- Espelho, espelho meu, existe alguém mais tolo, desgraçado e infeliz do que eu?

- Sim, muitos, meu filho!

...E fui dormir um pouco mais tranquilo.

Milton Filho...

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Comentário de Sílvia Mota em 21 março 2017 às 0:15

Que a saudade persista... e não nos abandones mais... rsrsrsrs...

Comentário de Milton S. Filho em 20 março 2017 às 13:47

Olá, Silvia, bateu uma saudade de Vcs, por isso minha volta.

O título do poema já dá todo o indicativo. É uma ironia voraz a esse tipo de pensamento no senso comum.

Este poema não se refere ao meu pensamento, pois. Algumas pessoas se consolam com a desgraça alheia, sabendo que não está sozinha no infortúnio. 

E, voltando atrás, esse pensamento nos consola em alguns momentos, por exemplo, quando sabemos que todos perdem parentes queridos, mas, sabendo que é o destino de todos, morrer ou, passar pela dor da perda, nos consolamos. Enfim, múltiplas ironias!...

Um beijo!...

Comentário de Sílvia Mota em 20 março 2017 às 9:51

Não me parece proveitoso consolar-se na tolice, desgraça ou infelicidade dos outros... O melhor mesmo, é desafiar mudanças, que levem a sonos tranquilos... rsrsrs...

Ironia, que gera reflexão.

Beijossssssssssss

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