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Convulsão

O silêncio vigia a casa,

Execrando retratos indistintos

Na sala.

A tarde uiva nas marquises,

Um derrame de versos escondidos,

Tenta inútil,

Fugir das gavetas.

A lua cínica,

Desdenha ambulâncias nas ladeiras.

Os outros eus em mim,

Desvairados,

Atropelam-se na porta,

Rasgam tijolos,

Libertam-se.

Na largura da noite

Despejam,

Obscuras ofensas,

Perversos desapegos,

Sórdidos rituais.

Na manhã,

Vestida… Continuar

Adicionado por Adalberto Nunes Pereira em 26 maio 2010 às 13:51 — 2 Comentários

CONFISSÕES



Tu alimentas meu ser com candura,

Penetras no meu imo e me enterneces,

Suave como são as doces preces,

Em minha vida és prazer, ventura!



Tu és amor, na forma densa e pura,

E de prazer tu quase me enlouqueces,

E na minh’alma mil poemas teces,

Tu és paixão, desejo que perdura!



Tu és a água que bebo sedenta,

Doce canção que sempre me acalenta,

O colo que me acolhe com… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 26 maio 2010 às 12:03 — Sem comentários

EU QUERIA,AMOR...



Eu queria ser a brisa que te acaricia

Murmurando doces palavras de amor...

Eu queria, como eu queria, sem pudor

Ser a água que escorre no teu corpo

Invadindo teus mais íntimos recantos!

Queria amor ser a espuma de teu banho

suave e cálida espuma a te perfumar!

Queria amor ser o vinho inebriante;

O estonteante vinho que penetra tua boca...

Queria mesmo é ser tua cálida pele

Para envolver-te… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 26 maio 2010 às 9:26 — Sem comentários

EU QUERO QUE TU VÁS...

Se for para partir é bom que partas logo...

Eu quero que tu vás! Não voltes nunca mais!

Eu já fui muito longe e já cedi demais,

Se for pra me ferir, que tu te vás eu rogo!



Não olhes para trás! Não ouças meus queixumes...

Não importa o meu penar, o pranto que derramo;

O amor que trago em mim, não quero que exumes,

Oh! Por favor, meu bem, esquece que eu te amo..



Não penses mais em mim, ou na paixão… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 26 maio 2010 às 9:07 — Sem comentários

PERDI AS HORAS

PERDI AS HORAS



Hoje sinto-me um peixe fora d'àgua

Longe está o que para trás deixei

Deito um pé ao passado e com mágoa

Choro as papoilas com que brinquei.



Tão quase nada, tanta singeleza

Às portas do meu olhar, meu chão

Tudo igual...um rastro de pobreza

No Céu habita a mesma constelação.



Vejo voar minhas primaveras, anoitece!?

Já são horas, ao longe ficou o meu berço

Embaciou o… Continuar

Adicionado por natalia canais nuno em 26 maio 2010 às 8:12 — 3 Comentários

Sóbria de mim

Vá lá alguém fazer de si próprio confidente

Dar um voto de confiança à propria sombra

Há uma instância onde corre um grito infecto

alma ou comarca que atraiçoa toda uma esperança



Já me evadi, sou foragida, fora de lei

faço valer a minha voz aos quatro ventos

Essa sou eu, sem máscaras, sem subterfúgios

Resido só no vale da alegria e autenticidade

no respeito por mim mesma e pelo alheio



Se saio… Continuar

Adicionado por Maria Fernanda Reis Esteves em 25 maio 2010 às 19:24 — 2 Comentários

Vampiro

Vampiro

 

Derrubo-me à luz do Sol

E verticalizo minhas emoções

Ao Inferno da Saudade.

Corpo ereto ao fogo,

Pois sofrer é o castigo

Causticante que imponho

À culpa que me habita

Hoje...…

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Adicionado por JCVMoura em 25 maio 2010 às 17:00 — 1 Comentário

Flores



 

Plantei flores de embalar

Num jardim sem harmonias:

Canções a me castigar

Por tanto querer amar

Até ao fim dos meus dias.



Rosas de suave frescor

Margaridas tentadoras

Uma cantiga incolor

A maltratar este amor:

Minhas ânsias sonhadoras!...



Um cravo doido e triste

Sou eu ao tempo que passa

E essa tristeza que existe

P’lo desamor que sentiste

Tornou a vida sem graça.…



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Adicionado por Jaime da Silva Valente em 25 maio 2010 às 16:30 — 3 Comentários

SOMBRAS DE JASMIM (dueto)

LUA CLARA E SERENA...





Hoje eu olhei para o infinito lá estava o céu

E vi a lua bela e prateada iluminando no alto

Senti-me como alguém que anda solto ao léu

E minha alma,cheia de amor,deu um salto.





REVELAS, À HUMANIDADE, QUE AMAR VALE A PENA;





O manto azul enfeitava o céu e o horizonte

As estrelas belas,cintilantes iluminavam

Eu me sentia dominado pela lua estonteante

Sabia que hoje minha alma e corpo… Continuar

Adicionado por Cristina Bonetti em 25 maio 2010 às 15:16 — 1 Comentário

EU VI O AMOR MORRER...



