CANDIDA

 

Ainda vou roubar seu amor tão adverso

Você resiste-me, sem coragem, desiste.

Eu olho e insisto, persisto e tenho.

Puxo-te e te aperto você foge disperso

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Olha para mim, não sou tão ruim assim!

Deseje-me e afronte sem medo seus pecados

Pegue-me, me anexa e me cubra de abraços.

O seu lado sombrio atropela o seu brio retificado

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Homem viril que me deixa tão fértil e febril !

Venha até aqui, enlace-me como um bem querer.

Ame-me sem medo, sem freios, sem arreios.

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Deita aqui e cante comigo a canção do amor

Abra suas asas e deixe-me deleitar e degustar meu bel prazer

Farei-te viajar até o infinito sem nenhuma prorrogação


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Comentário de Sílvia Mota em 15 setembro 2017 às 22:25

Apaixonado poema!

Beijossssssssss

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