Cântico de Amor a Elvis Presley - Trinta e nove anos da morte do ídolo!

Cântico de Amor a Elvis Presley
- Trinta e nove anos da morte do ídolo!
Se minha poética hoje esvai-se
saudosa, pelos meandros da mente,
encontro-te...
faço de mim a menina de outrora,
rebolo à tua beleza
e afogo-me ao encanto
da covinha no teu queixo...
Se minha poética hoje esvai-se
aflita, pelos desejos insatisfeitos,
encontro-te...
faço de mim a pureza de outrora,
remanso ao teu som,
e abrigo-me à carência
do menino em teu olhar...
Elvis,
sou tua na voz que é tua
e como Sylvia - Eu-Sílvia -
sem ser tua
e de ninguém,
nua e crua,
ao destino peço bis.
...........................
Sem retorno... eu te quis...


Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Cabo Frio, 19 de maio de 2010 – 13h55

Elvis Presley. Sylvia

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Comentário de Marcia Portella em 19 agosto 2016 às 22:53

Eterno Elvis cantado em  eterna poesia...Te abraço

Comentário de Lais Maria Muller Moreira em 17 agosto 2016 às 9:49

Um ídolo, um ícone que embala e ainda embalará tantos corações.

Um artista popular que carregava dentro de si um imenso carisma.

Belíssimo poema em dedicação!

Parabéns querida Mestra!

beijos

Comentário de Críspulo Cortés Cortés em 17 agosto 2016 às 5:48

Comentário de Mário Margaride em 16 agosto 2010 às 19:06

Sempre fui e sou um fã do Elvis. Bela homenagem ao incomparável Elvis.
"Elvis não morreu", vive sempre dentro de nós!

Parabéns!

Beijinhos!

Mário

Comentário de Jaime da Silva Valente em 22 maio 2010 às 1:15

Excelente homenagem ao artista: um pleno encontro com a arte! Bjss.

Comentário de Mônica do S Nunes Pamplona em 20 maio 2010 às 8:09
Nem ouso comentar que são poucas
as cancões que conheço de Elvis.
rsrsrsrsrsrsr
Mas com certeza foi uma era de ouro
para o Rock e para a juventude da época.
Belissima homenagem.
Bjs em rock'n roll
Comentário de Marcial Salaverry em 20 maio 2010 às 0:00
NO BALANÇO DO ROCK
Msrcial Salaverry

No balanço do rock,
explodia a sensualidade,
despertando a feminilidade
das meninhas,
atiçando os garotões...
Uma juventude que descobria
certos segredos até então
em mistérios envoltos...
Cabelos revoltos,
a gola levantada,
o andar balançado,
a cara de mau...
Modelo Elvis,
The Pelvis...
Eram o delirio das menininhas,
que se faziam de moderninhas,
mas eram prisioneiras de costumes
que começavam a ser abalados,
pelo balanço do rock,
que instintos despertava,
e aquelas cabecinhas perturbava...
Assim era o balanço do Rock...
E assim segue, porque
ELVIS NÃO MORREU...

Marcial Salaverry

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