho 2017, ROSEMARIE PARRA disse...

Às 23:09 em 20 junho 2017, María Cristina disse...

Às 22:32 em 20 junho 2017, MARGARIDA MARIA MADRUGA disse...
BEM VINDO ANTONIO MOTA!

Às 22:31 em 20 junho 2017, Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ disse...

Às 22:28 em 20 junho 2017, Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ disse...

 
 
 

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