Filomena Azevedo Leite
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  • Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ
 

Página de Filomena Azevedo Leite

Informações do Perfil

1 - Indicar teu nome verdadeiro, por completo, e o nome a ser usado no Portal PEAPAZ.
Mena Azevedo
2 - Local da tua residência: cidade, estado e país. Por motivos de segurança, não indicar endereços completos.
Brumado-Bahia-Brasil
3 - Como chegaste ao Portal PEAPAZ?
Através de Sílvia Mota
4 - Traça-nos tua trajetória no âmbito das artes/literatura/ciência.
Desde criança escrevia historinhas para as bonecas e amiguinhas. Na adolescência, após muitas leituras,dei início â escrita como exigência da escola e por prazer mesmo, incentivada pela minha mãe, minha professora de Língua Portuguesa. E o hábito ficou e continuo escrevendo até hoje, com dois livros publicados: um de poesia e outro em prosa de cunho pedagógico. Participei de sete Antologias Poéticas, sendo duas pela Academia de Letras e Artes de Brumado, na qual sou membro efetivo. Escrevo poemas nas variadas modalidades, crônicas, contos, romance, ensaios, resenhas, prefácios etc. Pretendo, brevemente, publicar um livro de Sonetos e um Romance, já produzidos. Sou romântica, mas encaro a realidade com coerência e com os pés no chão.
5 - Concordas que utilizarás o Grupo Sensuais e Eróticos SE publicares imagens de nu explícito?
Sim
6 - Link para site/blog próprio.
http://www.menaazevedo.blogspot.com
7 - Insira aqui os links para teus perfis nas Redes Sociais.
www.recantodasletras.com.br/autores/jimena
www.casadospoetasedapoesia.ning.com.br
8 - Publica três poemas ou textos da tua autoria.
A Brisa

Chega um ar suave na face
Da moça tão tímida, submissa
Aos fugazes desejos, disfarce
Sem rumo, sua estrada é movediça.

Presença serena do vento
Passa por sulcos do rosto
Sofrimento no escuro, tormento
Noites chegam mal o sol posto.

A brisa enfurece e se transforma
Num vendaval que vai arrastando
Sonhos guardados para a plataforma
Da região abissal, já sem comando.

Onde ficou a suavidade da brisa
Que se perdeu no redemoinho
De palavras em sentido, à guisa
Da verdade nua, sem escarninho.

Serenou, a brisa voltou com a aurora
Aos quatro cantos a voraz tormenta
Partiu nas asas do vento que agora
Trouxe ao seu coração luz alvacenta.

Mena Azevedo



A chuva cavalga

Gotas tensas escorrem
Pela vidraça do meu quarto
Chegaram a galope
Cavalgando o vento
Que se dispersa aqui bem dentro
Do meu coração.

Na tépida calma
Sinto o hálito refrescante
Da manhã que chega
Sufocando a madrugada!
Olho o céu e as gotas na janela
Sozinha, medito...
E sinto jorrar em mim
Um silêncio acolhedor
Faço do meu corpo
Templo e altar...

E as gotas escorrem
Pela vidraça embaçada
Na manhã diáfana...
As nuvens se dispersam
E se despedem em silêncio.
O céu está claro, o sol desponta
E o dia sorri pra mim...
Mena Azevedo

