Se

Se toda a poesia for sempre um acalanto
se sonhos e esperanças apenas leve pluma
se toda dor deste mundo for só alguma
e todo amor que existe cantar o desencanto.

Eu vou me espelhar em sonhos loucos violentos 
com o meu pobre corpo coberto de lama
ser esquartejado por ventos turbulentos
eu não vou deixar minha paixão sozinha nesta cama.

Nas linhas que percorro está o meu destino
nos sonhos que eu sonho procuro o divino
mas quando em teus braços sou tão pequenino.

Como um rio que corre livre e cristalino
luzes das estrelas louco desatino
pois morrer em teus braços é meu destino.

Alexandre

 

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Comentário de Miriam Inés Bocchio em 21 fevereiro 2017 às 20:17

Comentário de María Cristina em 19 fevereiro 2017 às 19:47

Esplendido poema de amor poeta Se!!!!

Adorei!!!

Comentário de SorrisodeRosas em 18 fevereiro 2017 às 12:08

Um poema esplendoroso, parabéns 

Comentário de Eri Paiva em 18 fevereiro 2017 às 1:02

Alexandre

Um poema que gostei de ler!

Bj

Comentário de Mauro Martins Santos em 17 fevereiro 2017 às 21:24

Parabéns Montalvan

Rítmo e beleza no arremate das palavras. No amor como nas letras a cada ato anterior, somos sempre menores [pequeninos] que a cada suspiro novo. Admirável arquivo de sentimentos. Forte abraço!

Comentário de Maria Iraci Leal em 17 fevereiro 2017 às 16:59

Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 17 fevereiro 2017 às 16:05

Comentário de Lúcia Cláudia Gama Oliveira em 17 fevereiro 2017 às 10:45

 

 Belo poema!

 Parabéns.

 Abraço.

Comentário de Janete Francisco Sales Yoshinaga em 16 fevereiro 2017 às 11:48

Belos versos!

Um primor de poema, meus parabéns

Beijos

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