Blog de João Batista de Campos (315)

Abraço que cura

O simples ato de abraçar pode reduzir a dor forjada pelo mau pensar.

Na sarjeta da vida pode se encontrar o exegeta do amar.

O verbo amar é muito enganoso, posto, imprimir a sabedoria do verbo desvencilhar.

Somente pode amar aquele se despe de si mesmo.

No vicejar do velho olhar apenas, pode-se antenar no prazer de curar pelo amor do sincero abraço como traço de conjugar a si…

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Adicionado por João Batista de Campos em 21 maio 2017 às 12:39 — Sem comentários

Tô nem aí, meu...

Sussurros do além. Bem aqui dentro de mim ouço alguém do além a falar e escrever também, pode crer, é a musa intrusa a dizer aquilo que não sei, porém, ela abusa. Primeiro, aprendo por derradeiro; para depois ir ao meu companheiro, Ai de mim se não cumprir com a missão de escrever sem antever os resultados mensurados por esse ser dentro de mim. O mistério continua o tempo inteiro apesar de ser sempre o derradeiro. “Os primeiros serão os derradeiros e os derradeiros serão os…

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Adicionado por João Batista de Campos em 20 maio 2017 às 12:21 — Sem comentários

Holografando sobre nuvem

Sem saber donde surjo, sinto-me esvoaçante sobre as asas da Gaia, voo etéreo, e alguém me avisa:

– Diz ai meu companheiro, trouxe aquela trouxa de dinheiro, ou vai dar uma de trouxa?

Sem saber do meu real paradeiro, replico:

– Que dinheiro?

Se quer ter bom abrigo vai precisar de muito dinheiro, meu amigo.

Bem, me parece que estou no paraíso, porém, vem alguém a…

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Adicionado por João Batista de Campos em 16 maio 2017 às 11:33 — Sem comentários

Momento de postar

Momento para postar

Pode apostar que posto a qualquer hora,

pode ser agora ou com imensa demora.

O tempo pode ser o antigo contratempo

do verdadeiro mensageiro…

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Adicionado por João Batista de Campos em 14 maio 2017 às 11:45 — Sem comentários

Que esbórnia é essa?

que mundo é esse onde existem muitos ainda a perecer?

quantas crianças famintas ou  famélicas por  comidas distintas.

embora, na minha potência já há muito extinta, fica o meu parecer

de que o homem realmente nasceu para destruir o que fez crescer!

sinto-me  acovardado por nada poder fazer, embora, de  homem fardado

neste…

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Adicionado por João Batista de Campos em 13 maio 2017 às 14:30 — Sem comentários

Acalanto

Chamo-me Acalanto, venho a este mundo ferrenho a exemplo de tão falado engenho, maquinado sobre o lenho pelo qual foi lanhado O mais sagrado. Triturado pelos dentes do maligno engenhado, apesar de seu desígnio ser de suportar o sistema de outrora. Venho agora enxugar o seu pranto. Ao prantear ouça a voz do meu suave canto, porém, vou além, jamais o ouça errado, creia, estarei sempre ao seu lado, amém.…

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Adicionado por João Batista de Campos em 10 maio 2017 às 15:00 — Sem comentários

Conversando com Estrelas

No alpendre aqui de casa, onde o vergel arrasa, enredado em minha velha rede, numa tarde de fazer a sesta, lânguido, das pálpebras vislumbrei malemolente fresta. Ao levantar o meu olhar vi o amor pairar sob o ar do firmamento. As brancas nuvens formavam as estrelas com as quais me atrevi a conversar. À pincenê, e à Mandraque eis que ressurge o velho craque. Era Olavo a dialogar com Assis, que assim lhe diz: Um afortunado compositor de melodias populares que deseja desesperadamente escrever…

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Adicionado por João Batista de Campos em 8 maio 2017 às 18:30 — 12 Comentários

Sossego amigo

A paz de meu velho pai, trago comigo.

Sossegado em seus fortes braços,

sinto-me seguro entre laços

de alegria em seus traços.

Paz de exemplo amigo.

Honesto e amorável cidadão.

Zelador de minha paixão,

amador de minha mãe

e de meus irmãos.

Amo suas cãs!

Às vezes ao sentir-me atribulado

de soslaio vejo ao meu lado

o seu sorriso imaculado.

Querido pai…

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Adicionado por João Batista de Campos em 7 maio 2017 às 12:37 — 2 Comentários

Às cinco

Às cinco da manhã ainda estou a escrever, na manha de aprender ao som de viver o agora, somente agora, minha eterna aurora. Ao som do leve gotejar lá fora o meu espírito cresce em prazer desnatural.

Cada pingo é respingo em minh’alma, como o apóstrofe a temperar o verso normal.

O quê?

Ah… A apóstrofe…

É o gênero gerando a língua.