Eu vi morrer o amor, triste e sozinho!

Aos poucos se perdendo, sem guarida,

Eu vi o amor morrer em plena vida,

Carente de atenção, no próprio ninho!



Eu vi morrer sem colo e sem carinho,

Sem zelo, sem afeto e dor sentida!

Sem nada que curasse sua ferida!

Eu vi morrer chorando bem baixinho!



Não sei por que deixaste assim morrer,

O terno amor que foi somente amor...

O pleno amor profundo… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 25 maio 2010 às 11:56 — Sem comentários

Doce amar

Dos grilhões importunos pensei livre estar.
Deixei o sol minha pele acariciar.
Encharquei-me nas águas gélidas do mar.
Dancei sozinha à noite, ao vento, ao luar.
Vaguei pela rua. O teu nome a murmurar.
Colhi pelos jardins flores p´ra te ofertar.
Entendo agora, depois de muito andejar,
Não me salvei, querido, do teu doce amar...

Mardilê Friedrich Fabre

Adicionado por Mardilê Friedrich Fabre em 25 maio 2010 às 11:08 — Sem comentários

A SAUDADE A ENGRAVIDOU

A SAUDADE A ENGRAVIDOU



Minha Poesia é bem singela

Mas orgulhosa se envaideceu

Hoje se debruça namorando à janela

Caprichosa, de vento o coração encheu.

A saudade a engravidou

Anda nua em liberdade e pureza

As cores ao arco-íris namorou

E ao verbo livre do pensar roubou beleza.



E eu me sinto nela como afluente

Dum rio que corre ao mar

Levo comigo saudades na corrente

E as… Continuar

Adicionado por natalia canais nuno em 25 maio 2010 às 11:00 — 3 Comentários

SÚPLICA À DIONISIO

Duas taças de vinho sobre a mesa,

Os teus braços meu corpo conduzindo...

Nesse tango “caliente”, a vela acesa,

Embriagada de amor, te seduzindo!



O tremor dessa vela, com leveza,

No meu corpo, sensível, vai luzindo.

Sei que a noite nos guarda uma surpresa,

E o desejo, entre nós, vai traduzindo...



Oh! Dionísio! Em qualquer lugar que estejas

Eu saúdo-te e imploro em cada taça,

Desse vinho que… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 25 maio 2010 às 8:19 — 1 Comentário

BACANTE (Ressentimento)

Bacante! Tu me chamas, com ironia

Perdida e só no pélago da vida,

Nas alvacentas brumas, tão vencida!

Um simulacro só, sem galhardia!



Mísera nau, ao léu, sem luz do dia!

Assim me tens, bacante, só, perdida...

E que lasciva, nua, desmedida,

Tão sem pudor, se entrega à luxúria!



No teu olhar não vejo mais o lume,

Daquele amor que fora meu antanho

Ficou tristonho, sem… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 25 maio 2010 às 8:14 — Sem comentários

Intolerâncias





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CLÁUDIO AVELINO DA COSTA, O POETA DOS… Continuar

Adicionado por Cláudio Avelino em 25 maio 2010 às 3:30 — 2 Comentários

COISA MAIS SEM GRAÇA

COISA MAIS SEM GRAÇA

NALDOVELHO



Tem um vento arruaceiro

desarrumando o quarto,

trazendo cheiro de mato,

notícias dos longes,

verdades trazidas

nem sei bem de onde,

e uma certa inquietude,

coisa difícil de explicar.







Tem uma certa nostalgia

desencravando histórias,

resgatando memórias,

sentimentos guardados,

cicatrizes que ainda doem,

se tocar ainda sangram,

e a saudade diz presente,

diz… Continuar

Adicionado por Naldo Velho em 24 maio 2010 às 23:57 — Sem comentários

RIO DE JANEIRO!



O Rio de Janeiro é um poema,

Escrito com seus morros, suas praias

De areias quentes, brancas quais cambraias...

Replenas de beleza tão suprema!



O Cristo Redentor é seu emblema,

E existe mais beleza em suas raias,

As matas, onde cantam mil jandaias...

O mar que beija o sol na unção extrema!



O mar que molha a barra da cidade,

E vai roçando, ébrio, as beiras suas,

Num vai e vem febril… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 24 maio 2010 às 21:53 — 2 Comentários

TRAGO UM RIO DENTRO DE MIM



TRAGO UM RIO DENTRO DE MIM



Trago um rio dentro de mim

Vem de longe, faz tempo este rio

Trago um sonho danado sem fim

E vou recordando para esquecer o vazio.



Trago um rio dentro de mim

E o caudal é a saudade

Brota nos meus olhos sem fim

E é sonho entrelaçado com a realidade.



Trago as mãos cheias de nada

E meu coração palpitante

Desfolho palavras… Continuar

Adicionado por natalia canais nuno em 24 maio 2010 às 19:47 — 6 Comentários

VEM POR AQUI!

Adicionado por Carlos Alberto Baltazar em 24 maio 2010 às 16:26 — 2 Comentários

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