Os caminhos separam,
não unem,
levam a lugares
que até os olhos esqueceram.
Hoje, contínuo regresso,
o espaço funde-se
nas bagas que o sol roubou;
onde pára o vento
que roga as pragas
submersas, negadas,
sujas de tanto ódio?

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Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 4 dezembro 2017 às 17:20

 Triste conteúdo temático, em belos versos.

Beijosssssssssssssssss

Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona em 3 dezembro 2017 às 3:19

A separação de um casal, infelizmente, na maioria das vezes, permite que sentimentos negros se apossem dos corações. 

Um triste tema em uma bela poesia.

Aplausos.

Comentário de Elías Antonio Almada em 2 dezembro 2017 às 3:53

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 1 dezembro 2017 às 21:27

Parece que é sempre igual. Só muda o endereço.

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