E esse quê, como é que…

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Adicionado por João Batista de Campos em 5 maio 2017 às 18:56 — Sem comentários

Carrinho de mão

Carrinho de mão

Nesta velha nostalgia

a vida me eleva e guia.

A ilusão me enleva então

ao antigo carrinho de mão.

Era pequenino demais tempos atrás.

Pedia ao meu mais querido ídolo, meu  pai.

O qual me atendia com préstimo amorável demais.

O que queres querido filho? Que vires o carro pra…

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Adicionado por João Batista de Campos em 4 maio 2017 às 21:30 — Sem comentários

Por que você é poeta?

Por que você é poeta?

À

Pé,

Ou a

Carro.

A mente

É a poetisa.

Profetisa da fé.

Escrava do carrasco

Com cortesia, jamais o é.

Na tecla afiada de sua pena,

Com a cor e o odor de açucena,

É amor de Jesus à Maria Madalena.

O seu amor traz o psicovalor à cena

Da vida. Elevando a alma abatida.

Por isto você está aqui inserida.

Poesia é! É…

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Adicionado por João Batista de Campos em 3 maio 2017 às 21:30 — Sem comentários

Morre mais um poeta

Ora direis: Estrelas falam,

certo, falam e exalam

no arfar pensante de Olavo

qual estalar de bravo.

Perfumosa cor de cravo.

Ao pensar infame infante

sobre o dom falante

de poesia…

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Adicionado por João Batista de Campos em 1 maio 2017 às 10:30 — 2 Comentários

Mente vazia não pensa no mal

É quase incondizente esvaziar inteiramente a mente, pois, frequentemente ela mente.

É conscientemente que se faz luzir essa luz resplandecente. E para tal, tem de livrá-la de seu natural bacanal. Esbórnia fatal. Infelizmente ela é forjada na forjaria do mal. Nossos ancestrais condicionaram-na inconscientemente no sistema de sobrevivência sobrenatural. A humanidade, apesar da idade persiste na mesma cartilha, uma simples bolha,…

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Adicionado por João Batista de Campos em 18 abril 2017 às 11:30 — Sem comentários

Jocoso

Quebrando paradigma

Amigo e amiga quando se quebra o sagrado,

quando se viola o tabu, sempre há quem diga

um corretivo para quebrar a mesma viola tocada

pelos antigos; é a esmola que se queda ambígua.

Pense um pouco comigo, não sendo amoral

que se dane o dono desse velho quintal.

Vamos prantar nele o…

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Adicionado por João Batista de Campos em 7 abril 2017 às 10:30 — Sem comentários

Silhueta

                  Silhueta do amor
 
                                            Eu,
                                            e você;
                                           quem diria,
                                        ao lhe conhecer,
     …
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Adicionado por João Batista de Campos em 6 abril 2017 às 4:00 — Sem comentários

Rasgou-se o véu

Rasgou-se o véu

Num dia anil

rasgou-se o véu,

então o céu se abriu,

uma nuvem infanto pueril

ao formar seu rosto infantil

meu velho coração partiu

num sonho de velho amor.…

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Adicionado por João Batista de Campos em 24 fevereiro 2017 às 23:50 — 2 Comentários

Crie o seu próprio paraíso

O seu bem-estar está latente em seu próprio ser!

Como exemplo podemos ver em todas as camadas sociais, pessoas tristes e alegres.

"Aquilo que os olhos não veêm, o coração não sente".

A escolha de ver o que é bom para nossa alma não é subterfúgio, não, apenas é a melhor escolha. Pode-se escolher ver pela televisão as hecatombes mundiais, ou não, porém, tem-se a consciência de que elas sempre existiram...

A crença na felicidade está na verdade de cada um de nós. Haja…

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Adicionado por João Batista de Campos em 24 dezembro 2015 às 11:07 — 3 Comentários

Ao som do velho Dilermano

 

Pois é, meu mano, alta hora, se acordado não me engano, estou agora perto da aurora a ouvir o Abismo de outrora e também o já ausente Altamiro com seus lábios quentes e ao som de Carrilhões de muita gente presente. Parece até brincadeira, neste silencio mavioso e com a paz de estar contente e pleno a sentir o som sereno, enquanto, serenamente o tempo lá fora refresca a minha velhaca mente velhacamente insistente a sorrir ao ouvir o sorridente John a me fremir levemente: Essa sua…

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Adicionado por João Batista de Campos em 25 outubro 2015 às 9:30 — 6 Comentários

Há poeta

 

Há poeta de todos os jeitos.

Há aquele que é simétrico,

enganando-se à poeta perfeito.

A sua autofalácia é mesmo…

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Adicionado por João Batista de Campos em 26 abril 2015 às 1:36 — 2 Comentários

Cora coração

jbcampos…

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Adicionado por João Batista de Campos em 21 abril 2015 às 10:00 — 1 Comentário

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