Sempre me espanto com tudo que vejo.
O ressoar do vento suspirando lamentos.
O grito das gaivotas, rios que invadem a
grandeza do mar perdendo a doçura.


A paciência incessante das chuvas que
pingam em doces gemidos ao tocar a terra.
A semente que brota a flor que desabrocha.


À noite de luar, os amores envoltos em
lembranças e eternas esperanças.
Pedras que retiramos do caminho e voltam
-sabe-se lá de onde- ao mesmo lugar em
erros cansados de tropeçar...


O sonho morto,a realidade em gritos, 
o instinto alerta,a razão arrogante que
amarga na boca em espasmos de dor...

                                                           Marcia Portella

                                                                                            (16 de agosto  2017)

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Comentário de Marcia Portella em 21 outubro 2017 às 9:29

Linda minha gratidão por estar em mim...Te abraço

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 18 outubro 2017 às 14:39

Bonitos versos Marcia. Parabéns.

Comentário de María Cristina em 18 outubro 2017 às 0:10

Belleza y placer de leerte Marcia!!!

Poema de muy especial contenido

Abrazos 

Comentário de Maria-José Chantal F. Dias em 17 outubro 2017 às 19:15

Querida Marcia Portella

Poema

Incassavelmente BELO...

"...Pedras que retiramos do caminho e voltam
-sabe-se lá de onde- ao mesmo lugar em
erros cansados de tropeçar..."

beijos de poesiaaaaa

Chantal Fournet

Comentário de José Hilton Rosa em 17 outubro 2017 às 10:04

Parabéns Marcia! 

Comentário de Elías Antonio Almada em 17 outubro 2017 às 2:59

Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 17 outubro 2017 às 1:40

 Belíssimos versos!

Dizer mais o quê, quando as almas se encontram?

Beijossssssssssss

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