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Promontório dos sonhos

(Imagem obtida na internet)



*À tua memória, avô MAD*



Daquele lugar vê-se o longe

A norte e a sul…

Vê-se para lá da vista

Que o horizonte tinge de azul,

Ou verde, ou cor de terra…

Vê-se o indistinto da serra

E o impossível do chão lavrado ou em poisio…

Vê-se a formiga negra,

Inquieta e rabina,

E o ribeiro manso e líquido,

Que já foi barrento e impulsivo…

Vê-se a… Continuar

Adicionado por Paulo César em 9 julho 2010 às 16:30 — 1 Comentário

Pompeia ou as mulheres paridas

(Imagem obtida na internet)



De Pompeia chegam os sons

Das trombetas!



Ascetas

Pelo fogo se libertam

E o ar revolteia com o clamor

Das mães que jamais pariram

Um filho ou um desejo,

Possuídas apenas pela dor

E à dor submetidas,

Como estrelas ao firmamento

E espadas aos campos de guerra!



Brados tingem o ar

De sons de sangue e de preces

Ainda que a negridão do… Continuar

Adicionado por Paulo César em 9 julho 2010 às 15:30 — Sem comentários

Trinta anos sem Vinícius

A mentira de Vinícius

Soaroir 9/7/10





a mulher amada deixou de ter

aquela beleza fundamental

e a boemia então

perdeu a razão de ser

bares, noites de paixão

não são os mesmos sem você

onde a gente se amava

ou curtia a solidão

no um pra lá um pra cá

você cantou ser normal

já que amor é enquanto dura

até um outro começar

mas desde que você partiu

não deixamos de…

Adicionado por Soaroir de Campos em 9 julho 2010 às 15:00 — 2 Comentários

Cordão umbilical

(Imagem obtida na internet)



Depois vem o luar

e a noite transfigura-se

no teu corpo de maré cheia

ondeando com as núvens sonolentas

ao sabor das batidas loucas

dos tã-tãs da alma

e dos mamilos róseos.



Há sempre um sonho

por acender

na vastidão do céu estrelado

e um caminho, que leva

à demência,

nas veredas por onde escorregamos,

mansos e solenes,

a sentir os ecos das… Continuar

Adicionado por Paulo César em 9 julho 2010 às 13:26 — Sem comentários

liberta!



antenna installation Perth





liberta!



percepção feliz -

de todos os meus medos,

a bruxa mais malvada sou eu.





Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da…
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Adicionado por Sílvia Mota em 9 julho 2010 às 4:30 — 1 Comentário

Telegrama

Quando no silêncio de sua cama,

Estiver com os olhos abertos à meia pálpebra,

Com o pensamento velejando ao longe,

Lembre-se que não estará sozinha.





Quando a companhia do travesseiro,

Não esteja mais sendo suficiente,

E o diálogo invisível deixar de ser satisfatório,

Lembre-se das minhas mãos afagando seu rosto.





Quando o temor cerrar seus olhos,

Receosa de algum indigesto sonho ruim,

Que possa disparar a angústia do seu… Continuar

Adicionado por Wellington Fontes Menezes em 9 julho 2010 às 4:02 — Sem comentários

Há olhos baços que nos fitam

Há olhos vivos que não vêem

Há homens que homens imitam

Há homens que imitam animais

Há mentiras na história do momento

Há histórias sem começos nem finais.



Há lutas e tédios nos cabelos

Há equívocos em cada pensamento

Há cartas enviadas sem destino

Há imensos vazios no meu sorriso

E uma cara de palhaço, um ar cretino,

Há trevas, sem caminhos, onde piso.



Há rios secos em todos os regaços

Há… Continuar

Adicionado por Jaime da Silva Valente em 9 julho 2010 às 1:54 — 2 Comentários

Poema homoerótico

Olho teus olhos

Beijo tua boca

Vejo-me nos teus olhos

Lambo-me na tua boca

Sinto teu sexo

Sinto-me no teu sexo.

Seduzida

Seduzo-te!

Nasci em ti...

Nasceste em mim...

Prá ti.

Prá mim.

Homo

Eróticas.



********************

Flor da Madrugada.

São Paulo, 25 de janeiro de… Continuar

Adicionado por Flor da Madrugada em 9 julho 2010 às 0:15 — 2 Comentários

Temo e não temo!

Não temo a força do teu olhar,
nem a gostosura da tua boca,
nem o furor do teu sexo!

Mas, temo a igualdade dos nossos desejos!


Flor da Madrugada.
São Paulo, 22 de janeiro, de 2010.

Adicionado por Flor da Madrugada em 9 julho 2010 às 0:13 — 1 Comentário

recado

sem a saudade
eu não estaria em ti
neste momento...

