SONHAR EM PARIS

*

(Crédito: Alfred Asís)
*
No banco de concreto
mais afastado
da Praça Paris,
quase em frente à SUAM,
eu e Brigite Bardot
nadamos em suores mútuos,
embalados por revistinhas pornô,
entre tantas, a Fair Play sueca
e os quadrinhos de Carlos Zéfiro,
devidamente nutridos de sonhos
da Padaria do "Seu Mané",
bem ao lado da "Facu"...
Mas ligaram para a polícia
e veio a patrulhinha com dois samangos...
Aí, caímos na real.
*

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Comentário de Marcia Portella em 11 fevereiro 2018 às 20:53

Antonio ler o que escreve ou que publica é sempre ótimo...Abraço

Comentário de Elías Antonio Almada em 10 fevereiro 2018 às 0:36

Comentário de Elisiário Luiz em 9 fevereiro 2018 às 20:12

Caro amigo...

Que o amor pode ser ao vivo, mas nada desse amor ao ar livre?

Também nada desse amor em público acaso ele é indecente?

Esse associável ato de prazer fruto de nossa existência tem sido

...há muito repelido mesmo um quadro escuro de nossa essência

...caso ele atente se revelar!

Os índios faziam isso como os animais o fazem e não há doenças

...e nunca houve a não ser as que incitadas pelas ações do ser humano

Não desejo que pensem que sou a favor da promiscuidade...

Entretanto sou contra esse falso idealismo imoral por ser cruel

...quanto burocrático tanto quanto ronda nisso de preconceituoso!

...parabéns pelo empenho...Fique Bem! 

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 9 fevereiro 2018 às 20:08

Muito interessante.

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