Blog de João Batista de Campos (320)

O terreno de Tonico

Tonico, um homem simples que venceu na vida como comerciante, após trabalhar 18 anos a um senhor judeu que havia fugido da Polônia pela perseguição nazista. Com esse polonês aprendeu a lidar com o público, tornando-se um filósofo da vida. Após esse período pediu demissão de suas funções no comércio moveleiro de Isaac e abriu o seu próprio negócio, sendo bem-sucedido ao longo de alguns anos.

Tendo comprado um terreno de 1000m2 para fazer uma pequena…

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Adicionado por João Batista de Campos em 22 julho 2017 às 14:40 — Sem comentários

Somente o aprendizado se eterniza

Estive pensando profundamente nos fundamentos da existência, uns nascem, enquanto, outros se extasiam, uns choram e outros riem. Assim a vida e trazida e varrida sem o menor constrangimento.

Lamento a minha falta de entendimento. A natureza apresenta sua fria realeza, na realidade nua e crua de sua própria natureza. Sua beleza em…

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Adicionado por João Batista de Campos em 22 julho 2017 às 13:39 — Sem comentários

Tem dia

 

Tem dia que se inicia com o tédio da melancolia qual redundância entedia desde a infância, porém, indo além, existe um remédio que muito remedia, receitado pela médica do dia a dia. Doutora Musa, que muito abusa dessa receita sem contraindicação, já que faz uso do laboratório palpitante e decantado, chamado: Coração. Às vezes a Medusa fica inclusa nessa situação, a qual cobra com suas cobras a subserviente mente,…

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Adicionado por João Batista de Campos em 15 junho 2017 às 15:04 — Sem comentários

Mundo de todo mundo

Na palma de sua mão há o mundo de todo o mundo.

É a ficção da fiel realidade que chegou à posteridade e a desnudar com valor tamanha prosperidade.…

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Adicionado por João Batista de Campos em 10 junho 2017 às 21:30 — 1 Comentário

Você & Solidão

Meu amigo, minha amiga, meu irmão, pensem um pouco comigo: Vamos limitar o medo e ser amigo da Solidão. A liberdade não tem idade, dos dezessete aos cento e sete um pensamento nos arremete ao centro dum furacão: O medo é o maior arremedo da solidão. Sejamos amigo do medo, pois, mostra em segredo o perigo eminente sempre à frente da gente. Porém, a nós nos convêm entender os meandros da lida na vida e sua maior distração, a sofreguidão.

É sempre o medo…

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Adicionado por João Batista de Campos em 1 junho 2017 às 10:30 — 1 Comentário

Abraço que cura

O simples ato de abraçar pode reduzir a dor forjada pelo mau pensar.

Na sarjeta da vida pode se encontrar o exegeta do amar.

O verbo amar é muito enganoso, posto, imprimir a sabedoria do verbo desvencilhar.

Somente pode amar aquele se despe de si mesmo.

No vicejar do velho olhar apenas, pode-se antenar no prazer de curar pelo amor do sincero abraço como traço de conjugar a si…

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Adicionado por João Batista de Campos em 21 maio 2017 às 12:39 — 1 Comentário

Tô nem aí, meu...

Sussurros do além. Bem aqui dentro de mim ouço alguém do além a falar e escrever também, pode crer, é a musa intrusa a dizer aquilo que não sei, porém, ela abusa. Primeiro, aprendo por derradeiro; para depois ir ao meu companheiro, Ai de mim se não cumprir com a missão de escrever sem antever os resultados mensurados por esse ser dentro de mim. O mistério continua o tempo inteiro apesar de ser sempre o derradeiro. “Os primeiros serão os derradeiros e os derradeiros serão os…

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Adicionado por João Batista de Campos em 20 maio 2017 às 12:21 — Sem comentários

Holografando sobre nuvem

Sem saber donde surjo, sinto-me esvoaçante sobre as asas da Gaia, voo etéreo, e alguém me avisa:

– Diz ai meu companheiro, trouxe aquela trouxa de dinheiro, ou vai dar uma de trouxa?

Sem saber do meu real paradeiro, replico:

– Que dinheiro?

Se quer ter bom abrigo vai precisar de muito dinheiro, meu amigo.

Bem, me parece que estou no paraíso, porém, vem alguém a…

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Adicionado por João Batista de Campos em 16 maio 2017 às 11:33 — Sem comentários

Momento de postar

Momento para postar

Pode apostar que posto a qualquer hora,

pode ser agora ou com imensa demora.

