Areias dos castelos teus não quero
Assim, desformes, sem nenhuma graça
E mesmo que contigo eles refaça
De loucas ventanias tudo espero

Prefiro da tristura o sal severo
Pungindo o coração que se estilhaça
Do que me embriagar virando a taça
Enchida de ilusões com raro esmero

Não posso aprisionar estes segredos
Meu pranto disfarçando de rochedos
Palavras sem essência falam pouco

O brilho de um olhar diz tanto, agudo
Melhor é ler, portanto, um rosto mudo
As juras desprezar, fingir-se mouco

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Comentário de Lúcia Cláudia Gama Oliveira em 4 maio 2017 às 21:25

 Belo poema!

 Parabéns

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