Na chuva de tristura, meus plangores
Há féretros de sonhos entupidos
Orvalhos, leitos desses destruídos
Jardins onde fulgiam lindas flores

Entre soluços sorvo féis, licores
Que o coração laceram... Vis, bandidos!
Fantasmas atormentam meus sentidos
No sal que escorre em mim quantos pavores!

Encharco meus lençóis de nostalgia
Perdido, nas memórias perambulo
Sem que perceba raia um novo dia

As lágrimas prosseguem seu cortejo
A dor do desalento, insone, engulo
Porque não desvanece meu desejo

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