Deserto

De Té

Uma tarde silenciosa , uma porta aberta

Uma luz que me guia ,num caminho sem pressa

Um deserto infinito, num calor sufocante

E meus passos me guiam ,ao longínquo horizonte

Um coração que se rende,a um amor sorridente

Uma fé que me anima e uma esperança convincente

Uma dor na alma surge de repente

Os passos a sangrarem, na areia torturante

As miragens enganam, são ardis do horizonte

meu coração fenece cansado mas renitente

Mais alem havia uma fonte, mas faltou-lhe a ponte



De Té Etelvina Da Costa

Alterando o estilo do poema uma experiência do autor   sem alterar palavras dos versos apenas juntar dois versos fazendo um minimalista 

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Deserto

De Té

Uma tarde sombria-

Uma porta aberta

Uma luz que me guia,

num caminho sem pressa.

Um deserto infinito.

Um calor sufocante.

E meus passos, me guiam

ao longínquo horizonte.

Um coração que se rende.

a um amor sorridente

Uma fé que me anima.

Uma esperança convincente.

Uma dor na alma,

surge de repente.

Há passos que sangram

na areia torturante

As miragens enganam

São ardis do horizonte

Meu coração fenece

cansado e contrito

Mais alem havia uma fonte

de água corrente

Mas faltou-lhe a ponte

De Té

Etelvina Da Costa 

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Comentário de Fernando José Corte Real Azevedo em 14 fevereiro 2018 às 22:47

 Excelente exercício de poesia...transfigurando o corpo mas não a alma de um Deserto tão cheio de esperanças e miragens. Parabéns 

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 13 fevereiro 2018 às 20:21

LINDO! Sou sua fã, não tem jeito.

Creio que são assim os nossos dias...

Uma luz que me guia, num caminho sem pressa...

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 13 fevereiro 2018 às 19:04

Muchas gracias 

Comentário de Etelvina Gonçalves da Costa em 13 fevereiro 2018 às 18:54

Comentário de Elisiário Luiz em 13 fevereiro 2018 às 16:50

 Amiga poetisa tu brilhantemente postaste sua pena sobre esse versos parabéns  Fique Bem ... Abraços! 

Comentário de Elías Antonio Almada em 13 fevereiro 2018 às 12:12

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