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Traduzindo o teu silêncio

Eu preciso ouvir o teu silêncio, tocando cada curva do meu corpo...

Eu preciso ouvir o teu silêncio, que encaixa perfeitamente em mim

e me leva a sentença da felicidade...

Eu preciso ouvir o teu silêncio, conhecer todas as tuas vontades,

traduzidas em realidade, assim quem sabe, descobrirei todo esse amor

que pulsa em mim e reflete em ti, nos unindo a uma só esperança.

Eu preciso ouvir o teu silêncio... sinto que nele… Continuar

Adicionado por Suzy Antunes em 27 abril 2010 às 10:00 — Sem comentários

Só por um segundo...!

Se eu te visse por um segundo, algum dia...

Ah, tenho certeza que o céu ficaria com um azul mais deslumbrante...

Que as borboletas circulariam à minha volta, como um carrossel colorido.

Sentiria na boca a vontade de provar o teu beijo...

E o meu corpo se envolveria com a essência do teu perfume.

Saberia que estava pisando no chão, mas com o pensamento nas nuvens...

Olharia nos teus olhos, tocaria em tuas mãos, acariciaria… Continuar

Adicionado por Suzy Antunes em 27 abril 2010 às 9:30 — 1 Comentário

O ressurgir da fêmea

O ressurgir da fêmea…

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Adicionado por Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 27 abril 2010 às 1:00 — 2 Comentários

O menor abandonado precisa de um olhar!



Um menino calado, corpo magro, descalço

Andando pelas ruas escuras e obscuras

Vivendo a experimentar muitas amarguras

Descobrindo tão cedo a dor em cada encalço.



Dor sublime, dentro de um corpo com frio

Cobertores que não esquentam, não trazem acalanto

Tem horas que nesta vida triste o pranto,

Arranca de dentro do peito arrepio.



Menino que sente miséria na fome

Pede, implora, humilha o… Continuar

Adicionado por Marcia Moreno em 26 abril 2010 às 22:57 — 1 Comentário

ÁGUAS DA SAUDADE

Adicionado por Carlos Alberto Baltazar em 26 abril 2010 às 15:10 — 4 Comentários

Flores e Espinhos

Aprendi caminhar sozinha;
sofri e amei,
nas trevas e na luz,
entre flores e espinhos,
nos arbustos me arranhei.

Nas noites sem fim,
entre brisa e tempestade
sorri e chorei,
mas,
aprendi caminhar sozinha.





(Cristina Bonetti)

Adicionado por Cristina Bonetti em 26 abril 2010 às 14:00 — 1 Comentário

..aquarela...

...faceira borboletinha
que buscas onde pousar,
para o jardim lançastes teus olhos
encontrando um roseiral;
eis que pousa cansada na rosa amarela
que lembra aquarela
ou um belo vitral.




(Cristina Bonetti)

Adicionado por Cristina Bonetti em 26 abril 2010 às 13:30 — Sem comentários

Pesadelo

Plantei o beijo em flor

No canteiro florido do teu sonho;

Terra arrasada

Espectro do nada:

Desconhecia que querias

Transformar o sonho

No pesadelo dos meus dias!...…





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Adicionado por Jaime da Silva Valente em 26 abril 2010 às 12:30 — 2 Comentários

Poema necessário



car loans



Imagem capturada na Internet.





És jovem, mas o perfume do poema

das tuas…
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Adicionado por Jaime da Silva Valente em 26 abril 2010 às 12:30 — 6 Comentários

CORAÇÃO DE CRIANÇA

Adicionado por Carlos Alberto Baltazar em 26 abril 2010 às 12:18 — Sem comentários

Sigo-te...

Sigo-te como uma sombra perdida no silêncio, porque sei que me chamas.

Sigo-te como um vento... te acariciando e te envolvendo lentamente.



Sigo- te como uma estrela cintilante, explodindo num clarão imenso de loucura,



que apenas minha mente se atreve a imaginar...



Sigo-te de longe, mas não te sinto longe, porque está aqui dentro de mim



e minha alma te encontra, minha alma te toca...



Sigo-te… Continuar

Adicionado por Suzy Antunes em 26 abril 2010 às 12:12 — 1 Comentário

Apartar das ilusões

Apartar das ilusões

Aporto minhas lembranças no cais das minhas naufragadas ilusões.

Apartei-me de todos os sonhos que redundaram caminhos sem volta.

Extravio.

Perdi-me nas abissais profundezas do que me prendia a ti.

Fundeada.

Agora sou nau em desalinho, afeita as intempéries das ruínas da rota.



Aniquilaram-se as tênues vontades.

Já não sou, inexisto avulsa e avessa aos planos.

