Desespero do poeta que cria as próprias asas

De Té

Em madrugadas nubladas

A verbosidade

é gélida e sombria

de sentimentos melancólicos

Só em chama ardente

plagio o meu coração

E faço minha, essa unção

E sinto a possessão

do que em mim, desabrocha inconstante

E é este ardor

Que me toma o coração

que as converte, em chama

calorosa\, que aquece, queima,

ilumina essa obstinação

e desperta a alvorada

tão nublada.

E lhe devolve o esplendor

E então, o verbo flui, fogoso ,inquieto

E reverte, essas alvoradas

Em maravilhosas auroras

De Té

Etelvina Da Costa

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Comentário de MARGARIDA MARIA MADRUGA em 13 março 2018 às 0:23

Belíssimo trabalho Té. Feito com dedicação. Drummond nos deixou um grande ensinamento.

Comentário de María Cristina em 12 março 2018 às 21:23

Comentário de Elías Antonio Almada em 12 março 2018 às 13:53

muito bom

Comentário de Jbcampos em 11 março 2018 às 18:12

Etelvina Da Costa, parabéns pelo conjunto da obra. Abraços campônios.

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