O tempo pode ser o antigo contratempo

do verdadeiro mensageiro…

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Adicionado por João Batista de Campos em 14 maio 2017 às 11:45 — Sem comentários

Que esbórnia é essa?

que mundo é esse onde existem muitos ainda a perecer?

quantas crianças famintas ou  famélicas por  comidas distintas.

embora, na minha potência já há muito extinta, fica o meu parecer

de que o homem realmente nasceu para destruir o que fez crescer!

sinto-me  acovardado por nada poder fazer, embora, de  homem fardado

neste…

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Adicionado por João Batista de Campos em 13 maio 2017 às 14:30 — Sem comentários

Acalanto

Chamo-me Acalanto, venho a este mundo ferrenho a exemplo de tão falado engenho, maquinado sobre o lenho pelo qual foi lanhado O mais sagrado. Triturado pelos dentes do maligno engenhado, apesar de seu desígnio ser de suportar o sistema de outrora. Venho agora enxugar o seu pranto. Ao prantear ouça a voz do meu suave canto, porém, vou além, jamais o ouça errado, creia, estarei sempre ao seu lado, amém.…

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Adicionado por João Batista de Campos em 10 maio 2017 às 15:00 — Sem comentários

Conversando com Estrelas

No alpendre aqui de casa, onde o vergel arrasa, enredado em minha velha rede, numa tarde de fazer a sesta, lânguido, das pálpebras vislumbrei malemolente fresta. Ao levantar o meu olhar vi o amor pairar sob o ar do firmamento. As brancas nuvens formavam as estrelas com as quais me atrevi a conversar. À pincenê, e à Mandraque eis que ressurge o velho craque. Era Olavo a dialogar com Assis, que assim lhe diz: Um afortunado compositor de melodias populares que deseja desesperadamente escrever…

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Adicionado por João Batista de Campos em 8 maio 2017 às 18:30 — 12 Comentários

Sossego amigo

A paz de meu velho pai, trago comigo.

Sossegado em seus fortes braços,

sinto-me seguro entre laços

de alegria em seus traços.

Paz de exemplo amigo.

Honesto e amorável cidadão.

Zelador de minha paixão,

amador de minha mãe

e de meus irmãos.

Amo suas cãs!

Às vezes ao sentir-me atribulado

de soslaio vejo ao meu lado

o seu sorriso imaculado.

Querido pai…

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Adicionado por João Batista de Campos em 7 maio 2017 às 12:37 — 2 Comentários

Às cinco

Às cinco da manhã ainda estou a escrever, na manha de aprender ao som de viver o agora, somente agora, minha eterna aurora. Ao som do leve gotejar lá fora o meu espírito cresce em prazer desnatural.

Cada pingo é respingo em minh’alma, como o apóstrofe a temperar o verso normal.

O quê?

Ah… A apóstrofe…

É o gênero gerando a língua.

E esse quê, como é que…

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Adicionado por João Batista de Campos em 5 maio 2017 às 18:56 — Sem comentários

Carrinho de mão

Carrinho de mão

Nesta velha nostalgia

a vida me eleva e guia.

A ilusão me enleva então

ao antigo carrinho de mão.

Era pequenino demais tempos atrás.

Pedia ao meu mais querido ídolo, meu  pai.

O qual me atendia com préstimo amorável demais.

O que queres querido filho? Que vires o carro pra…

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Adicionado por João Batista de Campos em 4 maio 2017 às 21:30 — Sem comentários

Por que você é poeta?

Por que você é poeta?

À

Pé,

Ou a

Carro.

A mente

É a poetisa.

Profetisa da fé.

Escrava do carrasco

Com cortesia, jamais o é.

Na tecla afiada de sua pena,

Com a cor e o odor de açucena,

É amor de Jesus à Maria Madalena.

O seu amor traz o psicovalor à cena

Da vida. Elevando a alma abatida.

Por isto você está aqui inserida.

Poesia é! É…

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Adicionado por João Batista de Campos em 3 maio 2017 às 21:30 — Sem comentários

Morre mais um poeta

Ora direis: Estrelas falam,

certo, falam e exalam

no arfar pensante de Olavo

qual estalar de bravo.

Perfumosa cor de cravo.

Ao pensar infame infante

sobre o dom falante

de poesia…

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Adicionado por João Batista de Campos em 1 maio 2017 às 10:30 — 2 Comentários

Mente vazia não pensa no mal

É quase incondizente esvaziar inteiramente a mente, pois, frequentemente ela mente.

É conscientemente que se faz luzir essa luz resplandecente. E para tal, tem de livrá-la de seu natural bacanal. Esbórnia fatal. Infelizmente ela é forjada na forjaria do mal. Nossos ancestrais condicionaram-na inconscientemente no sistema de sobrevivência sobrenatural. A humanidade, apesar da idade persiste na mesma cartilha, uma simples bolha,…

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Adicionado por João Batista de Campos em 18 abril 2017 às 11:30 — Sem comentários

Jocoso

Quebrando paradigma

Amigo e amiga quando se quebra o sagrado,

quando se viola o tabu, sempre há quem diga

um corretivo para quebrar a mesma viola tocada

pelos antigos; é a esmola que se queda ambígua.

Pense um pouco comigo, não sendo amoral

que se dane o dono desse velho quintal.

Vamos prantar nele o…

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Adicionado por João Batista de Campos em 7 abril 2017 às 10:30 — Sem comentários

Silhueta

                  Silhueta do amor
 
                                            Eu,
                                            e você;
                                           quem diria,
                                        ao lhe conhecer,
     …
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Adicionado por João Batista de Campos em 6 abril 2017 às 4:00 — Sem comentários

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