No quarto da solidão

 

 

Nas sombras do quarto da solidão

Voa dentro de si uma saudade

Que enxovalha o pobre coração

Envolto numa triste ansiedade

 

Coberto p’las sombras, injuriado

Não restou outra saída no caminho,

Cansado de tanto ser maltratado

Sem amor, sem afeto, sem carinho

 

Enfrentou seu ódio, seu rancor.

Ao invés de dar-lhe amor e carinho

Ele sempre foi tratado com furor.

 

Vive, agora, no quarto da solidão

Morando junto à pobre saudade

Com uma imensa dor, no coração !

 

São Paulo, 02-07- 2017 (data da criação)

Armando A. C. Garcia

 

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Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 3 julho 2017 às 16:51

Ele sempre fui tratado com furor.

Quando eu li, 3ª pessoa, li foi.

Lindo seu poema.

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