Meu Golden Retrivier - Crônica

Ah! Meu querido Golden, não pode imaginar a falta que você me faz! Neste momento em que digito essa crônica para extravasar meus sentimentos sufocados, sinto sua presença, deitado aqui bem perto de mim, junto ao computador. Você era uma companhia muito boa, me deixava mais alegre, me acalmava. Quando adoecia, eu adoecia de preocupação; não conseguia trabalhar, porque você não merecia passar pelo sofrimento por que passou. Se você ficava triste e chorava por dentro, eu chorava por dentro e por fora, tamanha era a nossa cumplicidade... E olhe que você entrou na minha vida através dos meus filhos Lívio e Lorena, daí seu nome carinhoso Lilo. Veio morar comigo quando já estava crescidinho, em virtude da mudança de meus filhos para Salvador. Você era, apesar de ainda muito novo, forte, grande! Gostava de espaço e não se adaptaria em apartamento. Ficou comigo. Foi muito bom. Vivemos felizes por dois anos como se você fosse uma pessoa da família. Aqui, todos gostavam muito de você!
Não fui eu quem o comprou num canil tão longe daqui! Foram eles. Não fui eu quem teve os primeiros cuidados com você, quem o levava para tomar as primeiras vacinas. Foram eles. Não fui eu quem lhe ensinou as primeiras movimentações pela casa, o lugar onde faria suas necessidades, os primeiros passeios. Foram eles. Enfim, eles foram seus primeiros pais quando deixou o canil de uma cidade de Minas, onde nasceu de um casal de Golden Retrivier legítimo. Seu nome: Elliot na certidão de nascimento, mas Lilo para todos nós que o amamos. Amamos, pois você foi um amigo especial. Dócil, educado, encantador! Não é à toa que Fernanda, minha neta, o chamava de “meu irmãozinho, meu amiguinho”. Um dia, ela, quando repreendida pelo pai porque não queria comer, foi para o quarto e chorou. E, com as lágrimas a escorrer pelo rostinho angelical, disse: Eu quero morrer... Quero ir pro céu ficar com Lilo!
Era assim nossa relação com você, meu amigo, meu companheiro. Esquecê-lo, impossível! Fecho os olhos e o vejo caminhando pelo quintal, abanando o rabo para os lados quando me via chegar do trabalho. Seu pelo dourado esvoaçava com o vento e todos que o viam se encantavam com sua beleza! No primeiro contato, assustavam com o seu tamanho e robustez. Depois, quando dizia que você era dócil, amigo, educado, todos se aproximavam e não queriam mais se afastar de você. E perguntavam o seu nome, a sua raça, onde o adquirimos. E foi assim sua vida enquanto viveu. Não me esqueço da muitas brincadeiras de Diego com você, fazendo-o correr atrás de uma bolinha que ele comprara, de chamá-lo “Negão”.
Como eram demorados os seus banhos, meu amigo! Quando não o levava ao Petty Shopp, eu mesma cuidava de você! Um cansaço! Mas era gratificante vê-lo limpinho, cheiroso, aquele pelo maravilhoso, brilhando sob o brilho do sol!
É... Mas um dia você começou assustar todos de casa. De início, fungos. Eram tratados com paciência... Depois, a hemorragia nasal. Consultas ao veterinário. Espera. Melhorava. Voltava. Fui ficando muito triste com tudo isso. Novas consultas. Novos remédios. Em vão. Numa noite você se esgotou, seu corpo já não suportava e, exangue, na manhã, você se foi. E tudo foi muito triste, porque foi muito rápido. Ainda ia levá-lo para um centro maior, para se submeter a novos exames, mas não houve tempo... Chorei. Meu filho Diego e eu choramos abraçados. Não quis vê-lo mais.
Ficou em nós, particularmente em mim, uma grande e saudosa lembrança de um amigo tão doce, que alegrou por algum tempo meus dias.
Hoje, só hoje tive coragem de conversar com você, meu fiel companheiro, quando registro aqui os momentos alegres ao seu lado e os momentos de tristeza ao vê-lo partir.
Mena Azevedo

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Às 6:21 em 23 julho 2017, Luciano Spagnol disse...
Obrigado. Igualmente.
Às 0:55 em 8 junho 2017, Imelda Maria Neis Bilinski disse...


Às 1:53 em 7 junho 2017, Imelda Maria Neis Bilinski disse...


Às 1:31 em 4 junho 2017, Imelda Maria Neis Bilinski disse...


Às 1:13 em 2 junho 2017, Imelda Maria Neis Bilinski disse...

Às 2:06 em 14 maio 2017, Imelda Maria Neis Bilinski disse...

Às 21:52 em 8 maio 2017, Imelda Maria Neis Bilinski disse...

Às 22:59 em 7 maio 2017, Imelda Maria Neis Bilinski disse...

Às 21:19 em 6 maio 2017, Imelda Maria Neis Bilinski disse...

Às 2:03 em 6 maio 2017, Imelda Maria Neis Bilinski disse...

 
 
 

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