Chorando,queira ou não queira
O amor ave feliz no cativeiro,
Aspirou branca flor do jasmineiro,
Sem a mais pura razão verdadeira!

Embalde,contorcendo o grilhão,
Sangrando o ferro,caiu à esmo...
Falhava,tênue a batida do coração.
Vertia chuva d’olhar sem desejo.

Ah!O pranto se fez caudaloso mar,
Deveras,não sei,eu,pois, não nego!
Physalis foi seu derradeiro lar...

E n’alguma ilha esquecida,
Ouvia-se tristonho acalanto
D’amor rubra pétala fenecida...

Obs;Este soneto teve origem num diálogo com a poetisa Lila Sinclair Haines quando ela me informou que a palavra “physsalis” nome de uma frutinha significa “amor em gaiola”

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Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 9 janeiro 2018 às 10:51

Lindo poema. Parabéns pela inspiração doce.

Comentário de Jose Gouveia em 9 janeiro 2018 às 7:11

Physsalis fruto agridoce, como o que se sente na paixão. Poema magnífico.

Comentário de María Cristina em 8 janeiro 2018 às 22:31

Comentário de Elías Antonio Almada em 8 janeiro 2018 às 19:20

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