Abro a… Continuar

Adicionado por Escrever é partilhar em 25 abril 2010 às 21:37 — 1 Comentário

Encontro com as letras



Encontro com as letras





Marcamos aqui um encontro:

Eu e um rol de letras soltas,

Num toque de mágica elas se multiplicam,

E fazem o meu desejo verdade:

Juntas, de mãos dadas,

Abraçamos o universo.

Daí surge os versos.





Uno-me as letras e a infinda magia

Com elas parto, rumando ao abraçar

E somar a nós o real e a fantasia,

Construir, compondo nosso… Continuar

Adicionado por Escrever é partilhar em 25 abril 2010 às 21:28 — Sem comentários

Inevitável escrever...



Inevitável escrever...



Cato letras no universo poético interior,

Sigo rumo ao denso, busco a desconhecida poesia

Os versos que desvendarão o meu sentir.

Vou,

Aprofundo,

Investigando que composição desaguará?

Sei, produzirei aquilo que planejo segredar.

Silente escrevo para não dizer,

São palavras mudas, inaudíveis...

Mais que entrelinhas são nacos do fundo… Continuar

Adicionado por Escrever é partilhar em 25 abril 2010 às 21:23 — 1 Comentário

Irrefutável alvitrar Que fazer se ele tinha predileção por estar enclausurado, Acorrentado, Trancafiado em seus recônditos porões? Afinal o que falar se era praticamente impenetrável, Inacessível, …



Irrefutável alvitrar





Que fazer se ele tinha predileção por estar enclausurado,

Acorrentado,

Trancafiado em seus recônditos porões?

Afinal o que falar se era praticamente impenetrável,

Inacessível,

Imponderável que aparentava,

Canto obscurecido no qual prevalecia o breu... Intenso e enigmático breu?





Havia que ter um jeito,

De roubar um sorriso que fosse,

De… Continuar

Adicionado por Escrever é partilhar em 25 abril 2010 às 21:20 — Sem comentários

Eu e as palavras...



Eu e as palavras...



Minhas palavras falam por mim (às vezes até gritam). Chegam para revelar o íntimo do meu pensar e expressam melhor do que eu o que vai ao pensamento, as idéias, emoções.

Quando crio evoco os mais diversos sentimentos, afetos e desafetos, amores e dissabores, alegrias e dores, aflições, medos rancores, paixões, saudades, desejos e solidão.

Ponho a prova o meu resistir, provocando o que me há… Continuar

Adicionado por Escrever é partilhar em 25 abril 2010 às 21:06 — 1 Comentário

Transformei-me num rochedo

Por entre todas as adversidades

nos momentos pedregosos do destino

nem sempre a vida soa como um hino,

nem tudo são rosas e felicidade



Se aguentei todas as vicissitudes

incauta, julgando não estar preparada,

já calejei, minha alma de tão desesperada,

devolveu-me a paz, por entre defeitos e virtudes



A ninguém desejo o quanto já sofri

são desencantos, perdas de entes-queridos,

marcas que ficam,… Continuar

Adicionado por Maria Fernanda Reis Esteves em 25 abril 2010 às 19:34 — Sem comentários

Palavras a metro

Conversa retórica

já disse e repito!

Falei, reiterei

esconjuro e abrupto-me

e o que é que ganhei?

Este meu discurso

é de perna curta

não chega até ti,

falo pr´o boneco

e tiri-ti-ti!

Eu vou desistir

não tenho argumentos

gasto o meu latim

em palavras a metro,

mas ser mãe é… Continuar

Adicionado por Maria Fernanda Reis Esteves em 25 abril 2010 às 19:31 — Sem comentários

Soneto sem fé

Esfuma-se a fé na ribalta dos sonhos

Na película seda das nuas folhagens

Há um verde em meus olhos tristonhos

Cristal humedecido, sombra de ramagens



Pluviam-se rios de lágrimas contrafeitas

Arrastam-se dores no leito dos tempos

Almas aturdidas, esperanças desfeitas

Música que oiço sempre a contratempo



Há um limbo emergente, feito de nada

Sírios sem padroeira, ateus de memória

Um devir ausente… Continuar

Adicionado por Maria Fernanda Reis Esteves em 25 abril 2010 às 19:29 — 1 Comentário

Tu és luz!

Se o futuro a Deus pertence

e tudo está predestinado

é questão para dizer

de que serve o livre arbítrio?

se vendes a alma ao diabo!



A culpa é sempre do Karma

não aprendeste a lição

cometes os mesmos erros

faz de ti o seu escravo

por conta da ambição



Se escolheres ser feliz

afastas tudo o que é dor

Tu és luz, não és matéria

teu alimento é o… Continuar

Adicionado por Maria Fernanda Reis Esteves em 25 abril 2010 às 19:26 — Sem comentários

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