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TEUS BEIJOS NÃO ME DADOS...



Eu sinto tanta saudade,

Dos teus beijos não me dados!

Oh! Dá-me tal felicidade

Com teus beijos não beijados...



Tanto desejo vem e me invade

Ao ver teus lábios orvalhados...

Eu sinto imensa saudade,

Dos teus beijos não me dados!



Oh! Vem, paixão, por piedade,

E ponha fim nos meus fados

Mata em mim a vontade

De teus beijos não me dados!

Eu sinto imensa… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 7 junho 2010 às 0:00 — Sem comentários

TEUS LÁBIOS

Pétalas! Teus lábios são duas pétalas
de um botão de rosa entreaberto
exalando perfumes, orvalhado de amor...

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 23:50 — Sem comentários

MULHER DA VIDA



Sim! Eu sou sim
uma mulher da vida!
E tu? Por acaso és da morte?

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 23:30 — 1 Comentário

NÃO SEI POR QUE...

Não sei por que minh’alma tanto freme,

Perdida e só no mar de teu olhar,

Tal qual a nau sem porto, a soçobrar,

Errante e frágil, perdida e sem leme!



Não sei também por que meu corpo treme,

Se sente assim tão nu e sem lugar...

Errante como águia sobre o mar

sem pouso e sem guarida grita e geme!



E meu olhar se perde deste mundo,

Meu corpo vira um sol que aquece...

E fico assim rendida e tão… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 23:25 — Sem comentários

TEU OLHAR



No aveludado céu do teu olhar

enluarado olhar que me fascina,

por trás do denso véu se descortina

tanta ternura que me faz sonhar...



O teu olhar que sobre mim derrama

raios de luz de estrelas! Que é luar!

Desliza sobre mim tão devagar...

Que teu amor meu ser também reclama!



E mil estrelas brilham nesse céu

do teu olhar, que tanto me cativa!

Que tange minha lira e me… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 23:19 — 1 Comentário

SAUDADES DE TI!



Recordo- me de ti bem retraído ...

Teu vago olhar perdido em tantos pejos!

Eu te adorava muito, meu querido,

E sempre provocavas meus desejos!



Lembro-me, como hoje, lembro sim

Os olhos fugidios, tão brilhantes...

E eu, que te queria para mim

Ia encontrar-te em sonhos delirantes!



E foram sim,amor, tantos rodeios...

Que me satisfizeste meus anseios!

Correspondendo a todos meus… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 23:00 — Sem comentários

INFÂNCIA ABANDONADA



Por que viver assim, abandonado e só?

Que fez ao mundo vil tão inocente infante?

Viver jogado ao léu, como se fora pó...

Sem esperanças mais, levando vida errante!



Brutalizado ser, sem piedade ou dó,

Sobrevivendo assim, lutando qual gigante!

Por que seguir sem lar, desesperado e só?

E só carrega a cruz sem que ninguém se espante!



Curvado sobre si vai rebuscando lixo

Já que ninguém lhe dá a… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 22:57 — 4 Comentários

CISMAS



A distância, entre nós, mais que eloqüente,

Um grotão bem profundo! Triste abismo!

Sem metáforas, rimas ou cinismo,

Fala mais do que tudo que se ostente!



Tua ausência de modo tão presente,

Vai matando, do amor, o seu lirismo!

E a pensar, fico muda, e mesmo cismo

Que buscar-te, não devo, simplesmente!



Se a mentira transpira em tua tez!

Se as palavras se escondem da verdade,

Nada dizem,… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 22:42 — Sem comentários

EU CANTO OS EXCLUÍDOS!

Eu canto quem não tem qualquer guarida,

A calejada mão de quem trabalha,

Peões, posseiros, gente desvalida,

Que vive sobre o fio de uma navalha!



Eu canto todos pobres desta vida,

Aquele que levanta, cai e falha,

Que grita por não ter sequer comida,

Que tanto luta e sofre por migalha!



Eu canto aquele que, também, não cala,

com tanta garra, enfrenta a vida bruta,

Aquele que persiste sempre em… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 22:30 — 1 Comentário

NÃO ME DESPREZES...





Não me desprezes, ó senhor dos sonhos meus,

Pois sou aquela que te adora, que te ama,

Que traz acesa dentro d’alma forte chama

Do eterno amor que não suporta triste adeus!



Não me desprezes, não! Tu és a minha vida!

Somente a ti eu quero assim, com ardor, loucura...

Meu ser, vagando ao léu, no espaço te procura,

Se não te encontro, amor, eu fico tão perdida.



Por ti versejo dia e noite,… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 21:30 — 1 Comentário

Não me queiras tirar de letra

Sou um ser imprevisível

um cartel de incoerências

Nâo queiras interpretar

os sinais nas entrelinhas

Só vês cravos onde há espinhas

já arderam os fusíveis

de quem me quiz entender



Sou de mim tão inconstante

tipo caixa de surpresas

Visto às vezes de arrogâncias

nem eu sei do que sou capaz

Já me rendi ao desatino

de ser um quebra-cabeças



Queres um conselho?

