Sonhos são camuflagens da fantasia

De Té

Dizem que o vento se cala quando nasce uma criança

É o silêncio a respeitar o nado quando é pressagiado

Novo ser que se acolhe com júbilo e esperança

Dia primeiro que no livro da vida é assinalado

Em berço de princesa, envolto em fitas e cetins

                                              Ou na terra quente da mata, num casebre arruinado

Assim se antedizem fortunas ilusões e afins

Esquecendo que o destino é projecto insondado

Sonhos são camuflagens da fantasia, encantamento do irreal

São os brincos de princesa, flor rubra que murcham por ser natural

É um sentimento generoso, perante o que causa admiração

Destino.,.fado, crença ilusória ,choros ao luar cósmico, enigma

Caminho que se almeja seja a nossa senda que se estima

O destino é a prova de bom senso, um doce feito pelas nossas mãos.

De Té Etelvina da Costa

 

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Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 13 setembro 2017 às 17:50

Obrigada pela sua gentileza  Um forte abraço

Comentário de José Aurélio Medeiros da Luz em 12 setembro 2017 às 10:28

Cara Etelvina: não se preocupe; isso também acontece comigo e com quase todos nós, perdidos entre as malhas de uma gama de algoritmos sub-reptícios. Abraço.

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 7 setembro 2017 às 7:29

Caro amigo só agora me apercebi que não agradeci sua gentil mensagem .. Desculpe por favor por vezes perco-me neste emaranhado de de postagens e responder aos amigos que me honram com a sua atenção.. Muito obrigada Caro José Medeiros aqui estou com meu carinho de agradecimento a dizer-lhe que fiquei feliz com seu comentário. Um forte  abraço 

Comentário de José Aurélio Medeiros da Luz em 25 agosto 2017 às 15:43

Cara Etelvina: Belo poema. O que nos acalenta é que o destino pode vir a ser aquela pérola que um dia advirá das concreções que a adversidade nos planta na carne de moluscos, já desgastados, já nascituros...

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