Edmilson dos Santos
8/7/2010

Adicionado por Edmilson dos Santos em 8 julho 2010 às 23:00 — 4 Comentários

mundo em transformação

mundo em transformação

giro verde ao teu azul
e os cinzas todos desafio...
e as cinzas? ah! incertezas!

Edmilson dos Santos.
12/2/2010.

Adicionado por Edmilson dos Santos em 8 julho 2010 às 22:30 — 2 Comentários

Cartinha para Cristina

Cartinha para Cristina

Você bem poderia ter sido minha irmã (risos), mas se o fosse penso que não seriamos tão próximas, no sentido de afinizar. Isso significa que existem algumas pessoas que são mais queridas ,estimadas até mais que aqueles que nascem na nossa família biológica.Creio serem a nossa família espiritual.Assim eu senti no imediato momento que a vi pela primeira vez na Sead,isso lá se vão aproximadamente vinte e poucos… Continuar

Adicionado por Escrever é partilhar em 8 julho 2010 às 20:25 — Sem comentários

Conversas com o meu umbigo



De novo eu e tu…



Denoto o cansaço dos fracos

O lampejo dos incautos

O arremesso dos guerreiros

num corpo cravado de flechas

onde sobrevive a alma a nu



Tira-me desse fogo, onde arde

a minha vil petulância

a infame falta de humildade

a imodéstia feita de certezas

com roupagem de inconstância



Se ainda cá estás…

Ouve-me os medos e sente

a voz da… Continuar

Adicionado por Maria Fernanda Reis Esteves em 8 julho 2010 às 19:22 — Sem comentários

Estórias e memórias

(Imagem obtida na internet)



Busco para além dos passos

Lentos

A frescura das hortas

Quando as regadeiras eram levadas

De água em cacho

A correr entre cômoros de terra

Adubada pelo suor

Dos corpos fartos de labuta

E no cimo das nogueiras altas

Os melros vinham esperar o momento

De dessedentar os bicos negros

E as penas lustrosas.



Busco para além das… Continuar

Adicionado por Paulo César em 8 julho 2010 às 12:35 — 2 Comentários

Realidade utópica

Do fundo da alma sai a voz da vitória,
Nunca alcançada
Do fundo da alma nasce o desejo da paz,
Nunca alcançada
Do fundo da alma nasce a união,
Nunca concretizada
Do fundo da alma nasce a liberdade,
Nunca vivida.

Adicionado por Manuel Nsadisi Miguel em 8 julho 2010 às 5:00 — 1 Comentário

NO SILÊNCIO DA NOITE

No silêncio da noite

No cansaço que o meu corpo transporta

Deixo que o sono me absorva

E devore a minha mente

Absorta no torpor das emoções.



Nas horas alucinantes da noite escura

Onde o sono me engole lentamente

Abro a janela dos sonhos

Deixo a mente flutuar

No universo incontrolável

Do desejo sonhado

Onde quero voar

Me deliciar

No silêncio da noite.



Mário…
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Adicionado por Mário Margaride em 7 julho 2010 às 23:07 — 2 Comentários

OS SENTIDOS

OS SENTIDOS

Ouvidos que enxergam
O que as palavras calam
Bocas que revelam
O que os olhos falam!

Adicionado por Mônica do S Nunes Pamplona em 7 julho 2010 às 17:00 — 3 Comentários

TRANScenDENTAL

Adicionado por Carlos Alberto Baltazar em 7 julho 2010 às 16:34 — 3 Comentários

LIBERTINAGEM

Convido-te a visitar minha cama

Numa noite dessas de luar

Te possuirei com sofreguidão e gana



Sem limites para se entregar

Quero que se sirva de meu corpo

Saciando-se nessa fonte de prazer



Absorva o néctar que te deixa louco

Com toda luxúria que se possa ter

Minha língua quer sentir o sabor



Dos detalhes de tuas partes

Ensinar-te-ei com louvor

Kama sutra é minha… Continuar

Adicionado por Mônica do S Nunes Pamplona em 7 julho 2010 às 16:30 — 1 Comentário

Cachorro-poema

Sem pedigree

Soaroir 7/7/10







meu cachorro-poema é vira-lata

nenhum com pedigree chega perto

com medo das suas pulgas...

deste rafeiro o que ninguém sabe

é que o seu faro é de perdigueiro









Busca

Mário Quintana



Subnutrido de beleza, meu cachorro-poema vai farejando poesia em tudo, pois nunca se sabe quanto tesouro andará desperdiçado por… Continuar

Adicionado por Soaroir de Campos em 7 julho 2010 às 14:58 — 2 Comentários

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