Ausência

Já não
tenho um instante do teu tempo
um instante apenas
é pena 
são pedaços de sentimentos
jogado aos teus pés
e já não tens mais tempo
para mim.

Olho para o tempo
tão perdido e ausente
como esta relva seca 
neste solo ardente
inexistente para mim.

Que amor
é este... perceptível
será este inverno
que resseca a minha pele
irreversível
esta amarga perda
e por mais que se erga
torna a cair 
no silencio e no vazio
deste inverno frio.

O teu coração
se desfez de mim
e todo este esquecimento
trazido pelo frio do vento
neste inverno cheio de dor
eu me arrasto por fim
acabou o teu amor.

Alexandre Montalvan

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Comentário de Marcia Portella em 4 janeiro 2018 às 16:42

Belo e melancólico poema...

Comentário de María Cristina em 4 janeiro 2018 às 14:26
Comentário de Elías Antonio Almada em 4 janeiro 2018 às 14:23

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 4 janeiro 2018 às 12:23

INSA ou ASNI

Se o poeta fosse outro, talvez tivesse algum sentido...

Sílvio Santos diz: "Quem está fora quer entrar, quem está dentro, quer sair."

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