Barco louco,
por que me buscas,
me trazes
tua ferrugem,
talvez ouro
outrora?
Agora apenas um
rasto de águas,
das viagens
de que fugiste,
para te vires acoitar
nestas margens doces
de um sonho
tão esquecido,
tão suavemente
obliterado.

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Comentário de Elías Antonio Almada em 12 dezembro 2017 às 18:25

Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 12 dezembro 2017 às 16:07

Elegantes versos Jaime.

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