NELSON ABDNUR URT
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Página de NELSON ABDNUR URT

Informações do Perfil

1 - Indicar nome verdadeiro, por completo, e o nome a ser usado no Portal PEAPAZ.
NELSON URT
2 - Local da residência: cidade, estado e país. Por motivos de segurança, não indicar endereços completos.
Ladário - Mato Grosso do Sul - ?Brasil
3 - Como chegaste ao Portal PEAPAZ?
Por indicação do poeta Benedito C.G.Lima
4 - Traça-nos tua trajetória no âmbito das artes/literatura/ciência.
Jornalista formado na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, de São Paulo-SP; acadêmico do curso de História da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campus Pantanal (Corumbá-MS); repórter correspondente do jornal O Estado de MS, de Campo Grande-MS. Autor do livro Estação das Mariposas, à venda como e-book no site Amazon. Editor do blog Nave Pantanal, com link no site Folha MS, de Corumbá. Participei como convidado do livro de Antologia de Poetas do Café Literário de 2015 em Corumbá-MS.
5 - Concordas que utilizarás o Grupo Sensuais e Eróticos SE publicares imagens de nu explícito?
Sim
6 - Link para site/blog próprio.
www.nelsonurt.blogspot.com
7 - Insira aqui os links para os teus perfis nas Redes Sociais.
facebook - nelson urt
8 - Publica três poemas ou textos da tua autoria.
DELINHA, TANGO E RASQUEADO EM CORUMBÁ
Costumo dizer aos amigos que “a sexta-feira é minha”, um jargão que criei nos tempos em que varava as madrugadas de São Paulo percorrendo os cinemas, os teatros, casas de shows e as mesas de sinuca das ruas Augusta e Major Quedinho. Nesta sexta quente de Corumbá, não tive tantas opções como na noite paulistana, mas recebi a benção de ver de bem perto um show de Delinha, a rainha do rasqueado de Mato Grosso do Sul. Mais que isto, tive o privilégio de conversar com ela durante quase uma hora no camarim, enquanto aguardávamos o início do show na Noite da Seresta, no coreto da Praça da Independência. Desfrutei da singela companhia da cantora de 77 anos e tomei um gole quando me ofereceu sua bebida favorita antes de cada show: conhaque com guaraná. João Paulo, o único filho que teve com o ex-marido e parceiro Délio, acerta o som e abre o show com um repertório regional, enquanto pouco a pouco todas as cadeiras vão sendo ocupadas na praça. No show, Delinha canta “O Sol e a Lua”, consagrada ao lado de Délio, agora com João Paulo, “Por onde andei" e outros hits de mais de 50 anos de trajetória. Se dessemos mais atenção às raízes da nossa música e à história de nossos compositores, um show como o de Delinha, gratuito, em praça pública, seria capaz de paralisar Corumbá, mas não é o que acontece, porque no Brasil a cultura é vista como artigo de segunda linha, fragmentada. Grandes compositores e intérpretes como Delinha são esquecidos, em detrimento dos hits populares descartáveis que o público canta em um ano e no seguinte não se lembra mais – seguindo a linha do capitalismo e sua economia de consumo. Quem ainda se lembra de "Ai se eu te pego", de Michel Teló? Pois as composições de Delinha são eternas e há quem saiba dar-lhe o devido valor e colocar no lugar que merece. A Fundação de Cultura, em um gesto ousado, bancou a sua vinda a Corumbá. A mesma Delinha que, em 2012, foi apresentada para um grande público como estrela da música de raízes sul-mato-grosssense no Festival de Chamamé de Corrientes, na Argentina. “Não fiquei rica, mas não sou pobre, moro na mesma Velha Casinha (que virou música) e carrego dentro de mim a riqueza dos grandes momentos”, resume, pouco antes de cantar o tango "Corrientes". Acesse o canal Reportagem para ler mais sobre a trajetória de Delinha e veja a apresentação dela em Corrientes no link
http://www.youtube.com/watch?v=KAZ9eY7_ckU

AGOSTO DA DAMA DA VIOLA
Agosto, para muitos, pode ser o mês do desgosto. Mas para outros tantos, como eu, é o mês do prazer. Prazer pela boa música. Por exemplo, a música de Helena Meirelles, que se estivesse viva completaria 90 anos no dia 13. Autodidada, benzedeira, lavadeira e parteira que ficou conhecida mesmo como Dama da Viola, o fenômeno brasileiro eleito pela revista Guitar Player como uma das melhores instrumentistas do mundo, comparada a Keith Richards, do Roling Stores, e Eric Clapton, isso em 1993, aos 69 anos. Estrela com reconhecimento tardio, Helena fugiu de casa aos 15 anos, teve o primeiro dos onze filhos aos 17 e três casamentos. Deixou o segundo marido para morar na zona, quando passou a tocar viola nos bordéis do Porto 15 e Presidente Epitácio, Mato Grosso do Sul. Só em 1992, aos 68 anos, apareceu pela primeira vez em um programa de televisão, com Enezita Barroso. A história completa da Dama da Viola, que virou documentário produzido pela GNT (http://www.youtube.com/watch?v=_ljCRJN7t4M) você confere no canal Reportagens desde blog.

