A última gaivota

Plaina no ar agora

Admirando seu corpo

Esbelto sensual aflora.

 

Chega a hora

Logo chega a noite

No ar a ultima gaivota

Tacita admira seu corpo.

 

A noite vem a galope

O sol beija a água na despedida

Sente é hora de partir para o norte

Aquecer outras almas benditas.

 

A água abraça a noite

Os humanos se recolhem

Abraçar e viver mil amores

Na noite criança que chora.

 

A vida acolher

O amor do dia

Que beija a gaivota

Em seus loucos suspiros.

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Comentário de Lucineide Sampaio em 14 julho 2017 às 23:27

Bela poesia!

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