Amar-te, somente

Jorge Linhaça

Hei de amar-te,amar-te somente

Inda que ausente de tudo pareça

Que não pereça, no entanto, a semente

Que o poente jamais anoiteça...

Não se entristeça pela dor pungente

Que a semente dormente floresça

Se enriqueça, forte em nossa mente

Sem os defeitos do ônus da pressa.

Hei de amar-te, inda que distante

E num rompante, querer-te pertinho

Juntos no ninho igual era antes

Antes de todo o redemoinho

O torvelinho tão dilacerante

Que transformou as rosas em espinhos.   

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Comentário de Luiza De Marillac Bessa Luna Mic em 27 agosto 2015 às 19:29

Uma obra prima parabéns!

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