A TUA CANTIGA
Efigênia Coutinho


Chegas pelo ar, dos zéfiros no
Adejo que o destino vário põe,
Entre a realidade e o imaginário!
Ao ver-te, venço o tempo do desatino..

Ousas tudo, que és homem com quem brinco,
Enamorado, dentro vives um dançante
Alvoroço luminoso, nas cinco
Pontas duma estrela Radiante!

- Fluindo cristais sonoros em versos
Virgens, sigo, oferecendo o Amor Puro,
E a glória de arrancar dos meus aromas sobejos,
O lábio casto do mar vasto dos meus beijos...

Oh cristalizados zéfiros,vinda de uma lenda antiga
Num solar sem dono, mas arfante, acordei
De um longo sono, bem breve, sonho de Rei
Que dedica à sua Rainha sua Cantiga!!!

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Comentário de Antonio Carlos Santos Rocha em 8 setembro 2014 às 9:08

Teu poema é agradável brisa,aragem do campo a acariciar a face do leitos...Parabéns!abraço poético1

Comentário de Sílvia Mota em 7 setembro 2014 às 16:03

Comentário de Sílvia Mota em 7 setembro 2014 às 16:03

Quanto lirismo!

Poema encantador!

Parabéns!

Beijosssssssssss

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