Não te armes em… Continuar

Adicionado por Maria Fernanda Reis Esteves em 6 junho 2010 às 18:45 — 2 Comentários

Guardador do impossível

(Via Láctea, vista pela câmara do Hubble)



Dá-me a tua mão

E leva-me ao vale da fantasia

Onde eu possa alimentar de beijos

Os meus dias todos

E colorir a vida com as cores fortes,

Vivas,

Intensas

Do arco-íris!



E se o vento soprar

Há-de ser tão suave,

Tão fresco,

Tão agradável,

Quanto o teu olhar,

Quanto a tua voz,

Quanto o teu sorriso,

Quanto o teu colo… Continuar

Adicionado por Paulo César em 6 junho 2010 às 18:35 — Sem comentários

Inquietação

(The endless enigma, by Salvador Dali) "O enigma sem fim"



Sei-te de cor nos braços do mar

Ondas iradas nas searas mortas

Bandeira de luta soprada p’lo vento

Explosão de revolta vertendo o suor

Dos mourejados dias.



Corrente inquieta buscando alvorada

Onde a luz emerge para ser estandarte

Vozes em uníssono a clamar justiça

Num tempo de agrura com suor

E lágrimas.



Sei-te de cor nos… Continuar

Adicionado por Paulo César em 6 junho 2010 às 18:30 — Sem comentários

Estrada de ternura

Vou guiando meus passos na estrada da ternura.

Meus pés pisam firmes, silenciosos, macios...

Enquanto a sensibilidade de poeta

toca-me a alma e faz-me sentir o encanto

da magia da palavra, na doce brisa que sussurra.



A leveza de meus pés livres na relva.

O encanto da harmonia que se expande num frêmito,

em meu corpo suave e gotejante...

Encontro-me com a alegria, encanto-me com a poesia.

Amizade, amor, paixão, loucura.



É uma longa estrada…

Continuar

Adicionado por Arlete Brasil Deretti Fernandes em 6 junho 2010 às 16:30 — 2 Comentários

Voo sem asas



Olho no silêncio lunar

Dos teus olhos fundos

E busco a fragrância dos sonhos

Perdidos

Na quietude do tempo

Quando os nossos passos tinham a leveza

Das asas que não tínhamos

Mas nos levavam ao imponderável

Dos dias sem nuvens negras

Nem escolhos teimosos

Nem dores mofinas

Nem lágrimas salgadas

Como bagas de mortinhos

Colhidos à beira dos carreiros

Que acolhiam as nossas… Continuar

Adicionado por Paulo César em 6 junho 2010 às 15:17 — 1 Comentário

TUA BOCA!

Oh! Tua boca! Cântaro sagrado e belo!

A fina taça onde bebo doce vinho...

Oh! Fonte onde busco amor, paixão, carinho!

Luxúria minha, onde só prazer desvelo.



Oh! Essa boca, onde tantas juras selo!

E onde os lábios meus frementes logo aninho,

Aveludada boca, fina como o linho

Razão de meu viver, de todo meu flagelo!



Oh! Raro néctar! Quero sempre ter-te assim

Qual beija-flor beijando a rosa, sem… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 6 junho 2010 às 1:04 — Sem comentários

SOLITUDE



Se agora estou sofrendo, outrora fui feliz

Eu fui amada e amei o tanto quanto pude,

E sonhos mil teci... De outros me desfiz...

Eu conheci o amor, sua fugaz virtude...



Quem hoje assim me vê não pensa ou não diz,

Que conheci a paz, que eu não era rude,

E não tinha na face estranho e vil verniz,

Mas hoje estou assim, mais nada me delude.



O pranto que eu chorei ninguém o viu, decerto,

E a dor… Continuar

Adicionado por Edir Pina de Barros em 5 junho 2010 às 22:53 — 2 Comentários

REEDUCANDO UM TAUTOTRIX EM "R"


Reeducando

Reforme, reutilize
Reciclando, reutilizando
Revisando rotinas.

Adicionado por Escrever é partilhar em 5 junho 2010 às 17:56 — 1 Comentário

Tres ERRES



Três ERRES

REDUZIR desperdícios, menos lixo e poluentes.
REUTILIZAR reaprendendo o menos se torna mais.
RECICLAR, idéias, matéria e gestos.

Adicionado por Escrever é partilhar em 5 junho 2010 às 17:52 — Sem comentários

Acrostrix RECICLAR RE duzir poluentes, minimizar desperdícios: REUTILIZAR. CI vilidade necessária, consciência ecológica: REEDUCAR. CLAR as são as Metas. Objetivo: Salvar o mundo: RENOVAR


Acrostrix

RECICLAR

RE duzir poluentes, minimizar desperdícios: REUTILIZAR.
CI vilidade necessária, consciência ecológica: REEDUCAR.
CLAR as são as Metas. Objetivo: Salvar o mundo: RENOVAR Continuar

Adicionado por Escrever é partilhar em 5 junho 2010 às 17:49 — 2 Comentários

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