QUANDO A VIDA COMEÇA AOS 60
Imaginei que chegaria aos 60 descansando em uma cadeira de balanço, de bermuda e chinelo havaiana, contando os minutos para assistir à novela das oito, cercado pelas brincadeiras dos netinhos. Deu tudo errado. Mas recebi outros tipos de bênçãos que me fazem adotar estilo de vida diferente, e a permanecer nessa estrada como uma metamorfose ambulante. Acho que carrego o espírito dos caçadores e coletores, nômades por natureza e primeiros habitantes do planeta. Nem imaginava passar os primeiros minutos da madrugada deste abençoado 15 de maio circulando e dando minhas tacadas em torno de uma mesa de sinuca, ali na rua Cabral, centro de Corumbá, coração do Pantanal, ao lado de colegas do curso de História da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Pois é, aos 60, decidi voltar à vida acadêmica, inspirado na atitude do meu amigo e ex-editor no jornal O Estado de MS, Cláudio Amaral, que aos 64 anos é estudante de História na FMU da Liberdade, em São Paulo. Um curso que traz a magia da Antropologia, da Arqueologia e da Sociologia, que me ensinam a cada nova aula que a verdade está muito mais no meu olhar do que naquilo que é olhado, o que me ajuda a compreender o outro e a respeitar os seus valores. Nessa mesma estrada tenho a missão como dirigente em Corumbá da Arte Mahikari, que este ano completa 50 anos no Brasil. Mahikari é um caminho que percorro há 30 anos, desde que prestei o seminário básico em 1984 no místico bairro oriental da Liberdade, em São Paulo, indicado por uma pessoa que está ao meu lado, em todas as horas, há 35 anos, Vera Lúcia. Mahikari é um movimento espiritualista que me ajudou a melhor interpretar as religiões, a encontrar a verdade e a luz, e a seguir os princípios divinos. É só o que também desejo aos meus amigos, por isso vivo convidando-os para conhecer os ensinamentos no seminário de três dias (em outubro haverá um em Corumbá!). Em abril, estive na Sede Superior da Mahikari, na rua Paracatu, bairro da Saúde, em São Paulo (na imagem, ao lado dos amigos Marcos Akira e Luís Roberto Caprioli) durante a celebração dos 50 anos da Mahikari. Na mesma estrada sobrevivo como jornalista correspondente do diário O Estado de MS, de Campo Grande, e presto serviços como assessor de imprensa aos parceiros Instituto Moinho Cultural e Instituto Homem Pantaneiro (IHP), organizações não-governamentais com sede no Porto Geral, em Corumbá. O Moinho ensina dança, música e educa 360 crianças para a vida. O IHP, com projetos e ações, defende a preservação do Pantanal. Sessenta anos já se foram, e agora fazem parte da memória do gravador espiritual da vida. Recomeço do zero, e o que conta agora são os novos anos que virão, guiados pelas bênçãos e a vontade divina. Espero que sejam anos de muita luz, energia, pesquisas e novos conhecimentos. Como pesquisador, começo a preparar um trabalho sobre os 100 anos do Centro Espírita de Ladário. E descubro que aquele homem conhecido como "o curandeiro que benzia pessoas do outro lado do rio”, é um dos fundadores da entidade. O nome dele: Abdo Urt. Meu tio Abdo. Era um dos quatro irmãos Urt que vieram de Jerusalém, na Palestina, e se estabeleceram em Ladário: ele, meu avô Jamil, Isaac e Isaías. A história bem contada carrega o poder de resgatar o passado para que possamos entender o presente e preparar o futuro. Por isso escolhi História, porque por meio dela me sinto feliz com essa incessante busca da verdade.
PS.: tenho três filhos, todos bem encaminhados, mas nenhum neto.

Caixa de Recados (14 comentários)

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Em 5:03pm on maio 15, 2017, Etelvina Gonçalves da Costa deu para NELSON ABDNUR URT um presente...
Presente
felicidades neste dia especial os meus parabéns muita paz saúde alegria e uma etapa que se inicia e que seja o prenuncio de longa vida Um abraço amizade
Às 17:04 em 15 maio 2017, MARGARIDA MARIA MADRUGA disse...

Feliz Aniversário - Saúde e Prosperidade!

Às 12:54 em 15 maio 2017, Rafael Mérida Cruz-Lascano disse...

Todos los que te apreciamos sinceramente, deseamos que a cada hora, recibas bendiciones que te llenen de satisfacción, y que en unión de tus seres queridos compartas siempre la dicha y felicidad.
“Feliz Cumpleaños”
.
Amparito y Rafael Mérida
Guatemala.

Às 12:36 em 15 maio 2017, Sílvia Mota disse...

Às 22:23 em 15 maio 2016, Sílvia Mota disse...

Em 12:30am on maio 15, 2016, Waulena d'Oliveira Silva deu para NELSON ABDNUR URT um presente...
Presente
FELIZ ANIVERSÁRIO !!! Muita saúde e poesia ! Waulena
Às 23:32 em 15 maio 2015, Sílvia Mota disse...

Conferir "FELIZ ANIVERSÁRIO Nelson Abdnur Urt!" no Poetas e Escritores do Amor e da: http://peapaz.ning.com/…/feliz-aniversario-nelson-abdnur-urt

Às 23:27 em 15 maio 2015, Maria Iraci Leal disse...

Seja bem vindo, beijos MIL.

Em 11:25pm on maio 15, 2015, Maria Iraci Leal deu para NELSON ABDNUR URT um presente...
Presente
FELIZ ANIVERSÁRIO! Saúde, paz e amor, muita alegria, bjs MIL.
Em 7:56am on maio 15, 2015, LETI RIBEIRO deu para NELSON ABDNUR URT um presente...
Presente
PARABÉNS PELO SEU ANIVERSÁRIO, FELICIDADES MIL!
 
 
 

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