Resiliência...
Poesia Livre.

Sou uma flor arrancada pela chuva
Caí no chão um tanto quanto machucada.
Mas todo dia trapaceio a morte.
Vou rolando contra o vento
Vou pro sul, vou pro norte...
Esquecer-te? Já não mais tento!
Vives em meu pensamento!
Sem teu nenhum aconchego,
Versejo versos vazios, tão sem graça!
Mas creia, neles vão a força do meu desejo!
Rima, métrica, modalidade? Já não me importa!
Sou tal qual uma ave em céu anil
Sem limite, cheia de desejo do teu abraço.
Vou voando deixando o rastro do meu perfume
Para que a brisa te envolva em saudade.
Saudade das madrugadas à beira da lareira
Ouvindo nossas músicas, degustando vinho.
Murmurando palavras que em mim vivem.
Esperar-te-ei meu amado e poderoso senhor
Para que em noites frias sintas o meu calor.
Em teus braços estarei sem pejo, sem censura,
Amar-te-ei como nunca, cheia de amor e ternura!
Sandra Galante.

Exibições: 16

Comentar

Você precisa ser um membro de Poetas e Escritores do Amor e da Paz para adicionar comentários!

Entrar em Poetas e Escritores do Amor e da Paz

Comentário de Sílvia Mota segunda-feira

Comentário de Sandra Galante quinta-feira

OBRIGADA!!!

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 9 janeiro 2018 às 19:13

Muito bonito Sandra. Parabéns.

Comentário de Elías Antonio Almada em 9 janeiro 2018 às 18:47

Comentário de beneditocglima em 9 janeiro 2018 às 17:11

Gostei,Muito bom.

Mauro M. Santos

Graça Campos

Carlos Saraiva

José Santiago

Lilian Reinhardt Art

De Luna Freire

Visitantes

Liv Traffic Stats

Badge

Carregando...

© 2018   Criado por Sílvia Mota.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço