Mate compañero

 

A la sombra de un tala

o de algún viejo ombú

el paisano arma su ranchada

humilde vida de aparcero,

mientras calienta agua en  su pava

recuerda alguna rueda de fogón

del arroyo una costa

con nostalgia a su china cebándole el del estribo,

y observando la tropa

carga yerba al “cimarrón”

le acomoda la bombilla

y suelta en su vozarrón” Ha viejo mate compañero”

 

 

 Elìas Almada

Exibições: 11

Comentar

Você precisa ser um membro de Poetas e Escritores do Amor e da Paz para adicionar comentários!

Entrar em Poetas e Escritores do Amor e da Paz

Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sílvia Mota Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ em 4 dezembro 2017 às 17:18

Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona em 3 dezembro 2017 às 3:23

Bravosssss, poeta.

Comentário de Elías Antonio Almada em 2 dezembro 2017 às 3:55

obrigado MARGARIDA MARIA MADRUGA

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 1 dezembro 2017 às 10:23

Bonito poema Elías.

Membros

Poema ao acaso...

Portal para 38 Blogs-Sílvia Mota

Badge

Carregando...