Como um doce que se estraga sem consumo,
um anel que acompanha o dedo ao túmulo,
um agrado não percebido,
uma saudade do que se tinha esquecido,
vontades sem explicações,
contrariedades aos borbotões,
resfriado liquefeito,
tosses, dor no peito...

Comparações com um amor desfeito.

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Comentário de Paolo Lim em 11 agosto 2017 às 6:36

Grande Elías Antonio Almada ! Honra-me sua presença. Abraços calorosos.

Comentário de Paolo Lim em 11 agosto 2017 às 6:35

 MARGARIDA MARIA MADRUGA: A delícia de estarmos junto no PEAPAZ, se faz, creio eu, pelo clima mágico e poético que nos envolve. Você, cujo nome é um verso que principia na palma de nossas mãos e sugere flores nas manhãs, é um vivo exemplo. Muito obrigado pelas vibrações coloridas que nos faculta. Um beijão do amigo Paolo.  

Comentário de Paolo Lim em 11 agosto 2017 às 6:21

María Cristina: Um beijo no seu coração. Agradeço. Paolo.

Comentário de Elías Antonio Almada em 10 agosto 2017 às 22:15

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 10 agosto 2017 às 21:47

Olá Paolo!
Faz tempo que não o leio.
Você e a Laiz "conversam" poetizando. E eu, leitora, ouvindo me delicio.

Comentário de María Cristina em 10 agosto 2017 às 21:42

Comentário de Paolo Lim em 10 agosto 2017 às 21:01

Lais Maria Muller Moreira: Na mosca ! Bjs do Paolo.

Comentário de Lais Maria Muller Moreira em 10 agosto 2017 às 14:58

talvez seja o dedo mínimo, mas talvez seja o polegar...

rito tomado, é "amor" desejado ao naufragar....

sou desta suposição, mais vale um suspiro com carinho,

que amar sozinho....

nasce-se e morre-se sozinho...e bem aí está a grandeza do caminho!!!!!

beijos

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