Despedida

De Té


Porque me sinto tão só.

Porque sofro..... na despedida....

Nem sei ,que te diga na hora.

Em que soa.............. a partida.....


De pesar me afeito.

De cegueira .....estou destruída.

E dói-me tanto meu peito..........

Nessa hora!...., Da despedida......


Saudades ficam gravadas.

No mais recesso de meu ser...

Onde tenho abrasadas

as penas do meu viver


E, se voltar a acontecer,..------

e das amarras!........... Me soltar...

Ninguém me venha dizer.

Nem me venham,,,,,,,,procurar..


Desta vez fui eu que parti.

Não me chamem .....Já estou longe

não quero lembrar o que sofri

Nem de despedida que me assombre

De Té Etelvina Da Costa


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Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 14 fevereiro 2018 às 14:02

Obrigada José Carlos me honra sua presença na minha página grata  um forte abraço 

Comentário de JOSÉ CARLOS RIBEIRO em 14 fevereiro 2018 às 13:58

Um poema que traduz o aquilo onde os sentimentos choram os mais insanos momentos de dor

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 14 fevereiro 2018 às 11:02

Eias prefere comentar o poema em si abstraindo-se do significado da palavra .. um abraço amigo 

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 14 fevereiro 2018 às 10:59

Caro Eliseário sua opinião sobre a despedida é própria do que sente ño momento, desapercebido .. talvez seja uma boa ideia abraços 

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 14 fevereiro 2018 às 10:54

Margarida Maria Madruga  pode ser um grito de liberdade que agrada a ambos ou que é uma despedida forçada ou inesperada que dói muito . Mas é sempre um grito de liberdade na forma expressiva. despedir de quem se ama por obrigação é dor que só quem passou por essa situação sabe explicar . beijinhos

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 11 fevereiro 2018 às 16:47

Muito bonito Té. Um grito de liberdade de uma maneira especial.

Comentário de Elisiário Luiz em 11 fevereiro 2018 às 16:14

Olá amiga parabéns!... Somo-me a isso algumas vezes muito melhor estar bem desapercebido ...Fique Bem _ Abraços!

Comentário de Elías Antonio Almada em 11 fevereiro 2018 às 15:37

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