Como um doce que se estraga sem consumo,
um anel que acompanha o dedo ao túmulo,
um agrado não percebido,
uma saudade do que se tinha esquecido,
vontades sem explicações,
contrariedades aos borbotões,
resfriado liquefeito,
tosses, dor no peito...

Comparações com um amor desfeito.

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Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 10 agosto 2017 às 21:47

Olá Paolo!
Faz tempo que não o leio.
Você e a Laiz "conversam" poetizando. E eu, leitora, ouvindo me delicio.

Comentário de María Cristina em 10 agosto 2017 às 21:42

Comentário de Paolo Lim em 10 agosto 2017 às 21:01

Lais Maria Muller Moreira: Na mosca ! Bjs do Paolo.

Comentário de Lais Maria Muller Moreira em 10 agosto 2017 às 14:58

talvez seja o dedo mínimo, mas talvez seja o polegar...

rito tomado, é "amor" desejado ao naufragar....

sou desta suposição, mais vale um suspiro com carinho,

que amar sozinho....

nasce-se e morre-se sozinho...e bem aí está a grandeza do caminho!!!!!

beijos

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